quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A SEMENTEIRA - 1

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Os alunos do 3.º ano meteram-se na empreitada de reescrever o poema "A Sementeira", de Luísa Ducla Soares.
Como o resultado final, muito interessante, se traduziu na produção de 24 estrofes, decidimos dividir a sua publicação em três partes, cada uma com 8 estrofes.
Aqui fica a primeira leva. As restantes serão publicadas na próxima semana.
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Ilustração de Francisco Franco - 3.º ano
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Semeei na minha casa
uns óculos de sol:
nasceu uma televisão
que tinha um caracol.
Rita Ôlo - 3.º ano
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Semeei na minha casa
uma enorme barata:
nasceram quarenta árvores
acabou por ser uma mata.
Beatriz Alves - 3.º ano
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Semeei no meu jardim
um pequeno alfinete:
nasceu um homem
que era um grande diabrete.
Dinis Cruz - 3.º ano
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Semeei na minha quinta
uma vaca dorminhoca:
nasceu um boi
que comeu uma foca.
Bianca Gadanho - 3.º ano
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Semeei na minha quinta
Uma borracha:
nasceu um pato
em cima duma bolacha.
Bruna Amaral - 3.º ano
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Semeei na minha mochila
um foguetão:
nasceu uma bruxa
a mexer um caldeirão.
Maria Rita Mendes - 3.º ano
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Semeei na minha piscina
um grande tubarão:
nasceu um peixe palhaço
que era comilão.
Duarte - 3.º ano
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Semeei num hotel
um caldeirão:
nasceram astronautas
comprei um foguetão.
Ricardo Melo - 3.º ano
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

RODA DOS ALIMENTOS

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Comemorou-se, na última segunda-feira, o Dia Mundial da Alimentação. O prof. Sérgio, que nesse dia assumiu a condução dos trabalhos da turma do 4.º ano, trabalhou com os alunos a Roda dos Alimentos. As imagens falam por si.
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

MARMELADA - REGISTOS (2.º ANO)

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Registo de Ana Lara Tavares - 2.º ano
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MARMELADA - REGISTOS (1.º ANO)

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Registo de Henrique São Pedro - 1.º ano
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Registo da Margarida Cordeiro - 1.º ano
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

PARABÉNS, BEATRIZ!

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A vida é mesmo assim, e ainda bem. Todas as crianças têm pressa de crescer, de se fazerem gente, de conhecer o mundo adornadas de sonhos mil. 
A Beatriz, que hoje completou 9 anos, não foge à bitola. Dotada de uma personalidade forte, plena de determinação, tem um sorriso que encanta. E é com estes predicados, e outros que, com o tempo, aprenderá a descobrir, que ela se vai preparando para conquistar o mundo.
Parabéns, Beatriz!
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OUTONO DO NOSSO (DES)CONTENTAMENTO

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Fotografia de AC
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Há um sol, ao de leve, que nos aquece de mansinho, como se tentasse perpetuar aquilo que é breve, alquimia de poeta que tudo quer abraçar.
Rompe a névoa, aqui e ali, pintalgando conceitos efémeros, como se tudo fosse nada. Foram-se as andorinhas, rendidas ao capricho solar, enquanto os gatos, alheios ao passar do tempo, se espreguiçam, indolentemente, como se a tela da vida fosse coisa perfeitamente definida.
Há um sol, ao de leve, que nos aquece de mansinho, alheio a tragédias pirómanas que grassam por este pobre e indefeso país.
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AC
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

DO FRUTO À DOCE MARMELADA

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A PROVA

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Finda a operação marmelada, efetuada de modo a não prejudicar o normal funcionamento das aulas, hoje foi dia de registos e da tão esperada prova.
Agradou, como seria de esperar, e no final do dia cada um levou um frasquinho para casa para partilhar com a família.
Um doce fim de semana para todos!
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A TERRA TREMEU

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Hoje, às 10:13, a terra tremeu. Tremeu mesmo? Não, foi apenas um exercício promovido pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, a fim de alertar e sensibilizar a população sobre como agir antes, durante e depois da ocorrência de um sismo. Para isso, nada melhor que adoptar três gestos: BAIXAR, PROTEGER e AGUARDAR.
Hoje, às 10:13, a turma do 4.º ano fez de conta que a terra tremeu. É que há gestos que podem salvar vidas.
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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

