Quinta-feira, 31 de Maio de 2012

VISITA DE ESTUDO - PROGRAMA

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As visitas de estudo, pela sua particularidade, constituem sempre um momento apetecível para qualquer aluno. Eles valorizam bastante a parte lúdica, mas uma visita deste género vai para lá desse âmbito. Basta referir, à laia de exemplo, a aquisição de novos conhecimentos e o desenvolvimento da sociabilidade.
Este ano a opção contemplou as vertentes científica e histórica, o que se traduziu, na prática, pela visita ao Parque Temático de Astronomia, do Centro Ciência Viva de Constância, e ao castelo de Almourol.
Mas atentemos no programa.
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7:20 - Concentração dos alunos na escola
7:30 - Partida
8:30 - Pequeno almoço
10:30 - Visita ao Centro Ciência Viva de Constância
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Centro Ciência Viva de Constância
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Integrado na rede dos Centros Ciência Viva, o “Centro Ciência Viva de Constância - Parque Temático de Astronomia” possui um considerável número de equipamentos instalados ao ar livre, num ambiente de intensa arborização. O convívio com a ciência neste centro proporciona, simultaneamente, um pleno contacto com a natureza. Este Centro é composto por um edifício principal com auditório, observatório, planetário e vários módulos exteriores (uma representação do Sistema Solar, um Globo Terrestre com cerca de 2 metros de diâmetro, um Carrossel representando o Sol, a Terra e a Lua, uma Esfera Celeste com aros de 7,5 metros de diâmetro e um Relógio de Sol Analemático).
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12:30 - Almoço no Horto de Camões (Constância)
14:30 - Travessia de barco
14:45 - Visita ao Castelo de Almourol
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Castelo de Almourol
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Elevando-se no meio do Tejo, o Castelo de Almourol é o ex-líbris do Concelho de Vila Nova da Barquinha.
A originalidade do local onde foi edificado torna-o alvo das mais variadas lendas envolvendo-o numa auréola misteriosa. Cercado pelas águas do rio, destaca-se num maciço granítico de uma ilhota do Tejo. É um afloramento com a altitude de 18 metros sobre o nível de estiagem, com 310 metros de comprimento e 75 de largura máxima. Tufos de vegetação, à sua volta, completam o deslumbrante quadro paisagístico.
A fortaleza foi reconstruída por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, em 1171. Foi inspiração de poetas e romancistas. Várias lendas correm em romances e livros de cavalaria, ligadas a esta fortaleza. Francisco de Morais, na crónica de Palmeirim de Inglaterra situa ali o rapto das princesas Polinarda e Miraguarda, e o combate entre o Palmeirim e o Cavaleiro Triste. Com os castelos de Ceras (Tomar), do Zêzere e da Cardiga, constituída um dos baluartes da cintura defensiva do Tejo. Era por conseguinte um dos elementos de grande importância estratégicos nos tempos conturbados da Reconquista Cristã.
A nossa atenção prende-se principalmente na Torre de Menagem que se ergue altiva neste recinto. Acima da janela vê-se a cruz patesca que foi a primitiva insígnia adoptada pelos Templários. A As características arquitectónicas da construção são muito semelhantes às fortalezas medievais existentes no nosso país: dois recintos comunicáveis rodeados por muralhas encimadas de ameias e alcançadas através de um pavimento para os guerreiros, dez torreões com seteiras e ameias e uma torre de menagem no segundo recinto. Prosseguindo, chegamos a outra porta servida por degraus e encimada por uma inscrição e que nos conduz à parte central da edificação. As largas muralhas que nos envolvem são servidas por uma escadaria de pedra que dá acesso ao coroamento da muralha.  
A exótica visita a este castelo implica um despertar dos sentidos. Do cheiro dos salgueiros aos assobios dos melros e o som da água batendo nos rochedos do velho castelo transporta-nos para um mundo de calma e tranquilidade onde a beleza natural é rainha.
in http://www.arhtejo.pt/web/guest/castelo-de-almourol
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17:00 - Lanche
20:00 - Chegada a Aldeia de Joanes
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ILUSTRAR, PINTAR E HISTÓRIAS PARA CONTAR - "A PRINCESA MARIA" - 1

