segunda-feira, 21 de outubro de 2013

VISITA AO MUSEU ARQUEOLÓGICO JOSÉ MONTEIRO

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Sexta-feira, dia 18, fomos ao Museu Arqueológico Municipal José Monteiro.
Primeiro saímos da escola e apanhámos o autocarro para o museu. Quando lá chegámos fomos apresentados a um senhor que nos ia guiar.
Vimos muitos objetos dos tempos antigos e ficámos a saber mais sobre quando o homem era caçador-recoletor.
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Passámos à fase sedentária, onde o homem trabalhava os minerais e aprendeu que podia cultivar e domesticar os animais. Começou a construir casas, mas sempre com coisas simples.
Depois vimos a parte dedicada aos Romanos. A chegada dos Romanos foi muito importante, trouxeram para cá as suas fantásticas formas de construir e os seus costumes. Ficaram cá durante oito séculos. Vimos a epigrafia romana (estelas, marcos miliários) e outros adereços como canalizações, telhas, talhas...
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Depois, infelizmente, acabou a visita. Mas se quiserem aprender e saber mais, visitem o Museu José Monteiro, onde se encontra uma grande variedade de coisas sobre a história da nossa região.
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Texto: Francisco Paulo - 4.º ano
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AMIGOS ESPECIAIS - 1

Há momentos, no dia a dia da escola, que não precisam de qualquer explicação. O importante é vivê-los e apreciarmos a alegria que nos proporcionam. Sem mais palavras...
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O Piloto é o melhor irmão do muuuunnnnnn...... do!
Já tenho o Piloto desde o tempo em que eu era bebé, porque a minha mãe querida também o tem desde essa altura.
O Piloto adora queques de chocolate e de morango!
Eu adoro levá-lo para a escola. Eu e ele gostamos muito da professora. O Piloto adora "mentir" à professora, mas ele é um grande aluno, é mesmo a sério!
Quando eu vou ao parque, ele vai ao parque; quando eu vou ao rio, ele vai ao rio, mas se eu vou ao poço, ele já não vai!
Há dias, o Piloto fez anos e nós cantámos-lhe os parabéns! Foi muito divertido!
O Piloto é o melhor irmão e a nossa grande amizade é o nosso segredo!
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Texto - Eduardo Lopes - 2.º ano
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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

OUTONO

Guilherme Duarte - 2.º ano
 
O outono é uma estação do ano que começa a 22 de setembro e acaba a 20 de dezembro.
O tempo arrefece, está mais frio. O sol vai tirando uns dias de férias e o céu fica nublado. Há mais vento e, por vezes, chove.
Temos de vestir roupas mais quentes, usamos botas e utilizamos o guarda-chuva.
Nesta estação do ano há frutos apetitosos: romãs, laranjas, maçãs, peras, uvas, dióspiros, castanhas, marmelos, frutos secos...
No campo fazem-se as vindimas, a desfolhada, colhem-se os frutos...
Tomás Matos - 2.º ano
Nesta altura do ano fazem-se os magustos, festeja-se o Dia de São Martinho, o Halloween, o Dia Mundial da Alimentação, entre outros.
A Natureza pinta-se de cores alegres e bonitas: amarelo, laranja, castanho, vermelho, roxo.
Há novos cheiros no ar: o fumo das castanhas assadas, o aroma da marmelada, o cheiro a terra molhada.
Os animais também sentem a chegada do outono. Alguns, como as andorinhas, as cegonhas, migram à procura de comida e calor, outros armazenam alimentos para o inverno.
No outono muda a hora. Os dias são mais curtos e as noites mais longas.
Há muitas razões para se gostar do outono. Há quem goste do tempo mais fresco, de brincar com as folhas secas, das cores lindíssimas que a Natureza oferece...
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Texto coletivo - 2.º ano
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

OS CONSTRUTORES DO FUTURO

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Ideias não lhes faltam, materiais muito menos. São os construtores de cidades, em formato geométrico, verdadeiros construtores do futuro.
A ideia surgiu há dias, numa aula de Matemática, quando estudavam os sólidos geométricos. Desafiados a trazer para a escola materiais reutilizáveis com o formato clássico dos sólidos, a resposta ultrapassou todas as expetativas. E a pilha de materiais ia aumentando de tal forma que, antes que se desse o caos, houve que dizer "já chega".
Ontem eles começaram a construir. Divididos em dois grupos, começaram a discutir ideias - às vezes com demasiado calor - a projetar, a descobrir formas de consenso. E as primeiras construções começaram a surgir.
Hoje, surpreendentemente, a maior parte deles não quis ir lá para fora no intervalo. Ficaram na sala, a construir, deleitando-se com os primeiros resultados da sua obra, com um entusiasmo que, por vezes, chegava a ser transbordante.
Amanhã, e nos dias que se seguem, a obra continua. E eu não posso deixar de sorrir, satisfeito. O futuro, não haja dúvida, espera por eles.
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

