quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

O CONCERTO DE LUÍS PORTUGAL, A VONTADE DE IR E OS AUTOCARROS EM CONTRAMÃO

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Programar bem as coisas e providenciar para que cada detalhe se encaixe na estrutura pré-definida é meio caminho andado para o êxito de qualquer empreendimento. Vem isto a propósito da nossa ida, hoje, ao Octógono, para assistirmos a um concerto de Luís Portugal. A nossa escola, para se deslocar, carecia de transporte, tarefa que ficou a cargo da Câmara Municipal que, verdade seja dita, sempre revelou disponibilidade e boa vontade para resolver estas situações. Há vontades, contudo, que se diluem até chegar à base, ou seja, a quem tem de pegar no volante. E, para nosso espanto, apenas duas turmas foram transportadas, e já fora de horas, ficando as outras a cogitar, enquanto esperavam, sobre o que se estaria a passar com os autocarros. Mas tudo se resolveu, felizmente - embora com um plano B - quando os organizadores se aperceberam do problema e logo arranjaram uma solução: como, devido ao avançar da hora, já não era possível transportar as turmas que ficaram em terra, decidiu-se e diligenciou-se para que fossem assistir ao concerto marcado para o período da tarde, nas instalações do Seminário. Obrigado, Isabel Marques!
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Quem não teve qualquer culpa foi Luís Portugal, autor da obra "As Canções da Minha Escola" e senhor de uma magnífica voz, que teve a paciência suficiente para esperar. O homem é mesmo artista, bom comunicador, convencendo a jovem plateia com uma receita eficaz: misturando talento com simplicidade. E os alunos, empolgados, ganharam mais uma experiência de vida para o seu currículo.
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

EXPOSIÇÃO DE PRESÉPIOS

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Uma comunidade quer-se viva, participativa, sentindo as coisas como construção da vida que deseja para si e para os seus filhos. A que é servida por esta escola, por mais desafios que enfrente, não deixa de nos surpreender. Solicitada para mais um concurso de presépios, com recurso a materiais reutilizáveis, não acusou qualquer desgaste, antes pelo contrário. Num universo de 90 alunos, apareceram a concurso setenta e sete (77) trabalhos, um número recorde, que ultrapassa todas as participações registadas em anos anteriores. 
Esta comunidade, por mais mais voltas que a vida dê, continua a ser motivo de orgulho para todos, afirmando, na prática, que podem sempre contar com ela.
Um enorme bem-haja!
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Para os interessados, a exposição das obras a concurso poderá ser visitada na sede da ADCRAJ, em Aldeia de Joanes, onde permanecerá até dia 6 de Janeiro, data da entrega dos prémios.
Dê lá um salto, vai ver que vale a pena. Os presépios em exposição são liiiiiindos, capazes de encantar os mais exigentes.
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PARABÉNS, GABRIEL MATEUS!

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O Gabriel Mateus fez 7 anos no dia 12 de dezembro. 
Andava eufórico com a partilha do bolo do seu aniversário pelos colegas. O seu olhar radiava, os olhos pareciam dois grandes berlindes e as suas pequenas mãos não paravam. Os amigos escolhidos para ficar junto dele, na hora de cantar os parabéns, foram o Afonso e o Tomás.
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Susana Gaspar
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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

CONCERTO DE LUÍS PORTUGAL

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Na próxima quinta-feira, dia 14, os nossos alunos irão deslocar-se ao Octógono, no Fundão, para assistirem a um concerto de Luís Portugal, ex-vocalista do antigo grupo Jáfumega.
O artista, entretanto, deu um novo rumo à sua vida e, entre outras atividades, dedica-se a escrever e compor músicas para o público infantil. É o caso de "As Canções da Minha Escola", livro que inclui um CD áudio com 28 canções. Estas têm um forte carácter didático e abordam, a pensar no 1.º Ciclo, diversos conteúdos de Português, Matemática e Estudo do Meio.
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Tentámos encontrar um vídeo sobre esta obra, mas não foi possível. Deixamo-vos, no entanto, com a canção "Uma semente", virada para um público mais adulto, numa outra vertente deste multifacetado e talentoso artista.
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Entretanto, passado pouco tempo de o post vir a lume, alguém que o leu enviou-nos, por mail - a partilha é uma coisa incrível - esta colaboração de Luís Portugal num manual para o 3.º ano.
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ENSAIOS PARA A FESTA DE NATAL

