segunda-feira, 2 de março de 2015

A OVELHINHA PRETA

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Mais uma história para ouvir, mais aventuras para descobrir! 
Os alunos do 1.º ano já tinham explorado, no manual de português, um excerto da história "A ovelhinha preta" de Elizabeth Shaw. A motivação estava instalada e havia que saciar a curiosidade sobre o final desta história. Foi o que fizemos.
Primeiro, brincaram com as palavras...
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Depois, criaram um rebanho de ovelhas...
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A seguir, bem, como faltava uma ovelhinha, que por ser muito distraída tinha o hábito de se afastar do rebanho, tiveram que a procurar... Procuraram, procuraram...
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E... encontraram-na! Era uma ovelhinha preta!
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Ilustraram o cenário com as personagens principais da história: o pastor, as ovelhas e o cão-pastor...
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E, finalmente, ouviram a leitura completa da obra "A ovelhinha preta", uma história com ilustrações a preto e branco que culminou em diálogos sobre a igualdade e a diferença, a coragem, a união...
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Ilustração retirada da obra.
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No final da história, o pastor já "...tinha um rebanho de ovelhas e carneiros brancos e pretos e malhados. Eram todos diferentes, e ainda bem, porque agora eram todos iguais."

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

PLANTAS - O PESSEGUEIRO

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O pessegueiro é uma árvore originária da China.
A história do pessegueiro é quase tão antiga quanto a da agricultura.
O pessegueiro inicialmente tem raízes profundas, as quais depois se desenvolvem lateralmente, tornando-se numerosas, extensas  e pouco profundas. A zona de desenvolvimento das raízes é geralmente muito maior do que a área ocupada pela parte "aérea" da planta.
O pessegueiro é uma árvore de folha caduca. As suas folhas são compridas, estreitas e de coloração verde clara.
As suas flores têm uma coloração rosada ou roxa e começam a aparecer no início de março.
A maior parte das variedades de pessegueiro são auto férteis não necessitando de outras variedades para ter produção. A polinização é feita por insetos (abelhas) ou pelo vento. Algumas variedades de pessegueiro são: Rich Lady, Sweet Dream, Catherina, Big Sun e Tardibelle.
O pessegueiro tem uma vida produtiva que pode chegar aos 15 anos e entra geralmente em produção logo no segundo ano de vida.
O fruto (pêssego) pode ser de forma esférica ou oval e de cor amarela avermelhada ou esverdeada e amarelada. O pêssego pode ter a polpa amarela ou branca. 
O pessegueiro pertence ao grupo das prunóideas (árvores que produzem frutos com caroço).
O pessegueiro é uma árvore que se desenvolve muito bem em solos de textura franco-argilosa, profundos, bem drenados e férteis.
Em termos de poda, os pessegueiros podem ser podados em vaso (3 ou 4 pernadas principais) ou em eixo (apenas uma pernada central).
O pessegueiro é uma planta que necessita ser regada e essa rega deverá ser aumentada a partir do início do engrossamento dos frutos.
As principais doenças dos pessegueiros são: lepra, crivado, oídio e cancro. Estas doenças são combatidas com a aplicação de fungicidas.
As principais pragas ou inimigos que atacam os pessegueiros são: cochonilhas, afídeos ou piolhos, anarsia, mosca da fruta e ácaros. Podem ser combatidos com inseticidas.
Os pessegueiros são sensíveis a geadas tardias e a ventos fortes, os quais causam a morte das flores e a consequente perda total ou parcial da produção.
O pêssego é um fruto rico em vitaminas C, B e A.
A nível de culinária é utilizado em tartes, doces, conservas e licores e é consumido como fruto fresco.
A nível medicinal, as flores e as folhas têm efeitos calmantes.
A China e a Itália são atualmente os maiores produtores de pêssego a nível mundial.
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Pesquisa: Bernardo Martins - 3.º ano
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

COMPOSIÇÃO POLIGONAL

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A definição da tarefa tinha sido bem clara: 
- Faz uma composição com polígonos, ocupando toda a folha. Pinta com quatro cores diferentes, de forma a que as cores iguais nunca se encontrem.
E assim se fez.
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Dinis Monteiro - 4.º ano
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Bruno Luz - 4.º ano


Adriana Cruz - 4.º ano

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

PARABÉNS, BEATRIZ!

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Comemorar aniversários, nestas idades, é coisa séria. A Beatriz que o diga, pois desde segunda-feira não se tem cansado de dizer, a toda a gente, e sempre com um brilhozinho nos olhos, que quarta-feira iria fazer 7 anos. 