LENDA DA ARGEMELA

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Cabeço da Argemela
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Empenhados em levantar a poeira de certas memórias que, infelizmente, se vão perdendo, os nossos alunos começaram a fazer a recolha de algum património imaterial. Fiquemos com um exemplar das primeiras recolhas, uma das várias lendas que se contam sobre a Argemela.  
O cabeço da Argemela, situado no centro de um triângulo com os vértices nas povoações de Lavacolhos, Telhado e Barco, foi outrora habitado, como o comprovam os vestígios, ainda aí visíveis, de um castro que, segundo alguns, é de origem lusitana.
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No vale do rio Zêzere, na fronteira entre os concelhos do Fundão e Covilhã, existe um cabeço de elevadas proporções chamado Argemela. Ali construíram outrora um castelo, os Romanos ou os Mouros.
Nas faldas de uma colina sobranceira, na margem oposta ao rio, teve igualmente assento a residência de um rei godo, que lutou sem tréguas contra os invasores mouros.
Aconteceu que, certo dia, o rei godo teve de ausentar-se, deixando sem guarda a sua única filha, que era muito bonita. O mouro, aproveitando a ocasião, assaltou o solar do rei godo e raptou-lhe a filha.
O rei, ao regressar, e ao dar pela falta da filha, jurou vingar-se, o que, na verdade, nunca conseguiu. Constando-lhe que a filha fora morta e ouvindo vagamente os seus gemidos sem que pudesse precisar onde ela se encontrava, dizia, lamentando-se:
- No ar geme ela. Este desabafo do pai resultou na palavra Argemela, nome pelo qual é conhecido o referido cabeço.
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Recolha de José Pedro Tadeia - 4.º ano
Fonte: Contos e Lendas da Beira, de Jaime Lopes Dias
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terça-feira, 15 de outubro de 2013

A SEMENTEIRA


É assim todos os outonos. Saímos da escola, atravessamos as velhas ruas da aldeia, dando-lhes a cor e o movimento de outrora, e dirigimo-nos para a zona da igreja, onde nos aguarda o ato cerimonial de mais uma sementeira. O terreno, já preparado por mãos hábeis, está apto a receber as sementes de centeio e de trigo, símbolo de esperança de qualquer vida que se preze. E assistimos, participamos, bebemos memórias únicas dum passado que nos orgulha.
Todos os anos, por esta altura, com a sabedoria dos ancestrais a tiracolo, semeamos a construção do nosso futuro.
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AC
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SEMEEI NA MINHA QUINTA

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A turma do 3.º ano continua a reescrever poemas, brincando com as rimas. Desta vez fizemos umas «sementeiras» muito engraçadas. Vamos mostrar-lhes algumas delas.
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Semeei na minha quinta
três lindos diamantes:
nasceram três selvas
que tinham elefantes.
Adriana Cruz
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Semeei na minha quinta
três ramos de flores:
nasceram mais três
com muitas cores.
Graça Marques
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Semeei na minha quinta
um foguetão:
nasceu um robô
que me deu um camarão.
Rodrigo Pereira
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Semeei na minha quinta
três ladrões
nasceram polícias
com pavões.
Filipa
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Semeei na minha quinta
os dentes de um cão:
nasceu um mágico
que me deu um leão.
Dany Fontes
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Semeei na minha quinta
três diabos feios:
nasceram casas de terror
com meninos cheios de receios.
David Oliveira
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Semeei na minha quinta
um velho com um repolho:
nasceu uma vaca bem gordinha
mandou-me tirar o olho.
Dinis Godinho
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Semeei na minha quinta
seis vidros da minha irmã:
antes que algo nascesse
ela deu-me uma romã.
Juliana Oliveira
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Semeei na minha quinta
três bonitas asas:
nasceram anjos
sem nenhumas armas.
Fabiana Sanches
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

PARABÉNS, FRANCISCO!

