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domingo, 18 de novembro de 2018

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

VISITA DA EQUIPA ""CIÊNCIA SOBRE RODAS"

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Como diz o velho ditado «Mais vale tarde que nunca». É que já foi no dia 10 de outubro que o projeto «Ciência sobre rodas» começou o seu trajeto na nossa turma, neste ano letivo. O professor Fernando está de volta, acompanhado pela professora Alcina. Mantêm o entusiasmo, a alegria e a forma bem-disposta de fazer ciência com os nossos alunos. 
Trouxeram-nos duas atividades experimentais cujo tema principal era o ar: «Ovos engarrafados» e «O que existe no ar?». 
O objetivo da primeira atividade experimental foi fazer entrar um ovo num balão de vidro sem o forçar. Pretendeu-se que os alunos percebessem o que acontece ao ar quando é sujeito a diferentes temperaturas (aquecido/arrefecido).
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No final puderam concluir que, quando o algodão arde dentro do balão, o ar expande-se e sai, quando ar arrefece contrai-se e a pressão do ar dentro do balão diminui, sugando o ovo.
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A segunda mostrou que o ar nos envolve e ocupa todo o espaço livre. Há ar nas plantas, no corpo do ser humano e dos animais.
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Experiência feita tiraram-se conclusões: a água ao subir, foi ocupar o espaço do gás que se consumiu (oxigénio) durante a combustão da vela; quando se consumiu a totalidade do gás comburente, a vela apagou-se; o restante volume do frasco permaneceu ocupado por outros gases; o oxigénio é um dos constituintes do ar.
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Muito obrigada aos professores Fernando e Alcina pela tarde fantástica de ciência que nos trouxeram. Ficamos à espera da próxima.
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Fernanda Soares
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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A DESFOLHADA - POESIA III

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As turmas da EB1 Aldeia de Joanes foram colher milho ao milheiral no dia 24 de outubro, e foram descamisálas e debulhá-las no dia 25 de outubro.
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Numa escola
Muitos meninos
Foram colher maçarocas
Com os seus queridos professorinhos.
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No dia seguinte
Os meninos foram desfolhar
Aquelas lindas maçarocas
Ou também chamado descamisar.
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Quando estávamos a desfolhar
Eu e as minhas amigas fomos dançar
Para começar
Outra vez a trabalhar.
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Quem quisesse comer papas de carolo podia comer, mas eu não gosto, então a minha mãe trouxe-me pão.
Eu adorei, mas não encontrei milho-rei.
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Texto: Maria Rita - 4.º ano
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A DESFOLHADA - POESIA II

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No dia 24 de outubro
fomos colher milho ao milheiral.
Quando lá chegamos era tanto
que eu nunca tinha visto tal.
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Começamos a colher.
Era tanto milho
que a gente
já não o podia ver!
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Na desfolhada andei
à procura de milho-rei
Fartei-me de desfolhar
mas o rei não encontrei.
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Vamos debulhar
mas temos de parar para descansar
porque debulhar
é como trabalhar.
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Comemos as papas de carolo
quem as fez foi a D. Teresa.
Nada as pode substituir
com certeza!
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Texto: Leonor Barroso - 4.º ano
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terça-feira, 30 de outubro de 2018

A DESFOLHADA - POESIA

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Era uma tarde de sol
Quando fomos à desfolhada
Havia maçarocas nas esteiras
Professores e muita criançada!
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Curiosos, felizes e às gargalhadas
As maçarocas começamos a desfolhar.
Divertidos e a trabalhar,
Fizemos bolhas de tanto debulhar!
No final, papas de carolo fomos saborear.
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Trabalho coletivo - 2.º ano
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

