domingo, 18 de novembro de 2018

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

REUNIÃO DE AVALIAÇÃO INTERCALAR

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Informam-se os Pais/Encarregados de Educação dos alunos da EB1 Aldeia de Joanes que as Reuniões de Avaliação Intercalar se farão na próxima quarta-feira, dia 14, nos seguintes horários:
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- Turmas 19 e 21 (1.º e 3.º anos): às 18:30
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 Turmas 20 e 22 (2.º e 4.º anos): às 18:00
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A reunião obedecerá à seguinte Ordem de Trabalhos:

1 – Avaliação Intercalar;
2 – Outras informações.
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Nota: Cada professor reunirá com os pais/enc. de educação na sua sala.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

ADIAMENTO DO MAGUSTO

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O habitual magusto da comunidade escolar de Aldeia de Joanes, que envolve as crianças da Escola e do Jardim de Infância, estava mercado para quinta-feira. Hoje até estava um belo dia de sol, a fazer lembrar o Verão de S. Martinho, mas as previsões meteorológicas, para amanhã, anunciam chuva a meio da manhã. Previsão desagradável, que não nos deixa alternativa ao adiamento, pois seria inconsciência da nossa parte sujeitar cerca de 120 crianças ao mau humor do tempo.
A nova data, que implicou a consulta dos responsáveis das várias instituições envolvidas - Escola, Jardim, Equipa da GNR da Escola Segura, Junta de Freguesia - foi aprazada para a próxima semana, mais propriamente para o dia 15. Oxalá, nessa altura, o S. Martinho colabore da melhor forma.
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

A AULA DE PROGRAMAÇÃO

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Todas as terças-feiras, no período que antecede o almoço, a turma do 1.º ano é visitada por uma equipa da Academia Júnior (a Vera e o João) que lhes vêm transmitir as primeiras luzes sobre programação. Eles gostam, sem dúvida, e muitos deles já mexem no teclado com algum desembaraço.
Aqui fica a forma de como eles "sentem" essa aula.
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Maria Inês Coelho - 1.º ano
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Margarida Martins - 1.º ano
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Simão Pedro Fernandes - 1.º ano
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Diogo Moiteiro - 1.º ano
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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

PARABÉNS, JOÃO!

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Movimentos ágeis, olhos brilhantes, simpático, o João é um daqueles traquinas que não deixa ninguém indiferente. A energia que transporta é tão grande que só mesmo o recreio, onde se deixa seduzir pela magia da bola a rolar, o consegue acalmar.
Ontem fez 6 anos, mas hoje fez questão de levar um bolo para a escola para partilhar com os colegas. E os olhos brilhavam, brilhavam muito...!
Parabéns, João!
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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

VISITA DA EQUIPA ""CIÊNCIA SOBRE RODAS"

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Como diz o velho ditado «Mais vale tarde que nunca». É que já foi no dia 10 de outubro que o projeto «Ciência sobre rodas» começou o seu trajeto na nossa turma, neste ano letivo. O professor Fernando está de volta, acompanhado pela professora Alcina. Mantêm o entusiasmo, a alegria e a forma bem-disposta de fazer ciência com os nossos alunos. 
Trouxeram-nos duas atividades experimentais cujo tema principal era o ar: «Ovos engarrafados» e «O que existe no ar?». 
O objetivo da primeira atividade experimental foi fazer entrar um ovo num balão de vidro sem o forçar. Pretendeu-se que os alunos percebessem o que acontece ao ar quando é sujeito a diferentes temperaturas (aquecido/arrefecido).
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No final puderam concluir que, quando o algodão arde dentro do balão, o ar expande-se e sai, quando ar arrefece contrai-se e a pressão do ar dentro do balão diminui, sugando o ovo.
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A segunda mostrou que o ar nos envolve e ocupa todo o espaço livre. Há ar nas plantas, no corpo do ser humano e dos animais.
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Experiência feita tiraram-se conclusões: a água ao subir, foi ocupar o espaço do gás que se consumiu (oxigénio) durante a combustão da vela; quando se consumiu a totalidade do gás comburente, a vela apagou-se; o restante volume do frasco permaneceu ocupado por outros gases; o oxigénio é um dos constituintes do ar.
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Muito obrigada aos professores Fernando e Alcina pela tarde fantástica de ciência que nos trouxeram. Ficamos à espera da próxima.
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Fernanda Soares
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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