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Ontem, 13 de outubro, eu fiz nove anos.
Foi muito bom eu ter feito anos.
A minha parte divertida das festas é o convívio com as pessoas. Ah, é claro que também gosto de brincar!
Na minha festa houve uma caça ao tesouro e eu ajudei um grupo que foi o primeiro a ganhar. Havia três grupos, e também havia insuflável, mas tinha um furo enorme.
Eu tenho uma coleção enorme de legos: tenho o quartel dos bombeiros, a esquadra da polícia e um tribunal, etc.
Os meus colegas são muito simpáticos para mim e eu para eles.
Eu tenho dois cães, o Rex e o Zinky.
O meu prato favorito é piza e o meu passatempo preferido é jogar minecraft.
Ontem, à noite, tive uma surpresa inesperada, que foi um PC da última geração, tão avançado que consegue ver o tempo em todo o mundo.
Foi bom fazer nove anos, sinto-me orgulhoso e crescido.
Espero que a próxima festa seja igual. Obrigado amigos e mãe, foi o melhor dia da minha vida.
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Texto: Francisco Araújo - 4.º ano
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Desenho de Francisco Paulo - 4.º ano
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Ontem, dia 13 de outubro, o Francisco Araújo fez nove anos.
O Francisco é um rapaz muito inteligente e simpático. Ajuda-nos quando nós mais precisamos. Toda a gente sabe que pode confiar nele e ele também sabe que pode confiar em nós.
Ele adora brincar com legos. Nas aulas ele porta-se muito bem.
Apesar de ele se dar muito bem com todos os colegas, o melhor amigo dele é o João Manique.
Toda a gente o trata pelo seu apelido, Araújo. Eu acho que só não gosto de uma coisa nele, é benfiquista!
Conta muitos, Francisco. Parabéns!
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Texto: Madalena Filipe - 4.º ano
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OS PRIMEIROS VOOS DAS AVEZINHAS

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Desenho da Mafalda - 1.º ano
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Desenho da Maria - 1.º ano
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sábado, 12 de outubro de 2013

DEBATE - QUAIS AS ORIGENS DO MAU COMPORTAMENTO?

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Não queremos ser mal interpretados. A publicação de temas como este, que sabemos polémico, não pretende defender qualquer ponto de vista, apenas o suscitar do debate e da reflexão. Tão só.
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Luís Maia é o autor do livro "E Tudo Começa no Berço", no qual o autor defende que é desde o nascimento da criança que se desenvolvem  grande parte das suas características, positivas ou negativas. "Perdoem-me pais, mas a culpa de muitos de nós não termos controlo sobre  o comportamento dos nossos filhos, estou convencido, não é dos filhos, nem  da sociedade: é nossa", escreve o autor, alertando para a necessidade de  os pais estarem mais presentes na vida dos filhos. 
Partindo de exemplos práticos, Luís Maia pretende demonstrar como a  desresponsabilização dos membros familiares e educadores próximos das crianças  e adolescentes apenas contribui para a acomodação a uma sociedade desumanizada.
Então haverá, ou não, uma relação entre o comportamento das crianças e  a forma como são educadas desde bebés? Na opinião do psicólogo, baseada  em 20 anos de prática clínica, essa relação é bem evidente e manifesta-se  em 90 por cento dos casos. "Na minha opinião, cerca de 90% da responsabilidade do comportamento  inadequado das crianças e adolescentes está sedeado nas práticas educativas  nos primeiros dias e anos da criança", disse em declarações à Lusa, adiantando  que na maioria dos casos são os pais que precisam de ajuda para se reorientarem  na educação dos seus filhos. 
Luís Maia explica que nos milhares de casos que já atendeu, quando começa  a investigar as causas dos comportamentos inadequados das crianças, quer  sejam de indisciplina escolar, de violência contra os pares ou de outras  atitudes antissociais, na maioria das vezes os pais foram orientados percebendo  que eram as suas práticas educativas que deveriam ser alteradas. 
A má prática educativa, explicou, ocorre em todas classes socioeconómicas  e mesmo em ambientes familiares normais quando, por exemplo, os pais se desautorizam  em frente à criança, quando quebram rotinas ou quando delegam competências.
A sociedade, defende o autor em declarações à agência Lusa, desaprendeu  a arte de educar os filhos e a comportarem-se em sociedade, delegando nas  estruturas essa responsabilidade. Uma aposta que considera errada. 
A educação desde o nascimento, diz, determina efetivamente o percurso  de uma criança, porque "tudo começa no berço" à exceção, de uma pequena minoria  em que há de facto problemas no desenvolvimento ou distúrbios psicopatológicos.
O livro é baseado em vivências e casos reais, fruto da experiência do  autor no acompanhamento de jovens e famílias. 
Trata-se de um guia com informações dedicadas à boa aplicação da prática  educativa, para pais, educadores, cuidadores, educadores de infância, professores  dos mais variados níveis de ensino, psicopedagogos, psicólogos, técnicos  de saúde mental, entre outros.  
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