sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A PRESSA DO TEMPO

O tempo... Às vezes até gostaríamos que o tempo parasse ou andasse mais devagar, outras vezes preferíamos que andasse mais depressa... Luís Infante, o autor do poema "A pressa do tempo" conseguiu guardar o tempo num saco, para que o tempo não fosse tão apressado. E os nossos alunos, mesmo sabendo que não podem "prender" o tempo, onde gostariam de o guardar? É o que nos contam, reescrevendo o poema à sua maneira. 
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Guardei o tempo numa caixa de tesouro
Feita de joias e madeira
Pendurei-a na mais alta pereira
De um senhor chamado Oliveira
Onde morava o pequeno Sequeira
Que estava a regar a pereira.

Poema e ilustração: Sara Marques - 2.º ano

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Guardei o tempo num barco
Feito de madeira e metal
Pendurei-o num alegre pardal
De um colorido quintal
Onde morava o Pai Natal
Que estava a regar o roseiral.
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Poema e ilustração: Alexandre Bento - 2.º ano
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

BRINQUEDOS ESPECIAIS - 2

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Eu sou o Alexandre e tenho 7 anos. Hoje vou falar do meu brinquedo preferido, que é o lego. Eu adoro construir.
Tenho uma vizinha que se chama Piedade. Ela já tem 73 anos e era professora primária. Agora já está reformada e é muito minha amiga.
Num dia de inverno fiz-lhe uma visita com os meus pais e ela deu-me, para brincar, um lego que era dos seus filhos. Foi o meu primeiro contacto com o lego e adorei.
Depois falei com a minha mãe sobre este brinquedo. A minha mãe disse que se eu passasse para o 2.º ano, com boas notas, podia escolher o lego e foi o que aconteceu. Este brinquedo é muito especial para mim, porque foi devido ao meu esforço que o ganhei. O lego tem muitas cores, vários tamanhos e formas.  É fantástico, pois posso fazer várias construções com os meus pais. Já tenho uma cidade! É muito divertido!
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Texto e ilustração: Alexandre Bento - 2.º ano
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O meu trator foi-me oferecido pela empresa Remagril. Esta oferta aconteceu, em simultâneo, com a compra de um verdadeiro trator por parte do meu avô.
Foi para mim uma surpresa magnífica. O meu trator é azul e tem um reboque. É muito bonito! É um brinquedo muito especial para mim, pois adoro brincar com ele na quinta do meu avô.
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Texto e ilustração: Bernardo Martins - 2.º ano
 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

DE MÃOS DADAS

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A Rita e a Mariana no seu papel de tutoras
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O mau tempo, rosto desvairado do tempo da passada semana, embarcou para outras paragens, e o sol tem ensaiado convites risonhos a quem passa os dias dentro de quatro paredes.
Os pequenotes do Jardim de Infância, correspondendo ao apelo solar, apareceram hoje no recreio da nossa escola. Momentos de descoberta - adoraram apanhar bolotas que, a pouco e pouco, vão caindo dos dois carvalhos que ladeiam a entrada - devidamente apadrinhados pelos mais velhos, que logo se prestaram a um papel de cúmplice proteção.
O sol, esta semana, quis patrocinar a harmonia no crescer de mãos dadas.
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

MÊS A MÊS, UMA RIMA DE CADA VEZ

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Em janeiro, ajudo o jardineiro
Em fevereiro, o meu pai levantou dinheiro
Em março, fui à loja comprar um laço
Em abril, na escola aprendi o mil
Em maio, comprei um papagaio
Em junho, aprendi a palavra "punho"
Em julho, eu faço muito barulho
Em agosto, estou de férias e bem disposto
Em setembro, da escola me lembro
Em outubro, sinto-me ao rubro
Em novembro, não quero partir nenhum membro
Em dezembro, de tudo me esqueço e de nada me lembro.
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Poesia: Alexandra Abrantes - 2.º ano
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BRINQUEDOS ESPECIAIS - 1

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Recebi o meu macaco quando nasci. Foi um dos primeiros brinquedos que tive. Os meus pais compraram o macaco quando eu ainda era muito pequeno. O meu macaco é um peluche muito grande, é castanho e tem o pelo muito macio. É um brinquedo muito especial para mim porque foi o meu primeiro brinquedo. Ainda hoje gosto de brincar com ele.
Texto e ilustração: Diogo Monteiro - 2.º ano
 
O Dusty é um avião. Foi a mamã quem mo deu. Ele é laranja e azul. É muito especial para mim porque é o herói do filme "Aviões". O Dusty é um fumigador, sonhava ser um corredor. No fim, foi um campeão.