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Ultrapassada a fase das Fichas de Avaliação, a escola tem vivido, nos últimos dias, momentos de maior descontração, com particular ênfase nos ensaios para a festa de Natal.
Os alunos do 4.º ano, já com outra autonomia, pegaram nas rédeas dos conteúdos que irão apresentar e, vai daí, escreveram (a Joana Augusto) uma pequena peça de teatro e coreografaram uma dança. O professor, atento, apenas vai dando uma pequena achega aqui e ali. 
Faltam apenas três dias para a festa, mas eles parecem capazes de dar volta ao desafio. Vamos lá a ver como é que eles se saem.
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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

AFINAL O PAI NATAL EXISTE

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O Natal estava a chegar e as irmãs Clara e Mariana estavam a ajudar a família a fazer os preparativos.
- Pai, mãe, conhecem o Pai Natal? – perguntou a Mariana.
- Não, porque ele é só uma história parva, vocês as duas já são crescidas para essas coisas – disseram os pais.
- Não, o Pai Natal é real! – respondeu a Clara.
Os pais já estavam fartos e disseram:
- Se querem acreditar nessas coisas tudo bem.
A noite já batia à porta, e o Pai Natal, no qual os pais não acreditam, começou a fazer os presentes para os meninos e meninas. Os duendes perguntam-lhe:
- Acha que o seu irmão, o Senhor das Trevas, vai outra vez estragar Natal?
- Não duvido, mas o meu plano é capaz de resultar – respondeu o Pai Natal – o meu irmão para conseguir estragar o Natal tem três opções: pode pôr o interruptor da caixa dos presentes a largar bombas de fumo que dizem “és burro”, “cheiras mal”; pode pôr-me as cuecas para baixo ou roubar os presentes das casas dos meninos - dizia, sussurrando ao ouvido do duende.
Começou a amanhecer e as janelas deixavam entrar os raios de sol no quarto das irmãs. Clara acordou e tem a tarefa de acordar a irmã. A Mariana, como faz em todos os natais, pôs-se a cantarolar:
- O Natal chegou, presentes vamos ter, o Pai Natal um beijo nos vai dar.
Elas saem de casa para verem a bela manhã, brincam até ao meio-dia. Os pais fazem o almoço e elas vão ver televisão. Chegou a noite e elas ficaram acordadas. Foram dar uma espreitadela debaixo da árvore de Natal e já lá estavam os presentes.
De repente, ouviram um riso maléfico e era um senhor gordo, vestido de preto. Clara disse:
- Oh não, ele levou os nossos presentes!
- Vamos segui-lo – disse a Mariana.
Seguiram-no até à rua, subiram para o trenó e esconderam-se.
Clara perguntou a Mariana:
- Para onde é que vamos?
- Não sei! – respondeu a Clara.
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Umas horas depois.
- Chegámos – disse a Clara.
Foram para uma casa recatada, entraram pelas traseiras e só viram brinquedos estragados. Perto da lareira estava o Pai Natal a pensar num plano. As meninas foram ter com ele acocoradas para o ajudar. Ele contou o seu plano:
- Quando o meu irmão passar por ali, é suposto ele tropeçar naquela pedra e cair no caldeirão com a poção mágica que o vai fazer ficar bom.
O Senhor das Trevas caiu no caldeirão e puf! desapareceu. A Mariana disse ao Pai Natal e à Clara:
- Pode não ter ficado bom, mas já não estraga o Natal. Sempre é melhor assim!
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O Pai Natal tentou resolver tudo, entregando de novo os presentes.
- Não vai ser possível refazer os vossos presentes, pois ficaram completamente destruídos – disse o Pai Natal muito triste.
- Para nós, estar contigo neste Natal foi o melhor presente de todos. Só te pedimos para conheceres os nossos pais para eles deixarem de duvidar da tua existência.
Os pais das meninas viram-no ao vivo e nunca mais duvidaram das filhas. Para eles foi um Natal inesquecível.
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Texto: Beatriz Fradique - 4.º ano
Ilustrações: Beatriz Ribeiro - 4.º ano (em cima) e Beatriz Fradique - 4.º ano (em baixo)
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