Hoje, quando chegou à escola, os olhos da Beatriz denunciavam o que lhe ia na alma, Estava mais contida, sentindo a importância do momento - sete anos, para eles, é um grande marco - e a disfarçada ansiedade só começou a desaparecer quando a mãe entregou na escola o bolo de aniversário. Finalmente ia comemorar com os colegas!
A Beatriz é uma menina inteligente e perspicaz, com sentido de humor, que leva muito a sério as aprendizagens. Não é, pois, de admirar, que esteja a conseguir bons resultados neste seu mergulhar na vida escolar. Mas não há que ter pressa, a vida é para ser vivida todos os dias, sem queimar etapas.
Parabéns, Beatriz!
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O TUBARÃO COM ORELHAS DE GATO E UMA BOIA DE PATO

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Dissemos aqui, há dias, que a turma do 2.º ano tinha feito uma série de trabalhos a partir da audição da canção "Os monstros". Primeiro imaginaram os monstros da canção, depois escreveram sobre eles. Sigamos o rasto dum desses animais.
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Era uma vez um tubarão que vivia no fundo do mar numa gruta. Ele vivia com os seus avós.
Um dia ele foi arrastado pelo mar. Ele foi parar a uma ilha... Encontrou um feiticeiro que lhe pôs umas orelhas de gato e uma boia de pato. E disse-lhe para ele se ir embora.
Ele nadou, nadou... e encontrou outra ilha e nadou até ela.
Encontrou outros animais que eram estranhos e viveu com eles.
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Texto e ilustração: Maria dos Reis São Pedro - 2.º ano
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

PLANTAS - O CATO

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Os alunos do 3.º ano iniciaram o estudo dos seres vivos do ambiente próximo (plantas e animais). 
Numa perspetiva mais ampla, e de forma a desenvolver hábitos de pesquisa e o interesse pelo conhecimento, cada aluno escolheu uma planta que gostaria de conhecer melhor. 
Hoje foi dia de apresentação dos trabalhos e surgiu uma interessante variedade de escolhas: malmequer, camélia, tulipa, rosa, salsa, pessegueiro, cerejeira, algodoeiro, bonsai, e até uma planta carnívora, a dioneia.
A Alexandra e o Miguel trouxeram amostras do cato e falaram das suas características. Aqui deixamos as informações recolhidas. 
Seguir-se-ão outras pesquisas que publicaremos em outros posts. 
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Os catos são plantas espinhentas que crescem tanto como árvores, arbustos ou forrações.
Praticamente todos os catos contém uma seiva amarga, algumas vezes leitosa, em seu interior.
Em muitas espécies, as folhas são grandemente ou inteiramente reduzidas, modificadas em espinhos reunidos em ponto saliente, que constitui a aréola, de onde se originam ramos folhas, flores...
As flores são grandes e abrem tanto durante o dia como à noite, dependendo da espécie. O seu formato varia medindo de 2 milímetros a 30 centímetros. A maioria apresenta sépalas numerosas, de cinco a cinquenta, de formas variáveis do exterior para o interior da flor.
Os catos com caules verdes, suculentos e espessados são capazes de realizar a fotossíntese e armazenar água. 
A maioria dos catos tem raízes muito rasas que podem estender-se perto da superfície do solo para coletar água.
O fruto apresenta-se numa espécie de baga ou cápsula carnosa com cerca de 3000 sementes.
A expetativa de vida de um cato raramente é superior a 300 anos e há catos que vivem somente 25 anos.
Alguns catos, além de plantas de jardim, cultivados em vasos ou, nalguns países, utilizados como cercas, produzem frutas comestíveis, como o figo da índia.
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Pesquisa - Alexandra Abrantes e Miguel Oliveira - 3.º ano
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

PABLO, O PINTOR

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Recordam-se do nosso Picasso? Sim, é isso mesmo! Ele esteve na sala do 1.º ano para falar sobre a vida e obra do famoso pintor espanhol Pablo Picasso! Cativou a plateia e suscitou a curiosidade necessária para a audição da história "Pablo, o Pintor" de Satoshi Kitamura.