Texto e ilustração: João Tomé - 2.º ano
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 A Lili chegou numa noite de Natal! Ela chegou no saco do Pai Natal.
Mal a vi, fiquei encantada com o seu rosto. A Lili tem a cara redonda, olhos azuis, cabelos cor de seda, um lindo sorriso com uns lindos brincos e uma fita cor de rosa.
A minha amiga Lili é muito especial porque à noite, nos momentos em que eu me sinto assustada, ela dá-me o seu carinho.
A minha boneca é adorável e muito atenciosa. É uma verdadeira amiga!
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Texto e ilustração: Sara Marques - 2.º ano
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A MAIOR FLOR DO MUNDO

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Esta semana, na sala do quarto ano, andou a estudar-se a obra "A maior Flor do Mundo", de José Saramago. Desafiados a reescrever a história com liberdade criativa, os resultados foram animadores, tal como se vê no texto que se segue.
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Desenho de José Pedro Tadeia - 4.º ano
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Era uma vez um menino que saiu do quintal para explorar o mundo à volta.
Ele foi para o rio, que era ao pé do seu quintal, brincou,  brincou, e de rio já estava farto. Decidiu ir em frente, passou uma floresta, até que chegou a uma charneca, e no meio dela uma colina que era como uma tigela voltada para baixo.
O menino subiu a colina e viu uma flor muito murcha. E pensou:
Tenho que salvar a flor. Mas onde é que arranjo água aqui perto? Aqui em cima nem pinga e lá em baixo só no rio, mas fica tão longe! Não importa, vou salvar a flor na mesma.
Então desceu a colina o mais rápido possível e dirigiu-se para o rio, que ficava longe.
Com o côncavo das mãos encheu o que podia, cinco gotas lá chegaram, dez vezes cá e lá e a flor ficou enorme. O menino, como estava muito cansado, adormeceu debaixo da flor.
Os pais começaram à procura do filho, até que o pai levantou os olhos e viu uma flor gigante. Correram para lá, encontraram o menino e levaram-no para a cama.
No dia seguinte o menino foi ver a flor e, mal lhe pôs a vista em cima, viu-a a deitar sementes. O menino, apressado, foi a casa buscar um balde de água para dar às sementes, que cresceram, cresceram, ficou um campo de flores gigantes.
Fez-se uma festa e as flores fizeram mais e mais flores. E era proibido poluir aquele sítio sagrado que toda a gente gosta.
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Texto: Francisco Araújo - 4.º ano
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ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS

Com base numa das atividades propostas no manual de matemática dos alunos, surgiu na turma a curiosidade sobre quem teria mais letras no nome. Ora, a questão estava lançada e logo os alunos começaram a contar as letras do seu nome. Esta motivação proporcionou a realização de uma tabela para mais facilmente efetuarem essas contagens e assinalarem o total de letras do nome de cada um. Seguidamente, organizaram os dados recolhidos construindo um gráfico de barras.
Através da observação do gráfico, facilmente concluíram quem tinha mais, menos ou o mesmo número de letras no nome. Aqui deixamos um exemplo dos registos realizados.

Registo: Margarida Faísca - 2.º ano
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PARABÉNS, JOANA!

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A Joana é muito minha amiga. Ela mete muita graça, é muito bonita e faz muitas brincadeiras.
Ela fez sete anos e trouxe um bolo muito grande para partilhar connosco.
Nós brincamos muito com a Joana porque ela é simpática e divertida.
Ela gosta muito de saltar à corda e dança muito bem.
Às vezes, ela anda um bocadinho distraída, é trapalhona e ralha um bocadinho, mas eu gosto dela na mesma.
A Joana é mesmo muito minha amiga!

Texto: Dinis Santos - 2.º ano
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A Joana tem um bom coração. Ajuda-me sempre e brinca comigo quando eu não tenho nada para fazer. Nós brincamos juntos e ela costuma partilhar os seus brinquedos comigo. Ela é alta, gira e trabalhadora. Às vezes, ela é malandra, mas é boa aluna e boa amiga. Ela fez sete anos no dia 29 de setembro e trouxe um bolo para a escola. O bolo estava muito bom. Ela gosta muito de flores. A Joana é a minha melhor amiga!
Texto: Miguel Oliveira - 2.º ano

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

MENINO DE ESCOLA EM MANHÃ DE SOL

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Após a exploração do poema "menino de escola em manhã de sol", de Maria Rosa Colaço, os alunos do 3.º ano, socorrendo-se de alguns dos versos, foram desafiados a reescrevê-lo à sua maneira. Aqui fica um exemplo.
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Na manhã azul
Quem quer ver o caracol?
Quem quer ver o sol
pardais em Almourol?
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Senhor vento azul
que brincaste comigo,
Despenteia os sonhos
e vem comer pão de trigo!
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Sou isto que sabes
pássaro cantor,
de canção ao ombro
ao ombro o vapor.
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Quem quer vir comigo
saltar no colchão?
Menina de escola 
não tem chão.
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Não tem passaporte
não tem escola.
Quem quer vir comigo?
Quem quer apanhar cola?
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Trabalho elaborado por David Oliveira - 3.º ano
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terça-feira, 1 de outubro de 2013