sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

INTERAGIR, PARTILHAR, CRESCER...

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 O percurso educativo dos alunos, no que às transições de ciclo diz respeito, é um marco com muitas nuances, algumas delas fechadas na gaveta íntima de cada um dos intervenientes. Se, por um lado, muitos dos alunos o encaram como uma "progressão na sua carreira", outros há que se atemorizam com a mudança, pois as defesas para que isso aconteça ainda não estão totalmente desenvolvidas.
Foi a pensar nesta problemática que, de há uns anos para cá, o Agrupamento de Escolas Gardunha e Xisto começou a desenvolver o Projeto "Crescer de Mãos Dadas", de modo a atenuar barreiras e dificuldades no momento da mudança, na hora de enfrentar novos cenários, novas caras, novos desafios.
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Ontem, sob a égide da Educadora Elsa, o Jardim de Infância de Aldeia de Joanes serviu de cenário para mais uma sessão deste projeto. 
À espera dos alunos do 1.º ano da EB1 Aldeia de Joanes estavam os pequenotes de 5 anos do Jardim que, dentro de breves meses - faltam apenas oito - serão os novos caloiros da escola. Tinham, no cardápio de boas vindas, a representação da peça "A Mosca Fosca", e dela se encarregaram a contento. Ao fim e ao cabo, quando bem orientadas, as crianças conseguem passar mensagens duma forma extremamente clara. Foi o caso.
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Após a representação, que mereceu merecidos aplausos, havia que explorar, da melhor forma, as possibilidades deixadas em aberto. A Educadora Elsa, como boa anfitriã, encarregou-se dessa tarefa, explicando aos intervenientes o desafio dos conteúdos, matemáticos e linguísticos, a que todos iriam estar sujeitos.
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A elaboração da ficha, já se vê, serviu de mote à interação, com os conhecimentos e os materiais a serem devidamente partilhados entre "vizinhos".
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Crescer é um verbo que acarreta um enorme lastro, a exigir responsabilidades redobradas a quem supervisiona e fomenta essa tarefa. Não é tarefa de consumo rápido, muito longe disso, é um empreendimento para a vida. Mas, quem nele embarca, sabe perfeitamente que esta é uma construção para se fazer paulatina e harmoniosamente, sem pressas, pois o que está em causa é, sem qualquer dúvida, o fomentar duma peça única. 
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

BIOGRAFIA DE MIA COUTO

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Pseudónimo: Mia Couto
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Nome completo: António Emílio Leite Gomes
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Local de nascimento: Beira, Moçambique
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Data de nascimento: 5 de julho de 1955 (59 anos)
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Obras publicadas: 
O beijo da palavrinha
Vozes anoitecidas
Cada Homem é uma Raça
Terra Sonâmbula
O Fio das Missangas
Contos do Nascer da Terra 
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Prémios recebidos:
1995 - Prémio Nacional de Ficção, da Associação dos Escritores Moçambicanos
1999 - Prémio Vergílio Ferreira
2001 - Prémio Mário António
2007 - Prémio União Latina de Literaturas Românicas
2007 - Prémio Passo Fundo Zaffari e Bourbon de Literatura
2012 - Prémio Eduardo Lourenço
2013 - Prémio Camões
2014 Neustadt International Prize for Literature
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Trabalho elaborado pela Daniela - 4.º ano
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A GINÁSTICA

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A ginástica, com o uso do colchão como pano de fundo, tem andado a ser desenvolvida na Atividade Física, uma das áreas das AEC's. Tendo em conta, entre outras vertentes, a multiplicidade de movimentos, foi motivo mais que suficiente para que os nossos caloiros explorassem a sua visão do assunto, com recurso a lápis de cor.
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Desenho de Simão Santos - 1.º ano
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Desenho de Benedita Lopes - 1.º ano
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Desenho de Nádia Pereira - 1.º ano
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Desenho de Francisco Mesquita - 1.º ano
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

PARABÉNS, GUILHERME!

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Hoje é o meu aniversário
vou fazer nove anos
desde que sei o abecedário
guardo histórias no armário
para, um dia, ler aos manos.
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O meu bolo é do Benfica
o clube do meu coração
sempre que ele joga
todo o prédio grita
e eu canto uma canção.
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Vou levar os meus amigos
ao Parque Fantasia
vamos brincar nos insufláveis
jogar snooker com o Bernardo
vai haver muita alegria!
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Eu adoro aprender
gosto de ler e escrever
no blogue sou um ás
 sou um bom rapaz
e vou passar de ano
porque sei que sou capaz!
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Quando o dia está a brilhar
vou para a rua futebol jogar
adoro estar ao ataque
fintar o adversário
e um belo golo marcar!
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Poesia: Guilherme Duarte - 3.º ano
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Só tinhas de pedir um desejo, Guilherme, não precisavas de comer
metade da vela! :)
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JOGO DA ROLETA - MÚLTIPLOS E DIVISORES