HALLOWEEN

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Neste mundo cada vez mais globalizante, em que as coisas se insinuam, em todo o lado, com uma velocidade difícil de acompanhar, as tradições tendem a reformular-se, fazendo de todos aquilo que era apenas de alguns. É o caso do Halloween, tradição anglo-saxónica na origem, mas que, devido ao incrível desempenho dos novos meios de comunicação, se tornou residente em quase todos os pontos do mundo.
Na nossa escola o fenómeno também acontece. E hoje, com um entusiasmo que surpreende, na "passerelle" da escola podiam ver-se as mais diversas formas, todas condizentes com o tema: bruxas, vampiros, esqueletos, fantasmas, monstros de toda a espécie...
Também as abóboras "esculpidas" fazem parte da tradição, e muitas apareceram por aqui. Os alunos do 4.º ano, contudo, deram nas vistas pela originalidade. Ora vejam.
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A DESFOLHADA - POESIA III

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As turmas da EB1 Aldeia de Joanes foram colher milho ao milheiral no dia 24 de outubro, e foram descamisálas e debulhá-las no dia 25 de outubro.
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Numa escola
Muitos meninos
Foram colher maçarocas
Com os seus queridos professorinhos.
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No dia seguinte
Os meninos foram desfolhar
Aquelas lindas maçarocas
Ou também chamado descamisar.
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Quando estávamos a desfolhar
Eu e as minhas amigas fomos dançar
Para começar
Outra vez a trabalhar.
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Quem quisesse comer papas de carolo podia comer, mas eu não gosto, então a minha mãe trouxe-me pão.
Eu adorei, mas não encontrei milho-rei.
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Texto: Maria Rita - 4.º ano
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A DESFOLHADA - POESIA II

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No dia 24 de outubro
fomos colher milho ao milheiral.
Quando lá chegamos era tanto
que eu nunca tinha visto tal.
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Começamos a colher.
Era tanto milho
que a gente
já não o podia ver!
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Na desfolhada andei
à procura de milho-rei
Fartei-me de desfolhar
mas o rei não encontrei.
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Vamos debulhar
mas temos de parar para descansar
porque debulhar
é como trabalhar.
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Comemos as papas de carolo
quem as fez foi a D. Teresa.
Nada as pode substituir
com certeza!
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Texto: Leonor Barroso - 4.º ano
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terça-feira, 30 de outubro de 2018

A DESFOLHADA - POESIA

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Era uma tarde de sol
Quando fomos à desfolhada
Havia maçarocas nas esteiras
Professores e muita criançada!
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Curiosos, felizes e às gargalhadas
As maçarocas começamos a desfolhar.
Divertidos e a trabalhar,
Fizemos bolhas de tanto debulhar!
No final, papas de carolo fomos saborear.
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Trabalho coletivo - 2.º ano
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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

ÓPERA DE PÁSSAROS

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Um amigo enviou-nos esta "coisa linda" por e-mail. Como o que é belo deve ser partilhado, aqui vos deixamos esta prenda.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

A DESFOLHADA

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Após o almoço o recinto da escola começou a ganhar um colorido fora do comum. No centro do terreno, habitual espaço de jogos e brincadeiras, começaram a estender-se toldos que, num ritmo cadenciado, começaram a receber a companhia de maçarocas e mais maçarocas, colhidas de véspera, prontas, depois de um ajeitar aqui e ali, para o cerimonial da desfolhada. Os alunos, entretanto, iam chegando, trajados como os egrégios avós. Mais de uma centena, pois desta vez, para além das quatro turmas da escola, também iríamos ter a companhia das duas turmas do Jardim de Infância.
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Já com todos a postos, foi dado o sinal de partida. E foi vê-los, miúdos e graúdos, num quase despique de desfolhar maçarocas. Estas, num amarelo bem torradinho, iam-se amontoando no meio, correspondendo ao afã da curiosidade de descoberta dos novéis desfolhadores.
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Enquanto a labuta avançava, alguns alunos iam recolhendo as folhas, que se iam acumulando, dando azo a que a cor preponderante do conteúdo dos toldos começasse a ter a mesma tonalidade. As maçarocas descamisadas começavam a reinar.
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Chegou então a hora da debulha. A princípio pareceu difícil, mas depois começaram a ganhar-lhe o jeito. E os grãos de milho começaram a soltar-se, enquanto as manifestações de júbilo se iam multiplicando. A malta estava mesmo em forma!
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O trabalho rendia e, já se sabe, quando as coisas correm bem, apetece sempre manifestar a satisfação da melhor forma. E as meninas do 4.º ano, num apelo irresistível, começaram a dançar, prendendo olhares e despertando sorrisos. A festa da desfolhada estava a ser linda!
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Mas, para a festa ser completa, faltavam as papas de carolo. Se estavam boas? Oh, se estavam! O ar de satisfação deles não enganava.
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No final os organizadores estavam cansados, mas plenamente compensados. É que uma escola quer-se viva e empreendedora, plenamente consciente dos desafios educativos. Só assim as coisas fazem sentido.
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Amanhã, se tudo correr bem, publicaremos mais imagens do evento.
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NO MILHEIRAL

