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terça-feira, 23 de outubro de 2018

CONFEÇÃO DA MARMELADA

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Desenho de Mafalda Diogo - 4.º ano
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Ingredientes

- Marmelos;
- Açúcar;
- Água.
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Modo de preparação
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Lavam-se muito bem os marmelos.
Cozem-se numa panela com água.
Deixam-se arrefecer, descascam-se, cortam-se aos bocados e passam-se no passador para fazer massa de marmelo.
Pesa-se a massa de marmelo.
Numa panela, coloca-se meio litro de água e 750 g de açúcar por cada Kg de massa de marmelo.
Deixa-se ferver até fazer ponto estrada.
Junta-se a massa de marmelo e mexe-se muito bem.
Está pronta a comer!
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Texto: Afonso Bento - 4.º ano
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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

CHEGOU O TEMPO DA MARMELADA

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Todos os anos, por esta altura, começam a chegar marmelos, vindos, essencialmente, de pais dos alunos e de amigos da escola.
A prática já é comum. Aproveitando a época das colheitas, dá-se vazão a um hábito ancestral da nossa comunidade, enquanto os alunos, sempre curiosos, conjugam a interiorização de hábitos ancestrais com a atividade experimental, enquanto vão adoçando a boca. Não é à toa que curiosos rima com gulosos. :)
Confeção de marmelada: a decorrer dentro de alguns dias, com açúcar q. b., no cenário "gigante" da nossa escola.
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sexta-feira, 22 de junho de 2018

EXISTEM FILTROS DE ÁGUA NA NATUREZA?

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A questão da água assume, nos dias que decorrem, um papel fundamental no bom desempenho da vida no nosso planeta. Há que saber cuidá-la, poupá-la, caso contrário passaremos por muitas dificuldades. É que a natureza, por si só, começa a dar sinais de incapacidade.
Uma questão que se coloca, para quem inicia o estudo daquilo que nos rodeia, é saber se a natureza (ainda) dispõe de filtros para a água.
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Para responder a essa questão, a Joana Augusto serviu-se do seguinte material:
- duas garrafas de água de 1,5 l;
- tesoura;
- solo;
- filtro de café;
- água da torneira;
- uma garrafa com água suja (água misturada com solo, restos de folhas...);
- calhaus, cascalho, areia grossa e areia fina.
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A Joana deveria cortar as garrafas grandes ( de 1,5 l) acima do meio e colocar a parte superior da garrafa virada para baixo a fazer de funil, trabalho esse feito, antecipadamente, em casa.
Com tudo a postos, colocou uma pedra grande a tapar o gargalo, depois pedras mais pequenas, uma camada de cascalho e, por fim, uma camada de areia.
(O outro filtro, entretanto, ficou munido com um papel de filtro) 
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A seguir deitou da torneira numa garrafa com solo, agitou-a e... 
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...deitou-a, alternadamente, nos dois filtros.
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A água saída do filtro de papel estava límpida, mas a outra nem por isso.
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Então a Joana, decidida, resolveu reformular o filtro natural, colocando melhor os seus componentes. Voltou a deitar água suja e... desta vez o resultado foi melhor.
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Conclusão: a água suja ao passar por areia, cascalho e calhaus ficou com um aspeto mais límpido. Estes materiais funcionaram como um filtro natural.
Boa, Joana!
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quinta-feira, 17 de maio de 2018

POR QUE RAZÃO SE APAGA A VELA?

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Os alunos do 4.º ano, numa saga que se deseja muito proveitosa, continuam a assumir, perante a turma - individualmente ou em grupo - a responsabilidade de algumas atividades experimentais. Com isso ganham destreza, confiança e uma melhor compreensão dos fenómenos que os rodeiam.
Hoje coube a vez à Joana Matias e à Beatriz Marques, que se responsabilizaram por demonstrar aos colegas a razão por que se apaga uma vela.
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Para isso muniram-se de três velas, dois frascos de vidro transparente de diferentes tamanhos, um cronómetro (no caso, um relógio), um isqueiro e um tabuleiro.
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Começaram por acender as três velas, que colocaram no tabuleiro.
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Depois, seguindo os cânones, colocaram os dois frascos sobre duas das velas, enquanto pegavam no relógio para registar o tempo que demoravam a apagar as velas.
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Todos puderam verificar que a vela onde estava colocado o frasco pequeno se apagou primeiro, seguindo-se a vela do frasco grande. Entretanto, por mais que o tempo passasse, a vela que tinha ficado de fora continuava a arder.
Conclusão: a vela apaga-se quando se consome o oxigénio do ar.
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Parabéns à Beatriz e à Joana, elas estiveram à altura do desafio.
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segunda-feira, 14 de maio de 2018

