sexta-feira, 23 de junho de 2017

PARTILHA E ALEGRIA NO ÚLTIMO DIA

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LEITORES DO TRIMESTRE

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Quando o livro, num fim de tarde,
sentiu as mãos como fresca aragem,
até as aves, em cumplicidade,
soltaram gorjeios para adornar a viagem.
AC

Criar hábitos de leitura não é tarefa fácil. É necessário ser-se paciente, encantar a pouco e pouco, de modo a que o aluno, por si, descubra o mundo fabuloso dos livros, até ao ponto em que já não haja retorno: os livros começam a fazer parte, de forma efetiva e afetiva, do seu mundo.
Por aqui já é hábito - bom, pensamos nós - premiar, no final de cada período, os alunos de cada turma que mais livros requisitem para leitura domiciliária. E, neste último trimestre do ano, os alunos que mais leram, obedecendo às circunstâncias referidas, foram:
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1.º ano
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Leitor do Trimestre (oferta de um livro)
António dos Santos Amaral
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Menções Honrosas (Diploma)
Ana Lara Costa Tavares
Diogo Miguel Barroqueiro Cascalho
Guilherme Patrício Calvário
Duarte Ribeiro Nogueira
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2.º ano

 .Leitor do Trimestre (oferta de um livro)
Duarte Porfírio Correia
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Menções Honrosas (Diploma)
Afonso Manuel Oliveira Gregório
Carolina Filipa Lopes Ramos
Maria Rita Esteves Mendes
Tomás Dias Neto
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3.ºano
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Leitor do Trimestre (oferta de um livro)
Beatriz Castro Fradique
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Menções Honrosas (Diploma)
Matilde Nunes Saraiva
Joana Augusto Correia Martins
Beatriz Filipa Martins Ribeiro
Beatriz da Silva Marques
Lara de Castro Rocha Faria
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4.º ano
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Leitor do Trimestre (oferta de um livro)
Maria dos Reis São Pedro
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Menções Honrosas (Diploma)
Ana Sofia da Silva Franco
Maria João da Silva Marques
Rodrigo Marques Gomes
Eduarda Dias Salvado
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Parabéns a todos os leitores, independentemente de terem sido, ou não, premiados. É que ler, habitualmente, é acrescentar algo de muito valioso à vida de cada um. 
Boas férias!
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

IGNITE YOUR FUTURE JUNIOR

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O Município do Fundão, em parceria com a Academia de Código e os Agrupamentos de Escolas promoveu hoje, entre as 10.00h e as 16.00h, no Pavilhão Municipal do Fundão, o evento de cariz tecnológico Ignite Your Future Junior.
Destinado aos alunos do 1.º ao 4.º ano que frequentaram as aulas de introdução à programação informática, este evento assinalou o encerramento do ano letivo, proporcionando aos alunos a participação em jogos inter-turmas, organizados pelos "Juniores Master Coders" da Câmara Municipal do Fundão.
Para além da componente lúdica e competitiva, algumas entidades e empresas locais também mostraram o seu trabalho aos mais pequenos, cativando-os desde cedo para as áreas tecnológicas.
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VAMOS ÀS COMPRAS!

Parece que, finalmente, os alunos do 1.º ano foram às compras! Já andavam a juntar o dinheirinho há algum tempo e, com ou sem porta-moedas, hoje dirigiram-se à mais simpática papelaria da aldeia, a papelaria Martins :), onde a dona Sofia recebe sempre os seus clientes com muita alegria!
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O senhor António foi o primeiro cliente do dia e lá foi atendido com muita delicadeza pela dona Sofia. Com o calor que se tem feito sentir, a dona Sofia faz questão de ter à venda algumas garrafas de água. Ainda bem, porque era mesmo o que o senhor António desejava. Pagou com o dinheiro certinho e não precisou de troco.
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A dona Ana Lara precisava de um estojo para o próximo ano escolar e, muito satisfeita com a variedade existente na papelaria, escolheu aquele que mais lhe agradou. Pagou com uma nota de 10€ e a dona Sofia deu-lhe 2,50€ de troco. 
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Os clientes sucediam-se e não havia mãos a medir para os atender!
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Muito satisfeita com as vendas que tinha feito durante o dia, a dona Sofia aproveitou a saída do último cliente à vista para fazer uma pequena sesta. 
No olhar, a dona Sofia e os seus clientes, por mais cansados que estivessem, deixaram-nos um enorme "Volto já!".
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EXPERIMENTAR PARA DESCOBRIR

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terça-feira, 20 de junho de 2017

DESENHO À VISTA

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Desenho de Lara Faria - 3.º ano
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segunda-feira, 19 de junho de 2017

PARABÉNS, NÁDIA!