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Desenho de Diogo Moiteiro - 1.º ano
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Desenho de Inês Figueiredo - 1.º ano
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Desenho de Mariano Horta - 1.º ano
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Desenho de Simão Pedro Fernandes - 1.º ano
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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

COLHEITA DE MILHO NO MILHEIRAL

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O dia prometia. Acautelada toda a logística necessária, a partida para o milheiral foi dada bem cedo, com agradável percurso pelas principais ruas da aldeia.
O milheiral do sr. José Alberto, nosso parceiro nestas andanças, situa-se nas traseiras da igreja. E a nossa maltinha, quando o avistou, começou a esfregar as mãos de contente, sedenta que estava de novas emoções e novos conhecimentos.
As maçarocas não estavam muito avantajadas, lá isso é verdade, mas isso não preocupava nada os nossos alunos. Eles queriam era colher, colher muito milho, atirando para trás das costas a orvalhada que ainda se fazia notar e, acima de tudo, sentir. Mas quem consegue segurar o entusiasmo de oito dezenas de petizes, ávidos de novas experiências? A orvalhada não foi, isso foi facto comprovado. E como foi bom assistir ao afã do seu contagiante entusiasmo!
Amanhã nova tarefa os espera: a desfolhada. O empolgamento não será menor, com toda a certeza.
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AC
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FEITIÇOS DE BEM LER, FEITIÇOS DE BEM QUERER

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Na Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade é sempre assim. A sedução faz parte do ADN das suas "meninas", qual sabedoria da raposa do Principezinho, cientes que, para obter dividendos - leia-se criação de leitores - é necessário primeiro encantar. E é isso mesmo que elas fazem, com uma arte que não deixa ninguém indiferente.
Duas das turmas da escola estiveram lá hoje - para a semana vão as outras - e comprovaram, mais uma vez, que o encanto pode ser tecido em mil e um feitiços. É que a Gabriela e a Angelina, mestres nessa arte, conduziram a plateia para patamares onde a imaginação não tem limites.
Um aplauso para as sempiternas "meninas da Biblioteca"!
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terça-feira, 23 de outubro de 2018

À DESCOBERTA DA ÁGUA

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Água é vida, isso é ponto mais que assente. Mas como se chegou até aqui, em que parece bastar um abrir de torneira para que o precioso líquido jorre abundantemente? É revisitar esse caminho, em particular na nossa região, que o projeto "À Descoberta da Água" pretende trilhar na companhia dos nossos alunos, de modo a que termos como fontanários, poços, picotas, noras e cisternas, entre outros, não sejam matéria estranha.
O projeto, desenvolvido por Susana Nascimento, do Gabinete Qualidade de Vida da Câmara Municipal do Fundão, promete desvendar  alguns segredos das memórias e do património da nossa região, com várias visitas de campo em perspetiva. Oxalá assim seja.
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CONFEÇÃO DA MARMELADA

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Desenho de Mafalda Diogo - 4.º ano
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Ingredientes

- Marmelos;
- Açúcar;
- Água.
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Modo de preparação
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Lavam-se muito bem os marmelos.
Cozem-se numa panela com água.
Deixam-se arrefecer, descascam-se, cortam-se aos bocados e passam-se no passador para fazer massa de marmelo.
Pesa-se a massa de marmelo.
Numa panela, coloca-se meio litro de água e 750 g de açúcar por cada Kg de massa de marmelo.
Deixa-se ferver até fazer ponto estrada.
Junta-se a massa de marmelo e mexe-se muito bem.
Está pronta a comer!
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Texto: Afonso Bento - 4.º ano
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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

PIC-PIC ANTÃO

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Proposta de trabalho: produção de um texto paralelo a "Rói-Rói Rabina", de António Manuel Couto Viana.
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Myroslava Ternova - 3.º ano
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