segunda-feira, 30 de novembro de 2009

CHEGOU A NEVE!

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Os dias vão passando, numa cadência inexorável bem visível na diversidade das estações...
Ainda há pouco os alunos cavalgavam, nas aventuras do recreio, brincadeiras trepidantes desenhadas com as roupas frescas e coloridas de um Verão tardio. Mas o frio, que esperou pacientemente pela sua vez de entrar em cena, já se faz notar de forma intensa, aconselhando o uso de grossos casacos e outros adereços aconchegantes.
Nas salas, o quentinho das salamandras invade o ambiente, dispondo bem para o trabalho. Lá fora, na envolvência da Gardunha e da Estrela, a paisagem observável dilata o espírito, tal o efeito provocado pela brancura da neve...
Os ciclos repetem-se, mas a alma rejuvenesce e agradece.
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O CUBO DA SAÚDE

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Juntar sólidos geométricos com normas de higiene que contribuem para uma vida saudável, levou os alunos a participarem no jogo O CUBO DA SAÚDE.
Observando os alimentos e os objectos à nossa volta, torna-se fácil brincar e perguntar: qual a forma do recipiente onde pode estar contido o leite? Num paralelepípedo! Se quiseres comer uma esfera, o que podes comer? Uma laranja! E o azeite, em que recipiente o podes encontrar? Num cilindro! E a saúde?... Num cubo!


Os alunos do 2º ano lançaram o cubo, leram os conselhos saudáveis de cada uma das suas faces e realizaram os desafios propostos, aplicando assim os conhecimentos sobre as regras da higiene essenciais à saúde. Neste caso até poderíamos dizer que ... brincámos com a saúde!

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UMA AVENTURA NO TEMPO DOS DESCOBRIMENTOS

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Um dia sonhei que vivia no tempo dos Descobrimentos. Eu era a capitã dum barco e tinha uma tripulação maravilhosa.
A Mafalda fazia os mapas e a Micaela, dentro do cesta da gávea, gritava:
- Terra à vista!
A Maria era a minha conselheira, a Mariana tomava conta do Pedro Carrola, que era o pássaro, a Juliana era quem me fazia rir e a Maria Inês e a Adriana eram as cozinheiras.
Um dia descobrimos uma terra e pusemos-lhe o nome de Amigas. Quando lá chegámos a Mafalda começou a fazer os mapas, o Pedro começou a voar, a voar... De repente a Micaela gritou:
- Encontrámos outra terra!
A Maria disse:
- É melhor termos cuidado, não sabemos o que nos espera!!!
Eu pensei que a Maria tinha razão, mas depois a Micaela disse:
- Podemos mandar o Pedro dizer aos outros que encontrámos terra!
O Pedro virou-se para mim e disse:
- Inês! Não serias capaz?!
Eu fiz uma carinha ao Pedro, mas ele não quis ir. Então eu e toda a tripulação perseguimos o Pedro e dissemos-lhe que, se ele não fosse, o púnhamos numa gaiola. Então ele teve que ir e contou as boas novidades. Fomos para a nova terra e fizemos lá casas, semeámos, cortámos algumas árvores...
No fim, todos gritaram:
-Hip, hip, hurra! Hip, hip, hurra!
E isto é que foi uma grande aventura!

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Texto e ilustração de Inês Barroso - 4.º ano

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PROBLEMA DA SEMANA - IV

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O Problema da Semana está a ganhar adeptos. A pouco e pouco o número de respostas vai aumentando, fazendo desta actividade um momento de salutar convivência no seio da família.
Esta semana tivemos o cuidado de escolher um problema que fosse acessível a todos, embora de resposta não óbvia. Mas o melhor é pegarem numa folha de papel e... responder o mais rápido possível. Vamos a isso?
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A FOLHA DE PAPEL
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Quantas folhas resultam de 10 dobragens ao meio de uma folha de papel?
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ABECEDÁRIO DA HIGIENE