VI CONCURSO DE PRESÉPIOS - O CARTAZ

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TRAVESSURAS DE NATAL

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Duas das turmas da escola - as outras duas vão para a semana - deslocaram-se ontem, num itinerário de recompensa certa, à Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade. 
As anfitriãs, como sempre, primaram em receber bem, plenas duma simpatia muito própria, como se aqueles sorrisos fizessem parte do seu respirar. No bornal tinham, bem aprimorada, a obra "Travessuras de Natal", de Luísa Neves, e o encantamento aconteceu como se fosse a primeira vez.
Gente linda e talentosa, estas meninas da Biblioteca!
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

CÁ EM CASA

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Cá em casa somos 3 meninas pequeninas, 1 mulher e 1 homem. O homem trata do jantar, a mulher das meninas e as meninas brincam.
Cá em casa somos 5 estômagos. O de uma menina pequena quase vazio e os outros sempre cheios.
Cá em casa somos 10 bochechas, todas vermelhinhas e gordinhas prontas para receber comida.
Cá em casa somos 60 dedinhos e 40 dedões. Os das meninas pequenas prontos para mexer em tudo quanto é sítio e os dos adultos, homem e mulher, prontos para trabalhar.
Cá em casa somos 851 999 fios de cabelo. Alguns fininhos, outros grossos e uns pretos e outros castanho claros.
Cá em casa somos 20 nomes. Todos os das meninas começadas em Maria.
Cá em casa somos 5 pessoas sempre prontas a trabalhar, a brincar e a divertir-se.
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Texto e ilustração: Maria Rita - 3.º ano, baseado no texto "Cá em casa somos", de Isabel Minhós Martins
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BARRETE SOLIDÁRIO

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A APPACDM está a levar a cabo, nesta quadra natalícia, uma campanha com a designação "Barrete Solidário", colocando à venda barretes prateados ao módico preço de 2 euros.
Se alguém estiver interessado, poderá contactar a nossa escola que nós providenciamos a entrega. Poderá, desta forma, auxiliar uma instituição que bem o merece.
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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

SÍMBOLOS DO NATAL - A ÁRVORE

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Árvore numa das salas da nossa escola
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Há uma estrela refulgente, sinal primeiro,
há luzes que nos envolvem, gesto fagueiro,
há homens a procurar, patamar cimeiro,
há mensagens a voar, de corpo inteiro.
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SÍMBOLOS DO NATAL - O PRESÉPIO

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Presépio numa das nossas salas
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Nasceu pobre, assim ditava a humildade.
Nasceu rico, fruto da santidade.
Pelo mais, pelo menos, ou por tudo com que nos tomem,
quis diluir, num só átomo, a essência do homem.
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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

CONSERVA DE AZEITONAS - MUDANÇA DE ÁGUA

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Antes da mudança da água
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Depois da mudança da água
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Já lá vão alguns dias depois de iniciado o processo da conserva de azeitonas. Agora é chegado o trabalho mais moroso e paciente, com a mudança de água de dois em dois ou de três em três dias.
Hoje, quando a Teresa e a Cecília, após irem buscar água de nascente, se ocupavam da azáfama,  substituindo a água e repondo a dose de orégãos, surgiu a máquina fotográfica e captou o momento.
Para o Natal, esperamos nós,  talvez já haja azeitonas prontas a comer.
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COMEÇAM A CHEGAR OS PRESÉPIOS

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Aproxima-se o prazo de entrega para os participantes no VI Concurso de Presépios e, como nestas coisas há sempre quem não goste de ficar para a última, alguns já começaram a chegar à escola.
São lindos, como sempre, a fazer despertar em nós toda a magia e encantamento da época. A exposição promete!
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

