quarta-feira, 1 de Outubro de 2014

A AVENTURA DO TIO

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Numa bela manhã, o tio pensou ter uma aventura que ficasse para a história.. Levantou-se, vestiu-se e foi ver o seu velho avião e pensou:
- Vamos partir numa aventura.
Enfiou-se no avião e lá levantou voo para a Ilha dos Piratas. Assim que aterrou encontrou um papagaio. Mas como já estava a anoitecer ele encontrou uma caverna onde acendeu uma fogueira, juntou umas folhas e adormeceu. No dia seguinte o tio levantou-se e perguntou ao papagaio como se chamava. Ele respondeu que se chamava Periquito das Águas.
O tio, admirado com o nome do papagaio, perguntou-lhe se ele queria embarcar na aventura. E o Periquito respondeu-lhe que sim. Então os dois amigos partiram em busca de um tesouro.
Quando encontraram a gruta dos tesouros o Periquito alertou o tio que já muitos lá tinham entrado mas ninguém tinha saído.
O tio disse:
- Temos de ter cuidado.
Assim que entraram uma bola de pedra ia atrás do tio e do papagaio e os dois desataram a correr pelo resto da gruta. Pelo caminho a bola parou mas, de repente, uma seta acertou na asa do papagaio. O tio pegou nele e levou-o ao colo. O tio tropeçou no tesouro e caiu em cima da arca.
O tio despediu-se do papagaio e partiu para casa, rico, no seu avião.
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Texto da Beatriz - 4.º ano
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terça-feira, 30 de Setembro de 2014

A VONTADE DE APRENDER

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Com um i e um u, iu
Aquilo que já se viu!
Com um u e um i, ui,
Onde é que eu já fui!
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Os dias têm sido intensos, numa amálgama de interiorização de regras com aprendizagens curriculares. Mas o trabalho lá prossegue, com vontades mil.
Nestes primeiros tempos, a melhor forma de perceber a sua vontade de aprender é, sem dúvida, saber ler a intensidade do seu olhar. Se repararem bem, contornando um ou outro receio, os olhos deles brilham tanto!
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PARABÉNS, JOANA!

 
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Ontem fiz 8 anos e festejei o meu aniversário na escola com os meus amigos e com o meu irmão Guilherme que entrou para o 1.º ano.
Na escola gosto de estudar Estudo do Meio e no recreio gosto de saltar à corda e de brincar às Pinypons.
Gosto de comer bacalhau à brás, salada de tomate e a minha fruta preferida é a maçã. O sumo de laranja é a minha bebida favorita.
Sou do Sporting, mas a cor que eu mais gosto é o violeta.
Os meus colegas dizem que eu sou gira, elegante, corajosa, amiga, simpática e inteligente e eu agradeço.
Adoro cachorrinhos!
De todas as estações do ano, o verão é a minha favorita porque posso brincar na praia e fazer castelos de areia.
Quando for crescida quero ser dançarina porque gosto muito de dançar. Hoje tenho aulas de ballet.
Beijinhos!

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Texto: Joana Agostinho - 3.º ano
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segunda-feira, 29 de Setembro de 2014

FAZ DE CONTA QUE...

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Basta vir um raio de sol e é vê-los a brincar, felizes, alheios às contas do tempo.
Enquanto os mais velhos se deixam seduzir pela magia da bola a rolar, os mais novos revelam outros interesses. Para eles, em início de descoberta, as bolotas que caem do carvalho que ladeia a entrada, mais uma pitada de terra, são motivo mais que suficiente para despertar o maravilhoso que neles habita, um faz de conta que os transporta para lá dos muros que os protegem.
As crianças de hoje, seja na escola ou numa instituição de tempos livres, passam cada vez mais tempo dentro de quatro paredes.E eles precisam tanto de brincar!
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QUEM FOI EUGÉNIO DE ANDRADE?

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Registo elaborado por Filipa Carvalho - 3.º ano
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quinta-feira, 25 de Setembro de 2014

FINAIS DE TARDE - 1

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À semelhança de outros anos, muitas vezes, logo pela manhã ou depois da hora do almoço, há sempre alunos que trazem algo para partilhar com os colegas. Uns querem contar adivinhas, anedotas ou até ler histórias, outros até preparam experiências para realizar na sala...
No final do dia, depois dos lápis e canetas serem devidamente arrumados para um merecido descanso, os últimos minutos são quase sempre dedicados a esses momentos mais descontraídos e também enriquecedores.
Desta vez, no papel de mágico, foi a vez do Eduardo apresentar à turma um truque de magia...
Aqui deixamos a amostra desse momento.
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Quatro cartas: rei de copas, rei de ouros, rei de espadas e
rei de paus.

O mágico pediu ao Diogo para escolher uma carta...