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Durante estas últimas aulas, os alunos do 2º ano desenvolveram actividades sobre a HIGIENE. Dialogando sobre alguns dos seus hábitos de higiene diária, agora particularmente reforçada pelos cuidados a ter com a Gripe A, a atenção dos alunos foi centrada na importância de cuidar do seu corpo, do seu vestuário, de alguns espaços como a sua casa, a escola, as ruas...
Entre as diversas actividades realizadas, salienta-se a elaboração de um poema. Primeiramente referiram palavras da área vocabular de HIGIENE (algumas destacadas no poema) e, em seguida, divertiram-se encontrando rimas e ideias que completassem os seus versos. Com orientação da professora, lá foram mergulhando nesta espuma de palavras e acabaram por tomar uma animada banhoca educativa!
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A é de asseio, se não quiseres ficar feio
B é de banheira, que podes encontrar na feira
C é de calçado, que tem de ser engraxado
D são os dentes, vaidosos e sorridentes
E de entender, que a higiene é para se fazer
F é o ferro de passar, que tem muito que alisar
G é o gel, que tem cheiro a mel
H é o herói, para quem a saúde se constrói
I é de inundação, se na banheira fizeres natação
J é o janota, que está a tomar nota
L é de lavar, se doente não quiseres ficar
M é a mão, que está apaixonada pelo sabão
N é o não à sujidade, quando és um valentão
O são os objectos, que tratam dos cuidados completos
P é o preguiçoso, que não quer andar cheiroso
Q é o quarto de dormir, arrumadinho para não se cair
R é de respeitar os espaços por onde andar
S é de saudável se fores responsável
T é de tolinho se andares todo sujinho
U é de unha e não escapa nenhuma
V é de verificar se tudo ficou a brilhar
X assoa o nariz!
Z é de zangado, se tomares banho e ficar tudo desarrumado!
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NOVA CONVERSA COM CAMÕES

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Um dia fui ao Mosteiro dos Jerónimos e vi lá Luís de Camões, sentado num banco, com uns óculos escuros.Cheguei junto dele e disse-lhe:

- Olá, bom dia!

Mas ele não me respondeu. Ele estava a ler o Diário dos Jerónimos, onde vinha tudo o que acontecia no Mosteiro. Sentei-me ao pé dele e disse-lhe de novo:
- Olá, bom dia!
Ele deu um pulo tão grande que as folhas do jornal caíram para o chão numa grande barafunda. Ajudei a apanhá-las e, no fim, ele disse:
- Cruzes, credo! Quem és tu?
- Eu sou a Micaela!
- De onde vieste?
- Vim do Fundão, ali bem pertinho da Serra da Estrela. Conhece?
- Sim, cheguei lá a ir cpm a minha família quando era miúdo.
E fomos adiantando a nossa conversa...
- Pode-me ir mostrar os seus livros? - perguntei eu.
- Claro. Mas se estiverem com pó, não faças caso. Sabes, é que já os não limpo há algum tempo.
- Está bem.
E lá nos fomos tornando amigos...
- Tenho a minha barriga a dar horas. - disse Camões.
- Vou ali à pastelaria Momentos Doces e trago uns bolinhos caseiros. - disse eu.
- Então vamos comê-los para minha casa, que eu faço lá o chá para acompanhar com os bolinhos.
No fim do lanche ficámos a ver os livros de poemas até ao fim do dia. Depois despedimo-nos e ele disse que sempre que quisesse eu poderia voltar.
Adorei!
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Texto: Micaela Amaral - 4.º ano
Ilustrações: Diogo Marques (centro), Diogo Cardona (esquerda) e Rui Brito (direita)
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