A DESFOLHADA

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Após o almoço o recinto da escola começou a ganhar um colorido fora do comum. No centro do terreno, habitual espaço de jogos e brincadeiras, começaram a estender-se toldos que, num ritmo cadenciado, começaram a receber a companhia de maçarocas e mais maçarocas, colhidas de véspera, prontas, depois de um ajeitar aqui e ali, para o cerimonial da desfolhada. Os alunos, entretanto, iam chegando, trajados como os egrégios avós. Mais de uma centena, pois desta vez, para além das quatro turmas da escola, também iríamos ter a companhia das duas turmas do Jardim de Infância.
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Já com todos a postos, foi dado o sinal de partida. E foi vê-los, miúdos e graúdos, num quase despique de desfolhar maçarocas. Estas, num amarelo bem torradinho, iam-se amontoando no meio, correspondendo ao afã da curiosidade de descoberta dos novéis desfolhadores.
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Enquanto a labuta avançava, alguns alunos iam recolhendo as folhas, que se iam acumulando, dando azo a que a cor preponderante do conteúdo dos toldos começasse a ter a mesma tonalidade. As maçarocas descamisadas começavam a reinar.
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Chegou então a hora da debulha. A princípio pareceu difícil, mas depois começaram a ganhar-lhe o jeito. E os grãos de milho começaram a soltar-se, enquanto as manifestações de júbilo se iam multiplicando. A malta estava mesmo em forma!
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O trabalho rendia e, já se sabe, quando as coisas correm bem, apetece sempre manifestar a satisfação da melhor forma. E as meninas do 4.º ano, num apelo irresistível, começaram a dançar, prendendo olhares e despertando sorrisos. A festa da desfolhada estava a ser linda!
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Mas, para a festa ser completa, faltavam as papas de carolo. Se estavam boas? Oh, se estavam! O ar de satisfação deles não enganava.
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No final os organizadores estavam cansados, mas plenamente compensados. É que uma escola quer-se viva e empreendedora, plenamente consciente dos desafios educativos. Só assim as coisas fazem sentido.
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Amanhã, se tudo correr bem, publicaremos mais imagens do evento.
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NO MILHEIRAL

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Desenho de Diogo Moiteiro - 1.º ano
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Desenho de Inês Figueiredo - 1.º ano
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Desenho de Mariano Horta - 1.º ano
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Desenho de Simão Pedro Fernandes - 1.º ano
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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

COLHEITA DE MILHO NO MILHEIRAL

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O dia prometia. Acautelada toda a logística necessária, a partida para o milheiral foi dada bem cedo, com agradável percurso pelas principais ruas da aldeia.
O milheiral do sr. José Alberto, nosso parceiro nestas andanças, situa-se nas traseiras da igreja. E a nossa maltinha, quando o avistou, começou a esfregar as mãos de contente, sedenta que estava de novas emoções e novos conhecimentos.
As maçarocas não estavam muito avantajadas, lá isso é verdade, mas isso não preocupava nada os nossos alunos. Eles queriam era colher, colher muito milho, atirando para trás das costas a orvalhada que ainda se fazia notar e, acima de tudo, sentir. Mas quem consegue segurar o entusiasmo de oito dezenas de petizes, ávidos de novas experiências? A orvalhada não foi, isso foi facto comprovado. E como foi bom assistir ao afã do seu contagiante entusiasmo!
Amanhã nova tarefa os espera: a desfolhada. O empolgamento não será menor, com toda a certeza.
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AC
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FEITIÇOS DE BEM LER, FEITIÇOS DE BEM QUERER

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Na Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade é sempre assim. A sedução faz parte do ADN das suas "meninas", qual sabedoria da raposa do Principezinho, cientes que, para obter dividendos - leia-se criação de leitores - é necessário primeiro encantar. E é isso mesmo que elas fazem, com uma arte que não deixa ninguém indiferente.
Duas das turmas da escola estiveram lá hoje - para a semana vão as outras - e comprovaram, mais uma vez, que o encanto pode ser tecido em mil e um feitiços. É que a Gabriela e a Angelina, mestres nessa arte, conduziram a plateia para patamares onde a imaginação não tem limites.
Um aplauso para as sempiternas "meninas da Biblioteca"!
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terça-feira, 23 de outubro de 2018

À DESCOBERTA DA ÁGUA

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Água é vida, isso é ponto mais que assente. Mas como se chegou até aqui, em que parece bastar um abrir de torneira para que o precioso líquido jorre abundantemente? É revisitar esse caminho, em particular na nossa região, que o projeto "À Descoberta da Água" pretende trilhar na companhia dos nossos alunos, de modo a que termos como fontanários, poços, picotas, noras e cisternas, entre outros, não sejam matéria estranha.
O projeto, desenvolvido por Susana Nascimento, do Gabinete Qualidade de Vida da Câmara Municipal do Fundão, promete desvendar  alguns segredos das memórias e do património da nossa região, com várias visitas de campo em perspetiva. Oxalá assim seja.
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CONFEÇÃO DA MARMELADA