VASOS COMUNICANTES

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Como é que a água chega às nossas casas?
Para que isso aconteça, a engenharia serviu-se do princípio dos vasos comunicantes, em que, se colocarmos um líquido em recipientes que comunicam, desloca-se de uns para os outros até ficar ao mesmo nível. 
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Na semana passada, a Matilde incumbiu-se da tarefa de tentar mostrar aos colegas como funcionavam os vasos comunicantes. Para isso utilizou duas garrafas de plástico, uma tesoura, água da torneira e um tubo para encaixar no gargalo das garrafas.
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Após cortar o fundo das garrafas, encaixou o tubo nos dois gargalos, vedando tudo muito bem com fita adesiva. Depois, com a colaboração dos colegas, foi-se deitando água numa das garrafas. O primeiro foi o Francisco...
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...o segundo da fila foi o Diego...
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...depois o Hugo...
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...o Guilherme...
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...o Simão...
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...e, por fim, a Joana Augusto.
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Quando achou que a água já era suficiente para o que pretendia, a Matilde mostrou aos colegas que, nas duas garrafas, ela apresentava o mesmo nível.
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Depois levantou uma das garrafas. A garrafa levantada ficou com menos água e a outra com mais, mas continuavam com o mesmo nível.
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Depois alternou e... o resultado foi o mesmo.
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Conclusão: nos recipientes que comunicam entre si (vasos comunicantes) o nível do líquido fica igual.
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A plateia que, muito interessada, assistiu ao bom desempenho da Matilde.
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quinta-feira, 26 de abril de 2018

POR QUE RAZÃO ALGUMAS GARRAFAS COLOCADAS NO CONGELADOR REBENTAM?

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As atividades experimentais são uma forma eficaz de os alunos comprovarem, na prática, aquilo que a teoria insinua.
Tentando dar vazão a essa convicção, há dias a Beatriz assumiu a responsabilidade de comprovar o seguinte: por que razão algumas garrafas colocadas no congelador rebentam?
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A Beatriz, para descortinar a razão dessa evidência, muniu-se do seguinte material: 1 copo de plástico, água da torneira, balança, copo medidor, caneta de acetato e congelador.
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Depois de colocar a questão à turma, aferiu 1 dl de água no copo medidor...
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... que deitou, em seguida, num copo de plástico.
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Continuou o seu trabalho com a marcação, com uma caneta de acetato, da altura da água no copo.
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Sem hesitações, puxou da balança e mediu a massa (peso) do copo com água. A imagem não é muito nítida, mas pesava cerca de 80 g.
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Seguiu-se um momento fulcral: colocar o copo de água, no congelador, e aguardar durante 5 horas.
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O tempo passou, passou... e as 5 horas esgotaram-se. A Beatriz retirou o copo do congelador e...
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...constatou que o volume da água tinha aumentado...
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...mas que a sua massa se manteve (pesava os mesmos 80 g).
Conclusão: quando a água passa do estado líquido ao estado sólido, o volume aumenta, ocupando mais espaço do que no estado líquido. Se uma garrafa estiver cheia de água, quando é colocada no congelador pode rebentar porque a água no estado sólido ocupa mais espaço
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Parabéns à Beatriz pelo seu bom desempenho!
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sexta-feira, 20 de abril de 2018

POR QUE RAZÃO SE UTILIZA SAL NAS ESTRADAS GELADAS?

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É costume por aqui ir dando protagonismo aos alunos, à medida que desenvolvem competências, no desenvolvimento de certos trabalhos: ganham experiência, desenvolvem novos atributos, aumentam a autoestima.
Encontrando-se a turma a estudar a relação entre os estados físicos e a temperatura, a Matilde Saraiva e a Maria Benedita prontificaram-se, esta semana, a contribuir para a resposta à seguinte questão: por que razão se utiliza sal nas estradas geladas?
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Elas reuniram-se, prepararam a sessão e, no dia da sua performance, apresentaram os seguintes materiais: água da torneira, três copos de plástico, sal de cozinha, copo medidor, colher, caneta de acetato, termómetro e, à sua disposição, um congelador.
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Começaram por numerar os copos: 1, 2 e 3.
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A seguir, servindo-se dum copo medidor, colocaram 50 ml de água em cada copo.
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Depois, meticulosamente, adicionaram uma colher de sal no copo 2 e três colheres de sal no copo 3. O copo 1 ficou isento de sal.
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Seguiu-se a medição do congelador: estava com - 9º.
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Por fim, concluídos todos os preceitos, colocaram os três copos no congelador.
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A partir daqui havia que registar observações, de 30 em 30 minutos, durante 5 horas.
Excetuando, por motivos óbvios, a hora de almoço, registaram-se as seguintes observações.
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O aspeto final dos três copos
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Todos puderam verificar que a água no copo 1 (sem sal) demorou menos tempo a solidificar. Logo, quanto maior a quantidade de sal, mais tempo demora a solidificar a água.
Conclusão: o sal é utilizado nas estradas porque, quando misturado com gelo ou neve, faz diminuir o ponto de fusão, ou seja, a água com o sal funde a uma temperatura abaixo dos 0º C.
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Para a posteridade, aqui fica registado, com toda a razão, o ar de satisfação das nossas "cientistas" pelo seu bom desempenho.
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