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Os alunos do 3.º ano têm andado às voltas com a multiplicação e a divisão, procurando entender a forma como se relacionam. De forma a reconhecer e a diferenciar os múltiplos dos divisores puseram a roleta a girar e a cabeça a pensar. 
Passemos então a explicar como se joga este "Jogo da roleta".
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Número de jogadores: dois
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Objetivo: Possuir o maior numero de cartões
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Regras: Colocar os cartões com os números virados para baixo. Um jogador gira a roleta e lê a informação que está escrita no espaço apontado pela seta. Em seguida, vira dois cartões, retirados ao acaso. Se os números desses cartões estiverem de acordo com o que a seta indicar, o jogador ganha esses cartões, ficando com eles. Se os números que foram virados não corresponderem ao que está indicado, coloca os cartões novamente virados para baixo, junto dos outros todos. 
O jogo termina quando os cartões acabarem. Vence aquele que possuir o maior número de cartões.
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

PALAVRA PUXA PALAVRA

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No ar vai a gaivota
Gaivota que é uma ave
Ave que voa por cima do mar
Mar que é azul
Azuis que são os olhos da Maria
Maria que é irmã do Zeca Zonzo
Zeca Zonzo que é desprovido de juízo
Juízo não tem ele
Ele o Zeca Zonzo
O Zeca Zonzo que ajuda a Maria
Maria que ficou vizinha da morte
A morte que depois chegou à Maria
E Maria afogou-se na palavrinha mar.
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Poema do Gonçalo - 4.º ano
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

PORMAIORES

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O ser humano acarreta, dentro de si, uma alma insatisfeita, sempre à procura de algo. Valem-lhe, no refrigério dos caminhos, os apeadeiros, que são, no fundo, as pequenas coisas com que vai adoçando o seu percurso.
Hoje, a caminho da escola, o olhar descortinou, a alma sentiu, a máquina captou. A vida, para além do ruído das grandes parangonas, é mesmo o somatório das pequenas coisas.
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O POTE PINOTE

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Desta vez, o projeto "Um Livro, um Tesouro" trouxe aos alunos do 1.º ano um desafio que pôs à prova o sentido do tato e diferentes reações. De olhos vendados, uns mais destemidos do que outros, lá foram retirando do pote alguns "tesouros" que, por "magia" :), ali foram parar. 
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Tatearam, sentiram a textura, a dureza, a forma, por vezes até a audição deu uma ajuda, e tentaram adivinhar o objeto que tinham nas mãos... 
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E que bem estiveram!
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Pois é, de magia, pouco havia neste pote, mas foram encontrá-la na história tradicional dinamarquesa intitulada "O Pote Pinote".
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O pote Pinote, elemento fantástico desta história, ganha vida e anda de um lado para o outro recolhendo e distribuindo entre os mais desfavorecidos aquilo que, por justiça, lhes pertence. A ambição e malvadez de um rei, que passava as horas a contar as suas riquezas que acumulava retirando-as a pobres camponeses, acabam por serem vencidas de forma bastante engenhosa e humorística. Já o ditado dizia "Quem tudo quer, tudo perde!"...
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

ABECEDÁRIO DO MAR - II

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A de alga no fundo do mar.
B de baleia no mar a nadar.
C de camarão que eu vou pescar.
D de desportos náuticos que aeu vou fazer.
E de estrela-do-mar que eu avistei.
F de foca que depressa vai nadar.
G de golfinho a mergulhar no mar.
H de horizonte que eu vou avistar.
I de ilha onde vou passear.
J de jangada que tu vais construir.
L de lula que vais pescar.
M de maresia que eu estou a cheirar.
N de navio onde tu vais navegar.
O de ondas que estás a sentir.
P de peixe que vais encontrar.
Q de quilha que é onde tu estás.
R de raia, lisa como é.
S de sereia que eu oiço a cantar.
T de tartaruga com carapaça dura.
U de urso polar no Ártico que é onde está a morar.
V de vela de um barco a navegar.
X de xaputa, um nome estranho.
Z de zarpar, eu vou para o mar! 
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Texto e ilustração da Graça - 4.º ano
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

PALAVRINHA PUXA PALAVRINHA

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O amor está no ar
O ar está preto
Pretas são as rodas
As rodas do carro
O carro é azul
Azul é o mar
O mar tem peixes
Os peixes a saltar
A saltar com o amigo
O amigo golfinho
O golfinho é cinzento
Cinzento como o nublado
Nublado mau
Mau é o tubarão
O tubarão tem dentes grandes
Grandes porque os consegue afiar
Afia-os com uma afia
A afia que tenho na escola
Na escola estou eu agora
Agora tenho que ir embora.
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Poema de Adriana Cruz - 4.º ano
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