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Hoje, dia 19 de junho, a Nádia faz 9 anos.
A Nádia tem olhos castanhos, cabelo castanha e é alta.
A Nádia gostava de ir ao espaço para conhecer outros planetas.
A sua disciplina preferida é Português, a cor é o roxo e gosta muito de rosas.
Gosta de ler, a sua autora preferida é Luísa Ducla Soares. Também gosta de ler banda desenhada.
Ela gostava de conhecer a França e, quando for grande, quer ser médica. Gosta de pizza, de água, de melancia e de gelados de baunilha.
O seu animal preferido é o cavalo e gosta de usar vestidos.
A Nádia acha que a amizade é uma coisa muito boa.
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Texto: Beatriz Marques - 3.º ano
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Hoje eu faço 9 anos.
Eu sou uma menina normal, mas quando gozam comigo eu irrito-me, eu sou assim.
Sou alta, tenho olhos castanhos e cabelo castanho escuro com manchas claras.
Gosto de ver o Disney Channel e, quando estou sozinha, gosto de ler e desenhar.
Gosto de pizza, de água, de cavalos, da cor roxa e de rosas. Também gosto muito de ler banda desenhada.
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Texto: Nádia Pereira - 3.º ano
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

UM ANO ATÍPICO

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Falta apenas uma semana para o findar das aulas, num ano letivo com muitos desafios, muitos deles completamente indesejáveis. Ora vejamos.
O 1.º período pautou-se, e muito, pela crise de assistentes operacionais. Houve novos contratos (a Raquel substitui a Cristina no edifício da ADCRAJ), mas insuficientes perante a redução verificada nos horários de trabalho: de 40 passou-se para 35 horas. A medida até é justa, o que não se compreende é que, na sua aplicação, não ficassem salvaguardadas as necessidades das escolas, já que, na implementação do novo regime, o horário das assistentes nem sequer dá para cobrir o período de funcionamento da escola, quanto mais para a indispensável limpeza! Deveriam, portanto, ser criados mais postos de trabalho, o que não aconteceu, muito pelo contrário: antes, na vigência dos contratos de 40 horas, ainda havia autorização para contratar tarefeiras para ajudar na limpeza; este ano, quando esse recurso se justificava mais do que nunca, nem isso. 
Para agudizar a questão, a Teresa, infelizmente, adoeceu. Novos desafios, mais problemas para resolver. Foi cá colocado o Manuel, mas continuava por resolver o problema de o horário dos assistentes não dar para cobrir o período de funcionamento da escola. Telefonemas para aqui, conversas para ali, e a questão por resolver. Os professores, num assomo de compreensão para com as necessidades dos alunos, acederam a "vestir a pele de assistentes", indo para a escola mais cedo e saindo mais tarde. Houve mesmo dias em que não tiveram qualquer pessoal assistente ao serviço, o que, noutras paragens, talvez implicasse o encerramento da escola. Mas nós não permitimos que isso acontecesse, o bem-estar e a segurança dos alunos estava primeiro. Fomos para lá dos normativos, mas sossegámos a nossa consciência, com os deveres a sobreporem-se, claramente, aos direitos. Acrescente-se, ainda, que não deixámos cair atividades em que o papel das assistentes operacionais é fundamental: desfolhada, magusto, conserva de azeitonas e Festa de Natal, que implicavam a participação dos quase cem alunos da escola. Foi duro, oh se foi!
No início do 2.º período, já com o recurso, plenamente estabilizado, de novas assistentes, que asseguravam o período de abertura da escola até ao intervalo, a coisa melhorou. E, finalmente, os professores concentraram-se totalmente naquilo que lhes compete: as aprendizagens dos alunos. De tal forma que até deu para participarmos, de forma muito satisfatória, no evento "Poesia na Rua", onde apresentámos "Na Rua da Minha Tia", um trabalho totalmente inédito: nas palavras, na encenação, na música. Deu muito trabalho, mas o bom desempenho dos alunos foi uma enorme recompensa para nós. Diga-se, a propósito, que a Diretora do nosso Agrupamento, a Dra. Cândida Brito, nos convidou, no final do espetáculo, para estarmos presentes, com a "Rua", no Dia Aberto do Agrupamento, a efetuar no final do ano, num dia ainda por designar.