CONSERVA DE AZEITONAS - O FILME

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CONSERVA DE AZEITONAS: O ESFORÇO EM BUSCA DA RECOMPENSA

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A vida é uma senhora de múltiplas vestes, plena de subtilezas, que adora desafiar, a toda a hora, as efémeras certezas com que povoamos o nosso dia-a-dia. E somos de tal forma convencidos que, de situação em situação, teimamos em afirmar a nossa convicção. A vida que, ao contrário de nós, tem todo o tempo do mundo, ri-se da nossa falta de humildade, do tudo querer num só dia, como se as coisas pudessem acontecer com um simples clicar de dedo.
Por aqui, escola que teima em remar da melhor forma, apesar da originalidade de levarmos dois edifícios a tiracolo, tentamos implementar práticas em que o conhecimento das coisas aconteça com naturalidade, com relatórios q.b., respeitando o grau de maturidade das crianças, de há muito relatado nos melhores compêndios. Com toda a naturalidade. E os alunos, ano após ano, vão tentando preencher o grande puzzle do conhecimento, peça atrás de peça, sem pressões, conciliando as exigências curriculares pré-estabelecidas com um olhar, forjado na prática, sobre aquilo que as rodeia. 
Hoje, dando seguimento ao processo da conserva de azeitonas, as quatro turmas, em momentos alternados, passaram pela experiência de retalhar e temperar. A seguir - foi-lhes explicado -  vem o processo moroso da mudança de água, que tem os seus quês, e só então, diluída a acidez num conveniente espaço temporal, as azeitonas estarão prontas para comer.
Hoje, dia friorento, numa atividade prática que procura dar forma e conteúdo à teoria, sem grandes sobressaltos, as azeitonas prosseguiram a sua sina, só culminada quando os alunos, ávidos de experiências novas, comprovarem, através do gosto, o resultado de toda esta azáfama.
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Nota - É de toda a justiça enaltecer o papel da Teresa, nossa assistente operacional, que suportou a maior parte do ónus da questão. E se estava frio!
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

CÉLULAS

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Hoje, num dia em que a atividade experimental foi rainha na escola, recebemos a visita de Paula Alves e Fernando Machado, da equipa do Ciência Sobre Rodas. 
Na bagagem traziam, para além da vontade de comunicar e partilhar, alguma informação sobre as células, as unidades estruturais e funcionais dos seres vivos. E, como o estudo do corpo humano, embora de forma básica, já se tinha ensaiado por estes lados, os dois elementos da equipa vieram proporcionar a observação, através do microscópio, de células do epitélio bucal, dos músculos e da pele.
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Mas antes, a questão-problema: Como são as células? Qual a sua forma?
Para que se chegasse a uma qualquer conclusão, "invocou-se a colaboração" de algum material: lâmina, lamela, corante, conta-gotas, cotonete e microscópio. Depois, com a necessária anuência dum voluntário - neste caso foi o Rodrigo - recolheram-se algumas células do epitélio bucal, que depois foram preparadas, com a ajuda de corante, numa lâmina e numa lamela. Já defronte do microscópio, após se almejar a ampliação mais conveniente, o desfile de observadores quase parecia procissão em dia de romaria. :)
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Partiu-se, em seguida, para a observação da preparação de tecido muscular, já constante da bagagem dos membros da equipa do CSR, que deu azo a mais um desfile de observadores, sempre com a curiosidade em alta. E que concentração eles evidenciavam, meu Deus!
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O tempo passava e havia que fazer o registo da atividade. Para a posteridade, para além da ilustração das células observadas, ficou assente que a observação das células  tinha sido feita com a seguinte ampliação: epitélio bucal - 400 X; tecido muscular - 100 X. Depois, na discussão, definiu-se a função do microscópio, constatou-se a diferente forma das células do corpo humano e, em jeito de revisão, apurou-se a função das células musculares e dos músculos esqueléticos. Por fim, a conclusão: as células observadas possuíam um núcleo, mas todas tinham formas diferentes.
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Ainda faltava a observação da pele, mas já poucos puderam constatar, através do ecran do computador, que afinal tinham pelos enormes onde julgavam que eles não existiam. Milagres da ampliação, pois é claro! :)
O tempo já tinha ultrapassado o estabelecido, não dava mesmo para mais. Talvez para a próxima, pois os alunos adoraram a sessão.
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ÀS VOLTAS COM A ÁGUA, EPICENTRO DA VIDA

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Neste mundo parece que as verdades são de curta duração, mas há uma cuja veracidade não merece qualquer contestação: sem água não há vida.
Ciente dessa evidência, Susana Nascimento, promotora do Projeto "Água é vida", esteve hoje com as quatro turmas da nossa escola para tentar sensibilizar, esclarecer, alertar...
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Como a experimentação é amiga do saber, a técnica da Agenda XXI trouxe consigo, para esta sessão, duas experiências, ambas com o intuito de melhor dar a conhecer as voltas que a água dá a fim de satisfazer as necessidades dos homens: a ação dos detergentes na limpeza e a forma de filtrar a água.
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O ensino com recurso à prática é sempre mais aliciante, e a reação dos alunos assim o comprovou. Estiveram atentos, admiraram-se, questionaram, até o sorriso se soltou com outra espontaneidade...
Água é vida, isso é certo, mas tende a ser um bem cada vez mais raro. Esperemos que a nova geração consiga reverter a péssima herança que, a este nível, lhes estamos a deixar.
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NA CASA DO BARRO - TELHADO - O FILME