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Esta foi a ilustração que o escritor e ilustrador Pedro Seromenho nos deixou...
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Os nossos finalistas pintaram-na com lápis de cera e foi assim que ficou...
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E esta foi a história que a Ana Catarina imaginou...
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Era uma vez uma princesa chamada Maria. Maria vivia num reino celeste, muito bonito, que se situava na Lua. Ela tinha o cabelo comprido e loiro, os olhos eram verdes florescentes e o seu sorriso era tão brilhante que fazia lembrar o maravilhoso canto dos pássaros.
Maria, sempre que olhava para as nuvens, via o sol sorrir-lhe. As nuvens reluzentes faziam-na imaginar que um dia iria encontrar o seu amado.
E as estrelas? As estrelas iluminavam o seu reino, como por magia.
O que Maria gostava mais de ver do alto do seu reino eram os peixes a fugirem dos golfinhos!
Certo dia, quando Maria subiu à torre mais alta do seu palácio, viu algo estranho, uma coisa que nunca tinha visto. Era uma espécie de foguetão! Lá dentro vinha um rapaz chamado Pedro Seromenho.
Quando o Pedro desceu do seu foguetão, Maria apaixonou-se por ele. Ao que parece, também o Pedro se encantou com Maria.
Na minha imaginação, Pedro e Maria ficaram juntos para sempre...
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Texto: Ana Catarina - 4.º ano
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Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

BRINCOS DE CEREJA

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Nesta altura do ano, do lanche das nossas crianças faz parte uma fruta à qual muitos não resistem: a cereja. Seja pelo seu aspeto, seja pela sua polpa macia e suculenta, o cultivo da cereja é um dos tesouros da nossa região, fazendo as delícias de quem as aprecia, inspirando cozinheiros, ditados populares, escritores...
Para melhor conhecerem este fruto, os alunos do 2.º ano realizaram uma pesquisa na internet. Selecionaram a informação e preencheram uma ficha informativa.
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Trabalho de André Antunes - 2.º ano
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E tal como diz o ditado popular "As palavras são como as cerejas, atrás de uma vêm as outras", também os alunos passaram das palavras reais à ficção ouvindo a história "Brincos de cereja" de Maria Antonieta Nabais. Nesta história, Luisinha, uma menina de 3 anos, pensava que a cerejeira era uma árvore de Natal com "luzinhas" vermelhas. A mãe explicou-lhe que aquelas "luzinhas" se chamavam cerejas e eram dos frutos mais deliciosos e bonitos do mundo e, por graça, pendurou-lhe em cada orelha um par de cerejas. Cereja puxa cereja e Luisinha nem para dormir tirava os brincos de cereja, pois ela dizia que as cerejas lhe contavam histórias bonitas ao ouvido... Como Luisinha fazia anos no tempo das cerejas, é fácil imaginar o que ofereceu aos amigos, lá em casa e na escola... A festa foi de tal forma bonita que as professoras decidiram plantar uma cerejeira na escola. Mas esta cerejeira crescera de forma especial e dos brincos de cereja nasceu a Árvore das Palavras...
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Trabalho de André Antunes - 2.º ano

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INSTANTÂNEO

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Há momentos assim...
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"E para que se saiba,
Para que se veja
Toda a escola
Brinca
Brincos de cereja..."

É caso para dizer que o nosso projeto "Um livro, um tesouro" continua a dar frutos...! Saiba mais, no post seguinte! :)
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Terça-feira, 29 de Maio de 2012

PARABÉNS, FÁBIO!