No 3.º período o trabalho nas diversas salas continuou, empenhado, com os alunos a corresponder. Nesse aspeto a aposta estava ganha. Contudo, neste último mês, novos desafios se colocaram, mas já numa perspetiva de festa, de consagração do trabalho feito. E, quando tudo parecia anunciar sorrisos, surgiram alguns esgares. Mas o melhor é contarmos.
O último dia de aulas, este ano, coincide com a noite de S. João, muito arreigada às nossas tradições. Constatado o facto, a ideia surge, com naturalidade: por que não fazer um arraial de S. João, envolvendo toda a comunidade educativa? Os alunos levariam à cena, de novo, o "Na Rua da Minha Tia" - muitos pais, por imperativos de horário de trabalho, não tiveram oportunidade de assistir à atuação na Praça do Município - e a noite, temperada com música, sardinhas assadas, febras, papas de carolo e gelatinas, seria passada em caloroso convívio, estreitando laços. Instalado o entusiasmo, começam os necessários contactos. É então, qual vento agreste, que nos chega a informação: um número considerável de alunos da escola, que frequenta a Academia de Música e Dança do Fundão, já tem concertos agendados para 23 e 24 de junho. Foi a desilusão, autêntico soco no estômago.
Nos dias que se seguiram, em vez de lamentarmos o sucedido, desatámos o saco das iniciativas. Em necessária reunião, todos nós achámos, convictos, que uma visita de estudo, no último dia, seria recompensa mais que merecida para o empenho demonstrado pelos alunos ao longo do ano. Sabíamos que, até à data da visita, já não haveria nenhuma reunião do Conselho Pedagógico, órgão que valida estas iniciativas, mas confiávamos que a Diretora, com o poder que lhe é conferido, teria em conta as vicissitudes por que passámos e autorizaria, com naturalidade, a visita. E, célere, desenha-se um itinerário: visitar o Zoo da Maia, com centenas de diferentes espécies animais, com passagem anterior, que considerámos motivante e inspiradora, pelo  rio Douro, onde iríamos observar o Porto a partir do cruzeiro das 5 pontes, a cargo da empresa Douro Azul. Fazem-se telefonemas, escrevem-se mails, em pouco tempo tudo fica concertado. Como a vida não é estática, em paralelo surge a questão da nossa presença no Dia Aberto do Agrupamento, entretanto marcado para o dia 16 de junho, entre um feriado e um fim de semana. Dado que já havia passado um tempo considerável desde a nossa atuação no evento "Poesia na Rua", havia que preparar os alunos para os ensaios necessários. E é então que surge a constatação: muitos pais, aproveitando o feriado, decidiram fazer ponte e levar a família em viagem. Como cada aluno, na peça, tinha um papel específico, seria quase impossível reformulá-la. Ainda chegámos a equacionar fazê-lo, mas esta foi semana de avaliações, e os alunos precisavam de todo o sossego. Para atrapalhar já bastava o calor que tem feito. Resultado: tivemos que comunicar para o Agrupamento que não havia condições para representar o "Na Rua da Minha Tia". Foi a segunda desilusão.
Entretanto, dispostos a levar a nossa avante em prol da visita de estudo, pedimos a necessária autorização à Diretora do Agrupamento. A resposta, contudo, foi taxativa: a visita não obedece aos normativos. Foi a terceira desilusão, em poucos dias. E se esta doeu! E a sensação mais se agudizou quando tivemos que informar os alunos que, afinal, já não havia visita. Só quem respira, diariamente, a vida que transborda numa sala de aula poderá compreender, na sua plenitude, a desilusão que se instalou neles.
Normas são normas, cada macaco no seu galho, e nós sabemos muito bem qual é o nosso. Mas que foi pena, lá isso foi!
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Nota: Neste momento, afastadas as convulsões, estão a trabalhar na nossa escola, como assistentes operacionais, os seguintes elementos:
Tânia: 2 horas no edifício Plano dos Centenários;
Maria de Jesus: 2 horas no edifício da ADCRAJ;
Teresa: 7 horas no edifício Plano dos Centenários; 
Cecília: 7 horas no edifício da ADCRAJ.
As coisas estão a funcionar bem, estamos contentes com elas. Refira-se, por ser de inteira justiça, o papel assumido pela Teresa na integração dos novos elementos.
Uma saudação especial para a Raquel, que também passou por aqui, mas que entretanto deu novo rumo à sua atividade profissional. É que um POC, da forma como é colocado em prática, em termos de contrato, nada garante para o futuro.
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