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Desenho de Mafalda Diogo - 4.º ano
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Ingredientes

- Marmelos;
- Açúcar;
- Água.
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Modo de preparação
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Lavam-se muito bem os marmelos.
Cozem-se numa panela com água.
Deixam-se arrefecer, descascam-se, cortam-se aos bocados e passam-se no passador para fazer massa de marmelo.
Pesa-se a massa de marmelo.
Numa panela, coloca-se meio litro de água e 750 g de açúcar por cada Kg de massa de marmelo.
Deixa-se ferver até fazer ponto estrada.
Junta-se a massa de marmelo e mexe-se muito bem.
Está pronta a comer!
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Texto: Afonso Bento - 4.º ano
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

CHEGOU O TEMPO DA MARMELADA

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Todos os anos, por esta altura, começam a chegar marmelos, vindos, essencialmente, de pais dos alunos e de amigos da escola.
A prática já é comum. Aproveitando a época das colheitas, dá-se vazão a um hábito ancestral da nossa comunidade, enquanto os alunos, sempre curiosos, conjugam a interiorização de hábitos ancestrais com a atividade experimental, enquanto vão adoçando a boca. Não é à toa que curiosos rima com gulosos. :)
Confeção de marmelada: a decorrer dentro de alguns dias, com açúcar q. b., no cenário "gigante" da nossa escola.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

VEM AÍ A DESFOLHADA

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Imagem duma desfolhada, na nossa escola, em 2012
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De dois em dois anos, na nossa escola, a tradição teima em manter-se, procurando reavivar e dar a conhecer memórias de antanho, em que a desfolhada tinha um importante papel, social e económico, na vida das nossas aldeias. Eram outros tempos, bem sabemos, mas não há povo que se preze que não procure acautelar as suas memórias. Assim, pensamos nós, torna-se mais fácil olhar para o futuro.
Já está tudo programado. Daqui a uns dias vamos ao milheiral do sr. José Alberto colher milho e, após alguns dias de interregno, para as maçarocas secarem, irá desenrolar-se a desfolhada, momento festivo em que os nossos antepassados conjugavam a abundância da colheita com o bom cimentar das relações sociais. E muito se conversava e cantava, naquelas desfolhadas!
Portanto, já sabe. Em meados do mês, mais coisa menos coisa, os alunos vão viver riquíssimos momentos, que ultrapassam, em muito, o consignado nos manuais. Em breve daremos mais notícias.
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sexta-feira, 22 de junho de 2018

LEITORES DO TRIMESTRE

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Há um livro que, com jeitinho,
me convida p'ra dançar:
promete-me mil aventuras,
repletas de penas e doçuras,
comigo sempre a voar.
AC
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O tempo voa, inexorável, indiferente às nossas pressas ou vagares. Há, pois, que tentar suavizá-lo, adoçá-lo, qual eterna busca da fórmula que nos torne mais tolerantes, mais felizes, enquanto damos vazão às eternas dúvidas que apoquentam o ser humano.
Ler é, decididamente, um bom caminho a trilhar para tentar colmatar as nossas constantes lacunas, uma forma de nos sentirmos mais preenchidos. É por isso que, ano após ano, teimamos nas estratégias de desenvolver hábitos de leitura, premiando os leitores mais assíduos, no final de cada trimestre. E, no final deste período, os leitores que mais se destacaram, nas diversas turmas, foram:
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1.º ano
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Leitor do Trimestre (oferta de um livro)
Afonso da Costa Reis
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Menções Honrosas (Diploma)
Alice Isabel Batista Tinalhas
Beatriz Ascenção
Núria de Castro Rocha Faria
Santiago Bimba dos Santos
Santiago Isidoro Simão
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2.º ano
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Leitor do Trimestre (oferta de um livro)
Diogo Barroqueiro Cascalho
(na sua ausência, o Simão substitui-o na foto)
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Menções Honrosas (Diploma)
Guilherme Patrício Calvário
(na sua ausência, substituído na foto pelo Gabriel)
Ana Lara Costa Tavares
Lourenço Miguel Silva Correia
Núria Viveiros Mendes
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3.º ano
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Leitor do Trimestre (oferta de um livro)
Leonor Jankowski Barroso
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Menções Honrosas (Diploma)
Afonso Manuel Oliveira Gregório
Beatriz Carvalho Alves
Dinis João Rolão da Cruz
Laura Filipa Faia André
Mafalda Sanches Diogo
Maria Rita Esteves Mendes
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4.º ano
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Leitor do Trimestre (oferta de um livro)
Beatriz Castro Fradique
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Menções Honrosas (Diploma)
Matilde Ribeiro Nogueira
Hugo Miguel Arribança Oliveira
Maria Benedita Rolão Lopes
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Agora, terminado o ano letivo, é hora de pausa, de usufruir das benesses estivais. Mas, podem crer, o ato de ler adequa-se a qualquer lugar, a qualquer circunstância. E como é bom folhear um livro nas longas tardes de verão!
Boas férias e... boas leituras!
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