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O meu melhor amigo, o Fábio, fez anos dia 26 e hoje é que trouxe o bolo.
Ele é muito traquinas. O Fábio é o mais rápido da turma e também gosta de jogar futebol.
Ele gosta muito de jogar computador e PSP.
O Fábio é bom a todas as disciplinas.
O bolo é do benfica e vamos comê-lo às 15 horas.
O Fábio hoje vem vestido de azul com o número 27 na camisola. Ele é muito, muito fixe!
Parabéns, Fábio!
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Texto: Thomaz Sousa - 2.º ano
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Eu fiz anos no dia 26 de maio.
O meu clube é o Benfica e o meu jogador preferido é o Nico Gaitan.
Eu sou muito traquinas.
Eu tenho uma PSP branca e gosto muito de jogar. Também gosto de jogar computador.
Eu sou o melhor jogador da minha equipa de futebol.
Hoje a minha turma vai comer bolo. Estou desejoso de o comer, eu adoro bolo!
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Texto: Fábio Reis - 2.º ano
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"CHICO FANTÁSTICO, SUPER HERÓI DE PLÁSTICO" E O ECOPONTO AMARELO

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E porque é urgente, vamos lá a mais uma pequena lição sobre o ambiente.
Se no Ecoponto Verde colocamos o vidro, boiões, copos, frascos, garrafas, vidro de todas as cores, e no Ecoponto Azul deitamos todo o tipo de cartão, cadernos usados, embalagens de papel, envelopes, jornais, papéis de embrulho, revistas, sacos de papel, todo o tipo de papel de escrita e impressão, então onde colocaremos os plásticos e o alumínio? Como todos sabemos, vão para o Ecoponto Amarelo!
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É isso mesmo que nos conta o "Chico Fantástico", em mais uma história da coleção Reciclo MANIA. Este super herói de plástico vai viajar até ao reino da Poliméria onde as casas e os castelos são feitos de alguidares e bidões e os telhados e as torres são vasilhas e boiões. As flores não murcham, a chuva não molha e os habitantes, que se chamam polímeros, têm cara de poucos amigos. Algo de terrível está prestes a acontecer...
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Ilustração: João Pedro Santos - 4.º ano
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E se não quisermos que algo de terrível aconteça também ao nosso Planeta, o melhor é ajudar a preservar e a conservar o património e o meio ambiente.
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PARABÉNS, LICÍNIO!

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Quem os viu entrar com 7 anos, agora está quase a vê-los ir embora com 10. O tempo não para e, ano após ano, vêmo-los crescer, em todas as vertentes.  A vida é assim mesmo...
No passado sábado, dia 26 de maio, o Licínio festejou o seu 10.º aniversário. Ao Licínio é-lhe difícil esconder principalmente duas coisas: as brincadeiras e o seu gosto e jeito para jogar à bola. Gosta de aprender e sabe que os bons resultados são um dos princípios que têm peso no seu sonho: ser um dos melhores jogadores de futebol do mundo.
De olhos grandes e um sorriso denunciador, hoje fomos nós que lhe pregámos uma partida. Os colegas cantaram-lhe os parabéns, mas como o Licínio se engasgou na sua vez de entoar os agradecimentos, não o deixámos parar de cantar até a canção sair seguidinha até ao fim. :) Esta cumplicidade saudável será sempre recordada, por eles e por nós.
Desejamos-te muitas felicidades!
Parabéns, Licínio!
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

ENCANTOS, FEITIÇOS E PROFISSIONALISMO

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Hoje íamos mais uma vez à Biblioteca Eugénio de Andrade e a coisa, como sempre, era aliciante, até porque o título da obra a apresentar, "Xavier, o livro esquecido e o dragão enfeitiçado", de Patrícia Reis, prometia encantamentos vários.
Chegados ao "palco", e após breves momentos, surge de imediato a constatação, que não é surpresa nenhuma para nós: as meninas da biblioteca estão feitas umas autênticas artistas, com dotes de representação a pedir meças a qualquer profissional do ramo. Mas não se ficam por aí. Continuam a patentear uma sensibilidade muito própria na forma de "piscarem o olho" ao seu público alvo, escolhendo e divulgando obras que são apelo quase irresistível. E nós, que as conhecemos há vários anos, não podemos deixar de elogiar esta forma de estar, esta forma de respirar os livros, que é autêntica referência para todos. Pode chover, pode nevar, pode o sol torrar, que elas nunca perdem a postura e o sorriso. E encantam, encantam sempre...
Obrigado, amigas!
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Como por aqui não se gosta da monotonia, hoje a habitual
"Vitória, vitória, acabou-se a história" terminou num 
simulacro de blues/rock. Que grande solo, Dra. Dina! :)
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"FELISMINA CARTOLINA E JOÃO PAPELÃO" E O ECOPONTO AZUL