SENSIBILIZAÇÃO - CUIDADOS COM A VOZ

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Hoje, ao início da tarde, Alexandra Vieira, terapeuta da fala, visitou os alunos do 1.º ano para apresentar uma interessante sessão sobre a voz. Foram vários os tópicos abordados procurando sensibilizar as nossas crianças, acima de tudo, para os cuidados a ter com este precioso instrumento de comunicação. O tema, explorado com uma linguagem cativante, prendeu a atenção da plateia que colocou diversas questões e manifestou bastante curiosidade sobre o assunto.
Mais esclarecidos sobre a forma como a voz é produzida, sobre a vibração das cordas vocais,  sobre as atitudes corretas e incorretas a ter com a voz, os alunos realizaram alguns exercícios de aquecimento vocal: rodaram os ombros, acenaram afirmativamente e negativamente com a cabeça, bocejaram, fizeram o som da mota, o som da vaca, o som da serpente...
O essencial desta sessão foi captado, com muito agrado, pelos alunos e esperemos que as informações e os alertas transmitidos os ajudem a adotarem comportamentos mais corretos no uso da voz.
Agradecemos o convite da Alexandra e a forma como desenvolveu a sessão, quer pela clareza da mensagem, quer pela pertinência do tema com que nos presenteou.
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terça-feira, 13 de junho de 2017

PARABÉNS, ALAN!

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Hoje, dia de Santo António, o Alan fez 9 anos.
O Alan tem olhos verdes, cabelo castanho clarinho e é magro. Ele é simpático, querido, irrequieto e brincalhão. 
Gosta de comer pizza, para bebida ice tea de limão e pera à sobremesa.
Gosta de viajar e, no futuro, gostava de ir a França.
A sua disciplina preferida é Matemática e quando está sozinho gosta de ler. A sua escritora preferida é Luísa Ducla Soares.
Ele gosta muito de cães, a sua cor preferida é o amarelo e quando for grande quer ser futebolista.
Parabéns, Alan!
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Texto: Matilde Saraiva - 3.º ano
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Hoje eu faço 9 anos.
Gosto de andar na escola, de brincar com spiners e de jogar iluminati. 
A minha comida preferida é pizza, gosto muito de cães e da cor amarela.
Eu tenho os olhos verdes porque como muita cenoura e sou saudável.
Os meus melhores amigos são o Henrique e o Hugo.
A escola para mim é um sítio para aprender e enriquecer o vocabulário.
Eu gosto muito de bolas saltitonas e de smiles.
Parabéns para mim!
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Texto: Alan Galante - 3.º ano
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segunda-feira, 12 de junho de 2017