segunda-feira, 4 de junho de 2018

BONS E MAUS CONDUTORES ELÉTRICOS

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Quarta-feira, 30 de maio. Para depois de almoço estava programada mais uma sessão do "Ciência Sobre Rodas", a cargo dos professores Fernando e Paula, e, à hora convencionada, como seria de esperar, lá estavam eles, com diverso material no bornal, prontos para ajudar os alunos do 4.º ano a identificar bons e maus condutores elétricos. 
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Distribuído o material pelos diversos grupos, havia que situar os alunos no contexto. E, após um preâmbulo em que veio à baila a definição de bons e maus condutores elétricos, os alunos foram encaminhados para a questão/problema, equacionada por eles: quais são os bons e os maus condutores?
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Para responder à questão, os alunos começaram por montar um circuito elétrico, utilizando uma bateria (pilha), fios condutores, uma lâmpada e um suporte para a mesma. Depois de constatarem que tudo estava em condições (a lâmpada acendia) foram introduzindo no circuito diversos materiais: um objeto de ferro (clip), outro de alumínio, uma borracha, uma lâmina de vidro, um pedaço de madeira, tecido, cortiça...
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Os testes foram-se sucedendo, sempre com o devido registo.
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No final, a constatação:
- a lâmpada acendeu com a introdução no circuito de um clipe, de um pedaço de alumínio, de um brinco (ouro), de uma moeda, da armação (metálica) de uns óculos... são bons condutores elétricos.
- a lâmpada não acendeu quando foram introduzidos no circuito uma borracha, uma lâmina de vidro, um pedaço de madeira, uma régua de plástico, tecido, cortiça... são maus condutores elétricos.
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Depois disto tornou-se fácil perceber a razão de os fios elétricos se encontrarem revestidos por uma espécie de borracha. É que ninguém gosta de apanhar um choque. :)
Terminada a atividade experimental, fácil se tornou definir uma resposta para o problema: os bons condutores são, geralmente, metais.
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quarta-feira, 30 de maio de 2018

ÁGUA É VIDA

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A água. Dê as voltas que o mundo der, sejam quais forem os contextos, o tema é sempre pertinente.
Ontem, nas instalações do Seminário do Fundão, alunos de várias escolas (para além da nossa escola, vimos por lá alunos do Alcaide, de Vale de Prazeres, da Escola de Santa Teresinha...) tiveram oportunidade de assistir a uma palestra sobre a água: da sua importância, da necessidade de a preservar, da aquisição de comportamentos para que, cada vez mais, a água seja encarada como um bem indispensável, precioso, único...
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No palco, procurando sensibilizar os mais novos, um elemento da Águas de Portugal, que tentou dar o seu melhor. Falou das questões essenciais do tema, isso é verdade, o conteúdo estava adequado, mas a forma...!
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Para bem comunicar, nos dias que decorrem, já não bastam as boas intenções. Há que descortinar formas eficazes para a mensagem passar, que ter em conta as características do público-alvo, procurar formas de o "agarrar". Caso contrário, por melhores que sejam as intenções do emissor, e eram, o canal de comunicação dificilmente funcionará. É que, com uma plateia de cerca de 200 alunos, passar cerca de uma hora a falar, convenhamos que seria difícil que a mensagem passasse com alguma fluência.
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No final, a constatação: os miúdos estiveram bem (eles, quando para lá foram, até já sabiam a lição), respeitando o outro lado, o palestrante deu o seu melhor. Ficamos-lhe gratos por isso.
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terça-feira, 29 de maio de 2018

CRESCER DE MÃOS DADAS

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A letra, muito bonita, é do Rodrigo Monsanto - 1.º ano
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