MARMELADA

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Com tanto marmelo à espera, fruto da boa vontade de pais e de alguns particulares (obrigado, Moisés!) o dia prometia odores e sabores agradáveis. Mas, para que tudo corresse bem, antes houve passos a dar, preparativos e compras a fazer, disponibilidades várias com que contar. E foram tantas!
Hoje, antes de os alunos entrarem, já várias vontades se moviam: o Vítor, funcionário da Junta de Freguesia, tinha transportado o fogão e as panelas cedidas pela Comissão Fabriqueira; a Teresa e a Cecília começavam a dar vazão a tanto marmelo, lavando-os e começando a cozê-los; o açúcar, entretanto, também chegara ao seu destino...
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A Teresa e a Cecília, às tantas, acolhem, de braços abertos, um reforço para a sua labuta: tratava-se da Raquel, que no ano passado trabalhou na nossa escola, e que, num momento de folga, nos surpreendeu agradavelmente dom a sua disponibilidade. Obrigado, Raquel, esse gesto tocou fundo!
Os alunos, entretanto, começaram a visitar a "cozinha", instalada no pátio da escola. Noventa e tal alunos, plenos de vivacidade, inteiraram-se então - para alguns foi o reforço dos conceitos - dos passos a dar na confeção da doce marmelada. Após a explicação provaram marmelo cru (alguns não gostaram, é claro), marmelo cozido, assistiram ao desempenho dos raladores, com as nossas assistentes sempre a "dar-lhe", num laborioso ritual digno de se ver.
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Para depois do almoço ficou marcada a última fase: o envolvimento da massa de marmelo com a água e o açúcar, após alcançado o tão desejado ponto de estrada.
Com cada turma a passar, à vez, pelo local, a marmelada começou a tomar forma. Foi chegada então a hora da colher de pau e do triturador se chegarem à boca de cena, ambos em tamanho gigante, para lhe dar uma consistência mais fina e delicada. 
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A marmelada estava, finalmente, pronta!
A prova, para os alunos, ficou agendada para amanhã, mas já houve quem provasse. Está divinal, posso garantir-lhes! 
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Nota - As nossas assistentes, no seu afã de tudo se fazer bem, praticamente não tiveram pausa para almoço. Elas estão de parabéns, e bem merecidos!
Amanhã, para além da prova, cada aluno levará para casa um frasquinho de marmelada. Esperam-se e desejam-se doces momentos.
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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

ESTRANHÓIDES

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No âmbito do Domínio de Articulação Curricular (DAC), a turma do 1.º ano ouviu a história "Estranhóides", que foi devidamente explorada, posteriormente, nas diversas áreas. 
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Na sequência, cada aluno foi desafiado a criar o seu próprio estranhóide, catapultando-os para um mundo adornado pelos mais vivos tons da sua imaginação.
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É evidente que eles gostaram. Muito!
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terça-feira, 10 de outubro de 2017

PARABÉNS, MYROSLAVA!

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Parabéns à Myroslava que fez anos na segunda-feira, dia 9 de outubro. A turma cantou-lhe os parabéns, desejando-lhe um Feliz Aniversário.
Foi elaborado um acróstico, em grupo, com o seu nome.
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.....Menina que gosta de
.....Yoga
.....Raramente o pratica
AdOra cavalos
.....Sabe
.....Ler
.....Amiga dos colegas
.....Verdadeira e
.....Alta
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Turma 20 - 2.º ano.
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PARABÉNS, RODRIGO!

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O Rodrigo fez 9 anos no domingo e nós fomos festejar no cinema. O filme foi muito fixe.
O Rodrigo tem vários gostos: o animal preferido é o gato, gosta de cerejas, o canal preferido é a SIC K, gosta de Matemática e o relógio Yo-kay 2 é o seu brinquedo preferido.
Nos fins de semana costuma ir a casa dos avós, em Dornelas. Ao ar livre ele gosta de jogar futebol e andar de bicicleta.
O Rodrigo gosta de andar na escola. Ele diz que nós devemos aproveitar e estimar a vida porque ela é muito importante.
Feliz aniversário, Rodrigo!
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Texto: José Martins - 4.º ano
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Eu fiz 9 anos no domingo.
Tenho cabelo castanho, olhos castanhos, nariz normal e uma boca muito faladora.
Gosto da cor vermelha, de Matemática e gostava de ir aos Açores e de ver a Torre Eiffel, que fica em França.
Eu gosto de gatos, principalmente os laranja, brancos e cinzentos. Dos pretos não gosto muito.
O meu melhor amigo é o Francisco.
Gosto dos Yo-kay Watch e tenho uma nintendo com esse jogo.
Gosto de cerejas, é a minha fruta preferida. Sou muito bom a Matemática.
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Texto: Rodrigo Antunes - 4.º ano
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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

ESTA SEMANA HÁ MARMELADA

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Os marmelos foram chegando, a pouco e pouco, perfumando a dependência onde continuam em modo de espera. Pois bem, o dia já está marcado: quinta-feira, se tudo decorrer conforme o planeado, os marmelos irão engalanar-se com as suas mais doces vestes, conscientes da sua fonte de prazer. Vamos fazer marmelada, pois é claro, e em quantidade suficiente para que todos os alunos levem um miminho para casa.
Vai ser uma semana doce, pela certa. 
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