O CAÇADOR DE PALAVRAS

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O Caçador de Palavras, de José Jorge Letria, é um livro recomendado para o 3.º ano de escolaridade. Esta obra, lida e explorada na sala de aula, no âmbito do projeto "Um livro, um tesouro", descreve a relação entre alguém que está a crescer e a descobrir o mundo e as palavras que servem de ferramenta para essa descoberta, mas também para a descoberta dos afetos, dos sonhos e da própria vida. 
Afonso, a personagem central do livro, descobre-se a si próprio quando descobre a riqueza poética das palavras, das raras e das outras, numa idade em que essa descoberta é sempre mágica e única.
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Os alunos do 3.º ano falaram sobre o que gostam de colecionar, experimentaram caçar palavras raras e difíceis (o que fazem tantas vezes!) e concentraram-se na coleção/caça do Afonso, registando num esquema as principais ideias desta história que giram à volta do passatempo preferido do protagonista.
Registo de Beatriz Ribeiro - 3.º ano
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Partindo do esquema, os alunos redigiram o resumo da obra. Aqui deixamos um exemplo desse trabalho.
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Resumo do livro "O Caçador de Palavras"
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Era uma vez um menino chamado Afonso que tinha um passatempo diferente de todos os outros meninos. Ele era caçador de palavras e, para ele, esse passatempo já era um vício.
Sempre que ia à caça, para atrair as palavras com mais facilidade, costumava vestir uma "T-shirt" com letras coloridas sobre um fundo azul-marinho.
Ele gostava de procurar as palavras raras e difíceis no dicionário dos pais, nos comentários dos locutores desportivos e no discurso dos políticos, embora estas últimas fossem as que menos significado tinham para si.
Afonso precisava de algumas armas para caçar. Ele utilizava um caderno, uma esferográfica e até um gravador.
Como não era um passatempo fácil, ele teve de arranjar o seu próprio método de caçar. Teve de descobrir a melhor hora, ensaiou formas de aproximação e inventou sons para atrair as palavras.
A espécie de palavras que preferia caçar eram os adjetivos pois, para ele, eram eles que davam brilho à frase.
Afonso caçava palavras para colecionar, para enriquecer o seu vocabulário e nunca as maltratava ou lhes fazia mal.
A doença da avó e a consequente morte quase fizeram o Afonso desistir do seu passatempo. Mas foi a partir deste triste momento da sua vida que ele descobriu a capacidade mágica da poesia. Para ele, a poesia tem a capacidade de dar nome ao que mais nada nem ninguém é capaz de nomear e abre portas para emoções e descobertas no fantástico país da linguagem.
Afonso acha que o melhor sítio para guardar as palavras que valem a pena é no livro da memória e iria trabalhar para vir a ser poeta.
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Texto escrito: Beatriz Ribeiro - 3.º ano
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TEMPERATURAS ELEVADAS - ALERTA AMARELO

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No âmbito do Plano Verão e Saúde 2017, e tendo em consideração que  as temperaturas máximas  apresentam valores elevados, solicita-se a V. Ex.ª colaboração na divulgação das medidas/recomendações gerais de prevenção destinadas à população em geral e medidas específicas para pessoas mais vulneráveis aos efeitos do calor, nomeadamente:
  • Crianças nos primeiros anos de vida;
  • Pessoas com 65 ou mais anos;
  • Portadores de doenças crónicas;
  • Pessoas que desenvolvem actividade no exterior, expostos ao sol e/ou ao calor;
  • Praticantes de actividade física;
  • Pessoas isoladas e em carência económica e social.   

Para protecção dos efeitos negativos do calor intenso chama-se  atenção às seguintes recomendações:
  • Mantenha o corpo hidratado e fresco;
  • Mantenha-se protegido do calor;
  • Utilize protector solar com factor igual ou superior a 30;
  • Mantenha a casa fresca;
  • Mantenha-se especialmente atento e proteja-se se tiver algum problema de saúde;
  • Mantenha-se em contacto e atento aos outros;
  • Mantenha-se informado.

Mais informação poderá ser obtida na página da internet da Direção-Geral da Saúde, em https://www.dgs.pt/  - Saúde de A a Z/C/Calor, ou https://www.dgs.pt/mapa-avisos-de-temperatura.aspx ou linha Saúde 24: 808 24 24 24.

Com os melhores cumprimentos,

Henriqueta Forte
Delegada de Saúde Coordenadora do ACeS Cova da Beira
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sexta-feira, 9 de junho de 2017

ALUNOS DE ALDEIA DE JOANES NO TOP 100 DO SUPERTMATIK

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Já são conhecidos os resultados dos nossos alunos no XI Campeonato Escolar SuperTmatik - Cálculo Mental - onde participaram milhares de crianças e jovens de diversas nacionalidades.
Para grande satisfação de todos, os quatro protagonistas da foto estão de parabéns pelos excelentes resultados alcançados.
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Ranking SuperTmatik 2017
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Posicionamento dos alunos do 3.º ano, entre um total de 20498 participantes
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Diego Macchi - 50.º lugar
Joana Matias - 84.º lugar
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Posicionamento dos alunos do 1.º ano, entre um total de 13246 participantes
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Martim Bastos - 68.º lugar
David Silva - 46.º lugar
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Mais uma vez, muitos parabéns!
Continuem a calcular pois, para o ano, o desafio vai voltar! :)
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PARABÉNS, DIEGO!