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terça-feira, 28 de novembro de 2017

NA CASA DO BARRO - TELHADO

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Os alunos do 2º ano no dia 27 (segunda-feira), realizaram uma visita guiada ao museu de olaria no Telhado, culminando no ateliê de olaria onde as crianças deram largas à imaginação.
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A visita estimulou os alunos dado o seu caráter motivador, saída da escola, convivência com uma realidade diferente e com colegas de outra escola, (EB1 Vale de Prazeres) e a vertente lúdica onde se empenharam na sua realização. Constituiu uma situação de aprendizagem favorecendo a aquisição de conhecimentos, proporcionando o desenvolvimento de técnicas de trabalho, facilitando a sociabilidade.
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Sem se aperceberem sistematizaram os conteúdos aprendidos na componente de Estudo do Meio “Os sentidos”, audição – ouviram com atenção toda a explicação dada pelo professor Pedro, visão – tudo o que foi observado no museu, olfato – cheiro do barro, tato - moldagem do barro e gosto – saborear o almoço enviado pelos pais e o delicioso prato confecionado pela Dona Margarida, mãe do Duarte.
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Susana Gaspar
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

JÁ CHEIRA A NATAL

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Ainda falta um mês para a comemoração da efeméride, mas na escola já se começam a ouvir os primeiros acordes de Natal, despoletando emoções que, em crescendo, tendem a culminar na festa, por excelência, da família.
Na sexta-feira, na aula de Inglês, a prof.ª Ana Margarida deu o pontapé de saída, ensaiando com os alunos do 4.º ano a canção "He has a red red coat". Ficou tão satisfeita com a correspondência que, não se contendo, chamou-nos para observar o desempenho. A fotografia surgiu, naturalmente, perante tanto empolgamento.
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O RECREIO DOS PEQUENOS LAGOS

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Nos últimos tempos, com o país a passar por uma seca extrema, muitos olhos preocupados se têm virado para o céu em busca de sinais de chuva, bênção natural para a desejável harmonia do ciclo das estações.
Embora ainda muito longe do desejável, ontem e hoje choveu qualquer coisita, pondo a descoberto um velho problema no recinto do nosso recreio: a formação de pequenos lagos junto à entrada, com o natural transtorno para quem quer entrar ou sair, obrigando, na maior parte das vezes, a autênticos exercícios de malabarismo pedonal. E ainda não choveu a sério!
A Câmara Municipal, na pessoa da sra. Vereadora da Educação, já prometeu que, no final do ano, irá resolver o problema, dando uma volta completa ao recinto, de modo a torná-lo mais atraente e funcional. Como ela, connosco, costuma honrar a sua palavra, acreditamos que sim.
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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

OLIVEIRA E AZEITONA - ACRÓSTICOS

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..........Oliveiras, tantas oliveiras que vi
..........Limpar árvores cheias de azeitonas
..........Ia apanhar imensas
..........Volta para cá e vai para lá
..........Eu não senti o tempo a passar
..........Imagina se fosse todo o dia
..........Receio que à noite não me mexia
..........Apesar de pouco tempo, foi uma alegria.
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..........A subir uma árvore
..........Zás, o Alan caiu
..........Eu assustei-me, mas não se feriu
..........Iremos fazer a sua conserva
..........Tantas e tantas azeitonas
..........Outono é uma estação com muitas cores
..........Numa fria tarde de novembro
..........Apanhei algumas flores.
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Acrósticos de Matilde Saraiva - 4.º ano
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

PARABÉNS, RICARDO!