MENINO DE ESCOLA - 2

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Afonso Bento - 3.º ano: reescrita do poema "Menino de escola em manhã de sol", de Maria Rosa Colaço 
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I SEMINÁRIO INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA DO FUNDÃO

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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

ZONA ANTIGA DE ALDEIA DE JOANES - UM PATRIMÓNIO ESQUECIDO

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Às portas da igreja
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De véspera tinha ficado a intenção: amanhã vamos visitar a zona antiga.
Aldeia de Joanes, nos tempos que decorrem, tende a ser absorvida pela expansão urbana do Fundão, havendo já muitos que consideram que, praticamente, já nada há que as separe. Profundo engano. Poderá vir a ser assim, mas de momento existe um património, oral e edificado, que torna bem claro que esta povoação tem memórias muito próprias, alicerçadas numa forma de viver bastante peculiar. Para quem tem pressa - e o mundo, convenhamos, parece cada vez mais apressado - isso não é notório, mas para quem tem tempo de sair da rua principal, embrenhando-se nas escondidas ruas e travessas da velha povoação, vai poder deslumbrar-se com o que ainda resta de antanho: duas fontes de mergulho, três chafarizes, uma igreja matriz de evidente estilo românico, apesar das posteriores reformulações, e um numeroso lote de casas quinhentistas, marca evidente da importância judaica no desenvolvimento da região.
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Fonte de mergulho
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O chanfrado dos portais quinhentistas, com um ou outro lintel decorado, começou por merecer a curiosidade dos alunos do 4.º ano, interiorizando o conceito. De tal forma que, ao depararem-se com outras habitações com a mesma marca, a "coisa", antes totalmente desconhecida, começou a parecer familiar.
Depois, na Rua do Castelo, passaram por balcões, da casa que, há muitos anos, serviu de cadeia, sempre ladeados por marcas quinhentistas. Chegados ao topo da rua, na convergência com a Rua do Alto, foram "devidamente conduzidos" a especular sobre a existência no local, noutros tempos, sobre a existência dum pequeno castelo. Segundo a tradição local, veiculada nos mais idosos, parece que ele existiu mesmo.
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Balcão na Rua do Castelo
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Passámos ao lado da Quinta do Paço, que ainda ostenta passado majestoso, e orientámos o nosso objetivo para a igreja matriz, ex-libris do local. E não é caso para menos: com um histórico que alguns remontam à influência de D. Sancho II, o Povoador, aquando do foral concedido à Covilhã, esta igreja apresenta evidentes sinais de construção românica, característicos do início da nacionalidade. Para esta convicção muito contribui a forma de aparelhamento da pedra, vestígios de arcos românicos e o que resta da cachorrada, figuras esculpidas em granito mesmo junto ao telhado. Infelizmente a maioria foi substituída posteriormente por meras figuras geométricas, restando apenas três ou quatro. Realce ainda para uma porta lateral com um arco gótico, evidente sinal de posterior acrescento.
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Exemplo de chanfrado
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O tempo ia passando, quase sem darmos conta, de tal forma estávamos imbuídos na descoberta. Os alunos, de papel e caneta na mão, iam tomando notas. O sol, porém, é que não estava para concessões. E, vergados pelo poder do astro, mais não restou que empreender o caminho inverso.
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O chafariz retemperador
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Um dos chafarizes, o único com água potável, estava mesmo à mão de semear quando o calor mais apertava. E eles lá se dessedentaram, ganhando forças para reparar, enquanto caminhavam, numa ou outra romãzeira. A escola, felizmente, já estava perto.
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OUTONO

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Trabalho elaborado por Tiago Luzio - 2.º ano
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terça-feira, 3 de outubro de 2017

VAMOS PÔR OS NOMES A RIMAR

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Eu sou o Tiago
e gosto de nadar no lago.
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Eu sou a Mafalda
e faço uma grinalda.
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Eu sou a Laura
e estou dentro duma aula.
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Eu sou a Rita
e gosto de batata frita.
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Eu sou o Horta
que está à porta.
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Eu sou a Beatriz
e escrevo com um giz.
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Eu sou a Beatriz
e quando for grande vou ser atriz.
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Eu sou o Afonso Gregório
e lavo as mãos num lavatório.
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Eu sou o Tomás
e adoro ananás.
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Eu sou o Afonso Bento
e tenho frio por causa do vento.
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Eu sou o Dinis
e gosto do meu nariz.
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Eu sou o Duarte
e gosto do planeta Marte.
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Eu sou o Ricardo
e tenho um papel pardo.
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Eu sou a Marta
e vi uma lagarta.
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Eu sou o João
que gosta de melão.
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Eu sou o Ricardo
que adora ver um cardo.
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Eu sou a Maria Rita
e sou muito bonita.
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Eu sou a Beatriz
e cumpro o papel de imperatriz.
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Eu sou o Rodrigo
e este ano semeei trigo.
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Eu sou a leonor
e tenho uma flor.
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Eu sou o Francisco
que gosta de comer um petisco.
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Eu sou o Ricardo
e vi um urso pardo.
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Turma 21 - 3.º ano
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