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O Diego fez nove anos.
Ele tem olhos castanhos, cabelo escuro e é moreno.
O Diego é uma pessoa inteligente, adora Matemática. É simpático, muito engraçado e é muito amigo das pessoas.
Ele adora pizza e massa chinesa.
Parabéns, Diego, que sejas muito feliz!
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Texto: Maria Benedita Lopes - 3.º ano
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Eu sou o Diego e fiz 9 anos.
Os meus olhos são castanhos, gosto da cor vermelha e o meu animal preferido é o cavalo-marinho.
Depois da escola eu gosto de ir ao Parque Verde andar de trotineta.
A minha flor preferida é a rosa cor-de-rosa, gosto de comer massa chinesa e gosto de jogar YO KAY WATCH, da Nintendo 3DS.
A minha disciplina preferida é Matemática, fui o campeão da minha turma de SuperTmatik, cálculo mental.
No fim de semana eu gosto de brincar com os amigos que encontro.
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Texto: Diego Macchi - 3.º ano
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

AO ENCONTRO DOS ANFÍBIOS - SERRA DA GARDUNHA

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ANULADO O ARRAIAL DE S. JOÃO

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Há dois dias anunciámos aqui, com algum entusiasmo, a nossa intenção de, no último dia de aulas, envolver toda a comunidade educativa num arraial de S. João. 
A ideia parecia-nos boa, pois iria estreitar laços entre todos os envolvidos no processo educativo desta escola: alunos, pais e restantes familiares, professores, assistentes operacionais, parceiros diversos. Contudo, por uma circunstância deveras pertinente, e quando as vontades já recorriam às últimas forças, "ludibriadas" com o necessário entusiasmo, eis que nos chega a informação: cerca de 20 alunos desta escola frequentam a Academia de Música do Fundão, que já tinha agendado, para 23 e 24 de junho, concertos com a participação dos referidos alunos. Assim sendo, e pela lacuna que eles deixavam na representação da obra "Na Rua da Minha Tia", inviabilizando a mesma, decidimos, com muita pena nossa, cancelar a ideia do arraial. Pelo facto, que nos ultrapassa, pedimos desculpa.
A vida, contudo, não para. Para o próximo ano, com preparação atempada, irão, com certeza, surgir novidades. E, como sempre, contaremos convosco.
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

VISITA À ESCOLA SERRA DA GARDUNHA

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Hoje os alunos do 4.º ano, os nossos finalistas, foram visitar a Escola Serra da Gardunha, pois esta será certamente a próxima "casa" que os acolherá no próximo ano letivo. 
Todos os anos esta caminhada se veste de várias cores. A curiosidade, o entusiasmo e alguma ansiedade estão sempre presentes. Eles sabem que estão a dar os primeiros passos para uma nova caminhada das suas vidas.
Até lá, deixamos o nosso sincero agradecimento pela forma como nos receberam.
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terça-feira, 6 de junho de 2017

FESTA DE FINAL DE ANO - ARRAIAL DE S. JOÃO

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Não estava previsto acontecer, mas há ideias que surgem assim, quase inesperadas, como que movidas por um imperativo. Contudo, se analisarmos bem, esta tem uma génese que faz todo o sentido. Ora vejamos.
Nos últimos dias do 2.º período, correspondendo a um desafio da Câmara Municipal do Fundão, que ousou organizar, na nossa cidade, o certame de âmbito europeu "Poesia na Rua", estivemos na Praça do Município, onde dramatizámos a obra "Na Rua da Minha Tia". A coisa correu bem, muito bem mesmo, mas à hora em que ocorreu muitos pais e outros familiares dos alunos, por imperativos de trabalho, não puderam assistir, e isso foi coisa que nunca esquecemos. Agora que se aproxima, a passos largos, o final do ano letivo, que coincide com a noite de S. João, a ideia insinuou-se, teimosa, e não houve como não dar-lhe ouvidos: por que não mostrar aos pais e outros familiares, no último dia de aulas, o trabalho que os seus filhos desenvolveram no certame "Poesia na Rua", aproveitando o facto para estreitar laços sob a égide do S. João?
Dito assim, ao sabor da pena, quase parece linear, mas o processo precisou de tempo para amadurecer. De qualquer forma, e para que conste, no próximo dia 23 de junho, em parceria com a ADCRAJ, iremos organizar um arraial onde, esperamos nós, os laços da nossa comunidade educativa se irão estreitar de forma significativa. Para já, apesar do tempo ser curto, ainda não podemos dizer tudo, mas não faltarão, com toda a certeza, os símbolos maiores sanjoaninos: sardinha assada, febras, caldo verde, sobremesas, um mastro forrado com rosmaninho e... música, muita música.
Vá resguardando a noite de 23 de junho na sua agenda, pois tudo indica que, na nossa companhia, será muuuito animada. Muito em breve, prometemos, daremos mais pormenores.
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CONVITE - CAMINHADA