O Diogo observou bem a sua carta, sem a mostrar
ao mágico!

Neste momento, o mágico, com toda a atenção possível,
tentava descobrir a carta que o Diogo escolheu...

E... aqui está, o rei de espadas! Em cheio!
Parabéns ao mágico! Foi uma magia muito bem preparada pois,
até ao momento, ainda ninguém descobriu como tal aconteceu...
E ainda bem! :)
 

quarta-feira, 24 de Setembro de 2014

O CASTELO VERDE

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Quem poderia salvar uma princesa fechada num castelo com 7 torres, 77 janelas, uma escada com 777 degraus e cujos muros estavam cobertos por uma hera com cerca de 7777 folhas?

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Ouvido o início da história de Maria Isabel de Mendonça Soares, coube aos alunos "treparem" pela sua imaginação, descrevendo a princesa e encontrando um final para esta aventura.
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"A princesa do Castelo Verde era linda como a Lua em quarto crescente..."
Os seus cabelos compridos e loiros ficavam muito bem com os seus olhos azuis e as pestanas compridas. A princesa não era muito alta, mas o seu sorriso era lindo e do tamanho do mundo.
Ela era simpática, gentil e muito educada.
Como era princesa, tinha dois armários cheios de vestidos coloridos e com brilhantes.
O seu quarto era muito colorido e cheio de alegria.
Às vezes, a princesa gostava de ir à janela e de observar as flores, as montanhas, o tapete verdejante do castelo e alguns animais que por ali passavam.
Ela gostava muito de dançar mas sentia-se sozinha.
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"De sete em sete anos, no sétimo dia do mês sete, a princesa do Castelo Verde subia à torre mais alta e dizia:
- Cavaleiro ou pastor, trazei-me o anel das 7 pedras que está no salão 7 do castelo..."
O tempo ia passando mas ninguém por ali passava...
Certo dia, pelas 7 horas, um cavaleiro apareceu junto ao castelo. Tinha seguido as 7 cores do arco-íris e tinha ido ali parar. Ouvindo o pedido da princesa, entrou no castelo. Ele estranhou não ver por ali nenhum guarda, mas continuou o seu caminho e entrou no salão 7 do castelo. Lá estava o anel das 7 pedras. Ao tirá-lo, o alarme do castelo disparou e apareceram guardas por todos os lados. O cavaleiro explicou que não ia roubar o anel, apenas queria ajudar a princesa.
O cavaleiro subiu até à torre mais alta do castelo, colocou o anel no dedo da princesa e os guardas e todas as plantas trepadeiras desapareceram. A princesa, linda como a Lua em quarto crescente, agradeceu ao valente cavaleiro...
 
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Descrição da princesa: Alexandra Abrantes - 3.º ano
Final da história: Mariana Martins - 3.º ano
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terça-feira, 23 de Setembro de 2014

OS NOVOS CALOIROS

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O coração de um professor nunca está vago. Embora o calor do grupo que partiu ainda cirande por aqui - e terá sempre um lugar especial no cantinho dos afetos - já há quem bata à porta, de olhos brilhantes, a reivindicar o seu espaço. São os novos caloiros, vinte passarinhos desejosos de se afirmarem, de aprenderem a voar.
O coração de um professor é uma casa com muitas janelas, com vista para todo o tipo de paisagens, mas muito daquilo que o move é forjado na genuína energia destes pequenos seres. E isso compensa tudo.
No início de uma nova etapa das suas vidas, temos a certeza que eles estão prontos para enfrentar os desafios da viagem.
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segunda-feira, 22 de Setembro de 2014

A BIBLIOTECA EUGÉNIO DE ANDRADE NA ESCOLA

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Há coisas que não mudam, e ainda bem. Todos os anos, por esta altura, as "Meninas da Biblioteca" fazem uma ronda pelas escolas. Trazem sempre livros na bagagem e, questão fundamental, uma vontade enorme em seduzir novos leitores, intenção que alimentam com uma paixão e um profissionalismo dignos de exaltar.
Hoje, a meio da manhã, a Gabriela e a Angelina "piscaram o olho" às turmas do 2.º e 4.º anos, à tarde foi a vez do 1.º e do 3.º. Os alunos, como sempre, ficaram rendidos, com vontade de mais. E não era caso para menos.
Por mais que a vida dê voltas, é assim, com gestos como este, que as coisas boas acontecem...
Obrigado, amigas!
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PARABÉNS, JOSÉ MIGUEL!

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Entrou há uma semana para a escola, cheio de vontade de aprender, e hoje completou 6 anos. Trouxe bolo(s), partilhou, festejou condignamente com os colegas. E traz com ele tantos sonhos na algibeira...!
Parabéns, José Miguel!
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