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A escola, no âmbito da educação ambiental, deve privilegiar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o Planeta, auxiliando os alunos a analisar, de forma crítica, as ações que têm conduzido à consequente destruição dos recursos naturais, para desta forma tomarem consciência das atitudes adequadas a uma vida saudável. Entre outras, a reciclagem é, sem dúvida, uma forma de minimizar o recurso às matérias-primas, mas o sucesso de tal estratégia dependerá sempre dos comportamentos de cada um.
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Dando continuidade às atividades sobre a preservação e conservação do ambiente, e para uma abordagem mais atrativa, a coleção Reciclo MANIA também apresenta uma história sobre o Ecoponto Azul.
Duas aldeias com valores de vida bem diferentes: numa vivem os Papeleto e noutra os Cartoléquios. Os primeiros prezam a Natureza, não cortam árvores, reciclam tudo o que podem, enquanto que os segundos destroem, constroem e querem sempre mais evolução. Quando Felismina Cartolina (da aldeia dos Cartoléquios) encontra o pequeno João Papelão (da aldeia dos Papeleto)... poderão personagens de papel e cartão, de aldeias tão diferentes, viver uma história de amor e paixão? Filhos de reis inimigos, recorrem aos amigos (o Quadrículaso Linhas, o Mapa, os irmãos Fotocópia) para encontrarem uma resposta. Ah, se a história acabar bem, poderão nascer Papeléquios?...

Ilustração: Inês Gonçalves - 4.º ano

Curiosidade: o papel usado pode ser reciclado 6 a 7 vezes e cada tonelada contém uma quantidade de fibra equivalente a 15 a 20 árvores.
Reciclar é uma mania saudável e pode salvar o Planeta!
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Sábado, 26 de Maio de 2012

ALUNOS DO 4.º ANO REPRESENTAM "A MALA ASSOMBRADA"


Foto retirada do blogue da Biblioteca da Escola Secundária do Fundão
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Na passada quinta-feira, dia 24 de maio, a nossa turma foi à Escola Secundária do Fundão representar a obra "A Mala Assombrada", de David Machado. Tinha chegado a nossa vez de retribuir a visita que os alunos do 8.º B e C fizeram à nossa escola. A pequena viagem de autocarro foi feita com algum nervosismo, mas na bagagem levávamos muito entusiasmo.
Chegámos à biblioteca e preparámos o cenário, enquanto o público ia chegando. Alunos, professores, as "meninas" da Biblioteca Eugénio de Andrade, estava lá muita gente!
A professora Teresa Correia, anunciou o teatro e, nesse momento, senti que tinha chegado o momento. Eu fiz de jornalista e entrevistei o David Machado (Guilherme Diogo). No início senti-me muito nervosa mas, quando dei por mim, já estávamos a apresentar o teatro e tudo passou. Foi muito divertido!
Os alunos do 8.º ano gostaram muito! Eles riram-se muito quando o Kevin, que representou o irmão mais novo, falava e quando viram a parte em que os irmãos (kevin e Duarte) trocaram de pijamas. O António, que fez de pai, também surpreendeu quando perguntou a alguns alunos do público se tinham visto os seus chinelos.
Embora nem todos fossem personagens, toda a turma participou neste teatro dando ideias e preparando o cenário e os adereços.
Fomos muito bem recebidos e, no fim do teatro, ainda nos mimaram oferecendo-nos um doce. Mas a melhor surpresa foi termos trazido uma mala cheia de sorrisos, emoção e muitos aplausos!
Adorei representar este teatro e obrigada pela oportunidade que nos deram!
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Texto: Mélanie Borges - 4.º ano
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