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segunda-feira, 5 de junho de 2017

A MENINA DO SEU CABELO

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Era uma vez uma menina que passava o tempo a pentear-se. Tanto se penteava que, ao longo do tempo, o seu cabelo foi crescendo, crescendo, crescendo. 
A Menina do Seu Cabelo, assim começou a ser chamada, vivia numa aldeia muito pobre e grande. A sua mãe era padeira e teve alguma dificuldade em arranjar uma cama com o dobro do tamanho das normais. O quarto da menina também tinha o dobro do tamanho do que devia, pois o espaço que ocupava todo aquele cabelo a isso obrigava.
Sempre que lavava a cabeça, gastava imensos frascos de champô. Que grande despesa!
Para além destes inconvenientes, a Menina do Seu Cabelo também já tirou proveito desta sua característica. Quando fazia uma corrida, ela ganhava sempre porque os adversários tropeçavam  no seu cabelo. Certo dia, quando um cão caiu de uma ravina, e ficou apenas seguro por um ramo, a menina fez uma corda com o seu cabelo, o cão trepou e salvou-se. 
Ela já tentou cortar o cabelo, mas quanto mais o cortava mais ele crescia. Como nem tudo é mau, a Menina do seu Cabelo acabou por se habituar.
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Texto e ilustração: Beatriz Marques - 3.º ano
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sexta-feira, 2 de junho de 2017

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

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ANFÍBIOS, OS MAL-AMADOS - VISITA À GARDUNHA

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Onde: Escola, Serra da Gardunha, Alcongosta e Parque do Convento.
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Quem: A eng.ª Sandra, os alunos e a professora.
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O que aconteceu: No ribeiro e no tanque encontrámos girinos e duas rãs verdes. No Parque do Convento lanchámos, brincámos e vimos girinos grandes, quase rãs.
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O que terão achado os animais: Terão ficado com medo.
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O que achei da visita: Eu detestei a visita, porque a Bruna estava sempre a mandar.
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Quarta-feira, dia 31 de maio, de manhã estivemos na escola e à tarde fomos à Serra da Gardunha, a Alcongosta e ao Parque do Convento com os meus amigos, a engenheira Sandra e com a professora.
Fomos a uma ribeira e vimos girinos pequeninos. Infelizmente não vimos rãs ibéricas. Fomos a um tanque e vimos duas rãs verdes. Logo de seguida fomos ao Parque do Convento e vimos três girinos grandes, quase rãs.
Os anfíbios devem ter ficado com medo, fizemos muito barulho.
Eu detestei o passeio porque a Bruna estava sempre a mandar, mas gostei quando vi os girinos grandes.
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Texto: Maria Rita - 2.º ano
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Desenho da Carolina - 2.º ano
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Desenho da Mafalda Diogo - 2.º ano
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

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Hoje eles, os nossos mais que tudo, tiveram um dia diferente: juntaram-se todos e fizeram pão, praticaram jogos matemáticos, investiram num gigante Jogo da Glória, deslumbraram-se com bolas e cordas, tudo temperado com muitos sorrisos lindos...
Hoje as palavras, por desnecessárias, dão lugar às imagens. Elas são muito mais pertinentes.
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Nota: Fica prometido que amanhã, com mais tempo, publicaremos uma extensa reportagem fotográfica.
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quarta-feira, 31 de maio de 2017

EUROS

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De vez em quando, nas brincadeiras uns com os outros, eles gostam de fazer trocas, cromos por cromos, brinquedos por brinquedos... "Antigamente também era assim!" (dizem eles com o ar mais natural do mundo). Pois, as pessoas trocavam os produtos que tinham em excesso por produtos que necessitavam mas, entre tantas outras dificuldades, dificilmente havia uma medida comum de valor entre os elementos permutados...
Agora, entre outras formas de pagamento, o dinheiro é o meio usado na compra de bens, no pagamento de serviços...
Socorrendo-se das notas e moedas dos materiais manipuláveis, sentiram-se "crescidos" quando as suas mesas viraram uma banca de euros.
E as trocas continuaram, mas agora com euros sem esquecer um cêntimo que fosse. É que nem a "brincar" se brinca com o dinheiro! :)
Ainda longe de "fazerem contas à vida", as contas dos nossos caloiros foram outras. Um dia destes, eles vão às compras, ai vão, vão...
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terça-feira, 30 de maio de 2017