À vida e obra de Picasso, passando por algumas pinceladas, seguiu-se a história de Pablo, um elefante cujo sonho era ver um quadro seu numa exposição de pintura. A exposição ia acontecer e todos os membros do Clube de Arte da Avenida dos Cascos estavam entusiasmados. Todos, menos Pablo, que parecia estar a sofrer de um "bloqueio artístico", pois tudo o que desenhava não lhe parecia suficientemente bem. Seguindo o conselho da jovem Hipo, lá foi ele para o campo à procura de inspiração. E os nossos alunos? Ah, também foram, claro!
A história tinha "saltado" para a sala de aula e agora a sala de aula "saltava" para a história! :) A leitura do livro lá continuou, agora acompanhada de 19 pintores que tentavam dar vida à folha branca de papel. O que Pablo pintou na sua tela, os alunos desenharam na sua folha. Primeiro, uma árvore muito alta, depois, bem, depois Pablo adormeceu, o que não aconteceu na sala de aula! :) Felizmente, a turma continuou a ouvir a história e a pintar, a turma continuou a expressar-se e a "sonhar"...
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No final da história, compararam-se as pinturas dos alunos com o quadro de Pablo e, se na história "... foi um sonho que se tornou realidade" e o talentoso elefante foi considerado um génio, na sala de aula os trabalhos dos alunos também merecem os nossos aplausos! Pois, como dizia Picasso: "Pinto as coisas como as imagino e não como as vejo.".
Aqui deixamos duas das pinturas produzidas.
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Nádia Pereira - 1.º ano
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Alan Galante - 1.º ano

De forma a concluir as atividades relacionadas com a exploração desta obra, os alunos ainda preencheram uma ficha de leitura. Na verdade, eles não resistiram e até foram visitar a exposição para apreciar outros quadros e dar os parabéns ao elefante Pablo, como podem constatar na última página da ficha! :) 
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Ficha de Leitura: Matilde Saraiva - 1.º ano


BD - A GIRAFA QUE COMIA ESTRELAS

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A exploração de obras literárias, adequadas ao escalão etário de cada turma, tem sido uma prática muito cultivada na nossa escola. Na turma do 2.º ano, desta vez, foi trabalhada a obra A Girafa que Comia Estrelas, de José Eduardo Agualusa, que deu azo à produção de algumas BD's. Aqui fica o registo de três desses trabalhos.
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Turma do 2.º ano
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

RASTROS

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Quando há experiências que culminam em bons resultados e que são do agrado dos envolvidos, o melhor é continuar a desenvolvê-las. Assim sendo, ainda antes da interrupção de Carnaval, as turmas do 1.º e do 3.º ano voltaram a estar juntas para partilharem estratégias matemáticas e aguçarem o apetite competitivo. Desta vez, foi o jogo matemático "Rastros" que esteve em cima da mesa. Recordemos, então, as regras deste jogo.

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Autor: Bill Taylor (em 1992)
Material: 
- Tabuleiro quadrado de 7 por 7. No canto inferior esquerdo a casa encontra-se marcada com o número 1 (casa final do primeiro jogador) e no canto superior direito a casa encontra-se marcada com o número 2 (casa final do segundo jogador).
- 48 peças circulares e uma peça triangular (ou 48 peças da mesma cor e uma peça de cor diferente)
Número de jogadores: Dois
Objetivo: Um jogador ganha se a peça triangular (ou se a peça de cor diferente) se deslocar para a sua casa final ou se for capaz de bloquear o adversário, impedindo-o de jogar.
Regras: O jogo começa com a peça triangular (ou de cor diferente) na casa (e,5). Cada jogador, alternadamente, desloca a peça triangular para um quadrado vazio adjacente (vertical, horizontal ou diagonalmente). A casa onde se encontrava a peça triangular recebe uma peça circular. As casas que recebem peças circulares não podem ser ocupadas pela peça triangular.
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Regras rapidamente explicadas pelos tutores, dúvidas esclarecidas e tutorados atentos e impacientes para pôr à prova as suas habilidades matemáticas!
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Concentração!
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Exemplo de um tutor empenhadíssimo na explicação de estratégias de jogo!
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Estes tutorados dão luta! :)
Muito bem! .
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E, mais uma vez, ambas as partes, tutores e tutorados estão de parabéns pela participação e cumplicidade evidenciadas. 
Numa próxima sessão, as cores do "Semáforo" entram em ação!
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MONSTROS COM LAIVOS DE SIMPATIA

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Há dias, mais propriamente no início do mês, os alunos do 2.º ano tiveram oportunidade de ouvir a canção "Os monstros". Convidados a imaginar os animais da canção, os resultados foram surpreendentes. Ora fiquem lá com dois exemplos.
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Afonso Figueiredo (2.º ano), Rinoceronte com asas de mosquito 
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Maria (2.º ano), Tubarão com orelhas de gato e boia de pato
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