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Eu sou o Ricardo e fiz 8 anos no dia 13 de novembro.
Os meus amigos são: João, Afonso Horta, Afonso Bento, Tomás, Rodrigo, Afonso Gregório, Duarte e Dinis.
A minha bebida preferida é Coca-Cola. O meu jogo preferido é o Fifa 2018. A minha comida preferida é batatas fritas da Lay, da Champions League. O meu chocolate preferido é Milka de Oreo. O meu clube preferido é o Sporting e o estrangeiro é o Real Madrid e o Barcelona. O meu melhor amigo é o Rodrigo.
O meu pé mais forte é o direito e a mão também. Eu nos meus anos vou usar o equipamento do Real Madrid.
Eu estou muito contente por fazer 8 anos.
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Texto: Ricardo Melo - 3.º ano
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terça-feira, 21 de novembro de 2017

APOIO EDUCATIVO

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Todos somos diferentes, únicos, com características próprias, obedecendo a estímulos que nem sempre se coadunam com os interesses dos outros. É isso que caracteriza o ser humano, numa amálgama que nos diferencia de qualquer outro ser.
As quatro turmas desta escola são numerosas - frequentam a escola 90 alunos - e nem sempre é possível acudir prontamente a solicitações específicas, tal a "ditadura" do grande grupo. E é aí que entra o apoio educativo, vocacionado para entender melhor a individualidade de cada um, de modo a que as aprendizagens se tornem mais eficazes.
Hoje assistimos, por algum tempo, ao trabalho desenvolvido pela prof.ª Ana Cristina com um pequeno grupo de alunos do 2.º ano. Paciente, empenhada e motivadora, consegue que os alunos se interessem, se envolvam, estimulando-os a cada momento. Eles estão motivados, querem saber mais, e naquele pequeno grupo conseguem uma atenção personalizada que seria pouco provável no grande grupo. A auto-estima deles, podem crer, cresce a cada sessão.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

OS ANTIGOS HABITANTES DA ZONA DO POÇO DO CALDEIRÃO (BARROCA DO ZÊZERE)

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Qualquer trabalho plástico requer motivação, vontade de comunicar algo (conteúdo), para lá da opção da forma. Há que expressar sentimentos, ideias, há que tentar perceber o mundo que nos rodeia. E, para isso, é fundamental conhecer o passado.
Há dias fomos saciar a vontade de mais saber (as crianças são admiravelmente curiosas) tendo como alvo uma figura rupestre, "adormecida" há milhares de anos num rochedo do Zêzere, no Poço do Caldeirão, mesmo defronte à Barroca que abraçou o nome do rio. Bem preparados para a visita, após várias sessões e visionamento de filmes sobre o período paleolítico, miúdos e graúdos ficaram encantados com o que viram. E, ali, em contacto com a gravura, várias interrogações surgiram sobre a necessidade de deixar tal testemunho na rocha.
Imaginar é grátis, não custa mesmo nada, daí o professor, num impulso criativo, escrever algo sobre Tchuma, o autor ficcionado da gravura.
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Tchuma, de pé naquela espécie de promontório, que irrompia cerca de dez braçadas nas águas do rio, olhava em volta. A caça tinha corrido bem aos homens. Alika, juntamente com outras mulheres do grupo, ocupava-se a raspar a gordura das peles com um biface. Lok e Kanut, a um canto, partiam pedras do rio, com precisão, para obterem algumas lascas afiadas. Estavam sempre a precisar delas. A garotada, mais abaixo, iniciava-se na pesca com uma espécie de arpão, uma simples vara com uma pedra afiada atada na ponta, soltando gritos de júbilo quando conseguiam apanhar um peixe. Os dias sorriam-lhes, sem dúvida. Naquele lugar havia muita caça, muita pesca e muitos frutos, poderiam ficar por ali algum tempo.
Tchuma fixou-se nas águas, naquele abismo que, em simultâneo, atraía e atemorizava. Gostava de estar ali, mas sabia que, com o passar dos dias, a caça iria para longe. Embalado no som da água a correr, pôs-se de cócoras e, puxando do buril, começou a picotar a rocha, dando forma à gravura dum cavalo. Talvez, quem sabe, fosse uma forma de, quando partissem, ali continuassem a viver.
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O texto, numa cumplicidade que se pretende saudável, de reciprocidade, foi lido aos alunos, que depois foram convidados a ilustrá-lo. E eles, dando corda à sua enorme capacidade de se integrarem em novos contextos, desenharam, desenharam, dando cor e forma aos nossos antepassados do período da pedra lascada.
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Beatriz Ribeiro - 4.º ano
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Diego Macchi - 4.º ano
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Joana Augusto - 4.º ano
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Lara Faria - 4.º ano
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Rodrigo Antunes - 4.º ano
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