O FEIJÃO QUE QUIS SER FEIJOEIRO

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Era uma vez um feijão que, tal como muitos outros, estava destinado a ser comido. A vida, contudo, sujeita a constantes estímulos, nunca é traçada a régua e esquadro, e o destino do feijão alterou-se quando uma menina, a solicitação da professora, levou o feijão para a escola.
O feijão deve ter estranhado quando a menina o envolveu em algodão húmido e o meteu dentro dum pequeno recipiente. Gostou, contudo, da envolvência da água e do sol. E manifestou-se da única forma que sabia: começou a grelar.
Foi colocado, em seguida, em terra fofinha, trazida do quintal da avó. Gostou da nova morada, bem apetrechada, e mais ainda quando a água o visitava. Virou feijoeiro e começou a crescer, a crescer, cada vez com mais folhas, depois com flores, enquanto a menina registava os seus progressos. 
Um dia, já mais avantajado no porte, a flor deu à luz uma vagem, que foi crescendo rodeada de cuidados. O feijão começava a perceber, finalmente, o seu ciclo de vida.
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

PARABÉNS, DAVID!

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Eu sou o David e ontem fiz 7 anos! Convidei alguns amigos e fiz uma festa na minha casa, no Freixial. Jogámos à bola, jogámos consola de jogos e foi muito divertido. Foi fixe e recebi uma Consola 4 e uma bola do Benfica, entre outras coisas.
Na escola, gosto de fazer contas, de jogar Supertmatik e de ler. No intervalo, gosto de jogar à bola e de brincar com a professora. Com os meus pais, gosto de ver televisão, de jogar à bola e de passear.
Adoro batata frita com frango e ketchup. A minha sobremesa preferida é gelatina de maçã.
A minha cor preferida é o vermelho e sou do Benfica!
O verão é a minha estação do ano preferida porque gosto de ir à praia.
Tenho duas tartarugas, mas o animal de que mais gosto é o cão.
Sou amigo, trabalhador e muito aplicado!
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

JOGOS MATEMÁTICOS - JOGAR A PARTILHAR

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O sentido da vida, para ser bem assimilado, carece de constante comunicação, com as portas sempre abertas, ao mesmo tempo que se vão, com segurança, consolidando defesas. Basicamente é isto, para lá de todos os devaneios, pois nada se consegue construir sem bases de sustentação, com um toque de sonho quanto baste. 
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Hoje os alunos do 1.º ano, devidamente tutorados pelos do 3.º, foram iniciados nos desafios exigidos pelo jogo matemático "Rastros", um dos quatro que constam do nosso "Projeto Jogos Matemáticos". No início, respeitando a hierarquia, os caloiros mostraram-se humildes. Mas, com o andar da carruagem, e motivados pela açucarada partilha, logo se soltaram, não refreando um grito de entusiasmo quando um deles, mais expedito, conseguia ganhar um jogo.
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Voltando ao que dissemos no início (a vida, muitas vezes, parece uma pescadinha de rabo-na-boca) as coisas, para terem sentido, carecem mesmo de constante comunicação e partilha. Foi o que eles fizeram. E sentiram-se felizes, podem crer.
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

UM QUARTO DE VOLTA À DIREITA

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A orientação, seja qual for o ângulo de análise, sempre foi uma mais valia para quem a sabe utilizar: no espaço, no tempo, na vida...
Hoje os alunos do 3.º ano andaram a "brincar às orientações", tendo cada aluno que percorrer um circuito obedecendo às diretrizes de outro. Aqui é que residia o busílis da questão: quem definia as coordenadas tinha que o fazer da melhor forma, caso contrário o caminhante saía do percurso. E era ouvi-lo: três passos em frente; um quarto de volta à direita; dois passos em frente; um quarto de volta à esquerda...
Se o orientador se enganava, era o ohhh! geral. Pretexto para outros entrarem em cena, com vontade de tudo fazerem bem.
Se olharmos à nossa volta, vemos que há quem oriente, há quem prefira ser orientado, mas também há quem oriente e não se saiba orientar. A vida, complexa, tem destas coisas.
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