MARMELOS

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Um dia destes, talvez lá para meados do mês, a nossa escola vai ser palco da azáfama da confeção da marmelada, com o inconfundível aroma a espalhar-se por tudo quanto é recanto.
À escola já chegaram alguns marmelos, mas outros, com toda a certeza, seguirão o mesmo destino. Adivinham-se dias doces!
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Também estamos a receber mogangos, mas a sua confeção apenas se fará em data posterior. Depois daremos notícias.
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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

PARABÉNS, MARIA RITA! PARABÉNS, DINIS! PARABÉNS, DUARTE!

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Olá, eu sou a Maria Rita e fiz 8 anos numa sexta-feira, dia 8 de setembro, ou seja, este ano casei os anos.
As minhas melhores amigas da escola são: 1.º a Joana, 2.º a Matilde, 3.º Bia, 4.º a Maria, 5.º a Bruna, 6.º a Carolina, 7.º a Laura, 8.º a Rita, 9.º a Mafalda Diogo e, por fim, a Leonor Barroso.
No sábado a seguir fui para a Póvoa de Varzim.
Passei a sexta na escola e na minha festa de aniversário com as minhas primas Júlia e Rafaela.
A minha comida favorita é lasanha e a minha cor preferida é rosa.
Eu adorei o meu aniversário.
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Texto: Maria Rita - 3.º ano
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Eu sou o Dinis e fiz anos no dia 19, numa segunda-feira.
Eu gosto de tudo o que há no mundo.
Tenho muitos amigos.
Gosto de vir à escola para aprender, brincar, ver os amigos...
Eu sou simpático, mas quando me batem eu defendo-me.
Umas vezes gosto de trabalhar, outras não.
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Texto: Dinis - 3.º ano
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Eu sou o Duarte e fiz anos no dia 5 de setembro.
A minha fruta preferida é pera fresca. A cor é o laranja.
Tenho um cão chamado Mico e vou todos os sábados passeá-lo pelo mato. Às vezes as caminhadas são grandes, mas fazemos muitas vezes pequenas.
Eu queria ter uma festa em Unhais da Serra com um jogo chamado Sniper 3D, que é para matar os vilões.
Estive com os meus primos em Unhais da Serra e, na praia, com os tios e os primos.
Os meus presentes foram: dinheiro, legos, bombons e um jogo.
Como fiz 8 anos, já consigo apanhar o Mico muitas vezes, e quando tinha 7 anos poucas vezes, porque não corria muito e agora já consigo correr mais.
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Texto: Duarte - 3.º ano
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

QUERO SER ARQUEÓLOGO

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Andar à procura
Recuar no tempo
Quero ser arqueólogo
Unir os ossos e fazer um esqueleto
Esta aventura irá começar
Olhar e descobrir
Logo vou encontrar
Os segredos por desvendar
Gostaria de saber
Obrigado, mas ainda tenho muito que aprender.

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Acróstico de Rodrigo Antunes - 4.º ano
Ilustração de Beatriz Fradique - 4.º ano
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

MENINO DE ESCOLA - 1

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Mafalda Diogo - 3.º ano: reescrita do poema "Menino de escola em manhã de sol", de Maria Rosa Colaço
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terça-feira, 26 de setembro de 2017

MIMINHO

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Andávamos há uns dias a falar dos ossos do corpo humano. Às tantas, a propósito do cálcio, fundamental na sua composição, decidiu-se fazer uma experiência, que requeria um ovo, vinagre e um frasco. 
A Nádia, no dia seguinte, apareceu com o material na escola. Feita a observação, com a devida previsão, aguardou-se pelo que iria acontecer.
No dia seguinte a curiosidade dos alunos era evidente, tanto mais que, dentro do frasco, a tonalidade era bastante mais escura: era o cálcio a soltar-se da casca do ovo. Desenroscou-se o frasco e cada aluno foi convidado a palpar a textura do ovo. À medida que o processo se desenrolava, todos verificavam que o ovo estava mole, bastante maleável. Às tantas, quando chegou a vez da Beatriz Fradique, a vontade de tocar era tanta que... a película do ovo rompeu. E ficou tão aflita que a tristeza invadiu o seu rosto. As amigas, contudo, não a queriam ver assim e, de imediato, correram para a abraçar, só a largando quando o sorriso voltou.
Não haja dúvida que, às vezes, um simples miminho pode fazer milagres.
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Texto coletivo - Turma 22 (4. ano)
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