CONVERSA COM CAMÕES

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No outro dia fui ao supermercado e encontrei lá o senhor Luís de Camões. Então perguntei-lhe:
- Senhor Luís de Camões, o que está aqui a fazer? Pensava que estava sepultado no Mosteiro dos Jerónimos! Li que tinha morrido no século XVI, e afinal ainda está vivo?
- Eu estou aqui porque sempre que falam nos Lusíadas, falam sempre em mim. Até há meninos que desejavam que eu vivesse neste século para me poderem fazer perguntas. É por isso que ainda estou vivo. - respondeu Luís de Camões.
Ah! Então é por causa disso! Então diz-me lá se é fixe ou não viver neste século. - perguntei-lhe.
E ele respondeu-me:
- Não sei, gosto dos dois séculos... No primeiro século em que vivi foi a fase dos Descobrimentos, e neste século já estamos mais desenvolvidos porque já há televisão, há aquela coisa em que nós falamos para lá e diz à outra pessoa o que estamos a dizer... Como é que se chama?
- Chama-se telefone. - respondi-lhe.
- Pronto, é isso! Também há computadores, há impressoras... Há tudo neste século, por isso é que estou indeciso entre os dois séculos!
- Pois, mas eu cá acho que preferia viver no seu século, sabe porquê? Olhe, porque neste século há muita poluição por causa do fumoe dessas coisas! Naquele século não havia poluição, pois não?
- Não, não havia poluição! Mas morriam muitas pessoas por causa do escorbuto!
- Mas ó senhor Luís de Camões, agora começa a vir aí a gripe A, e se as pessoas têm outras doenças e apanham gripe A morrem logo! - disse-lhe eu.
Mas a minha mãe chamou-me:
- Anda Maria, vamos para casa!
- Está bem. Adeus, senhor Luís de Camões!
- Adeus, Maria! Espero ver-te brevemente!
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Texto: Maria Mesquita - 4.º ano
Ilustrações: Carlos António (centro) e Pedro Soares (direita) - 4.º ano
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

ROUPA PARA CRIANÇA

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A necessidade do Homem se abrigar do frio e do calor, primeiramente com peles de animais e folhas de árvores até aprender a utilizar o linho, o algodão, a lã, a seda ou o nylon obrigou-o a produzir diferentes peças de roupa. Os alunos do 2º ano acharam interessante perceber que há todo um trabalho a realizar, desde a recolha e produção dos fios ao fabrico dos tecidos, passando pelas hábeis mãos dos costureiros, até podermos comprar o vestuário que usamos diariamente.
Como se estivessem a participar num desfile de moda infantil, os alunos desenharam e pintaram as suas roupas, escrevendo um pequeno texto a elucidar o seu trabalho.

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Olá!
Sou o João Pedro Santos e ando no 2º ano.
Como sou uma pessoa, tenho de me vestir. Posso escolher as minhas roupas, consoante o calor ou o frio que estiver.
Hoje vim para a escola assim vestido: camisola castanha de gola alta, pulôver às riscas castanhas e cinzentas, calças castanhas de bombazine e botas também castanhas, a condizer!
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. Texto e ilustração de João Pedro Santos - 2º ano
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Bom dia!

Eu sou a Beatriz Mendes! Ando na mesma turma do João Pedro Santos.
Como todos os seres humanos, gosto de vestir roupas bonitas!
Hoje vim para a escola bem agasalhada, porque já está muito frio. Trago camisola verde de gola alta, calças de ganga azul e trago ténis de duas cores: rosa e branco.
Ah, o casaco também veio mas ficou pendurado no cabide e é cor-de-laranja!

Texto e ilustração de Beatriz Mendes- 2º ano
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OS CAVALEIROS DA ESPERANÇA

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Há pessoas assim. Vivem as suas causas de forma sentida e intensa, entregando-se de corpo inteiro àquilo em que acreditam.
Vem isto a propósito da recente sementeira do trigo e do centeio, em que teve papel preponderante um grupo de pessoas de Aldeia de Joanes, que vive a sua terra de forma ímpar. Lavraram, semearam, explicaram, esclareceram... e ainda tiveram tempo para conviver.
É com homens e mulheres desta têmpera que as coisas acontecem. Gente de bem, que transporta em si uma enorme herança cultural, a qual defende com unhas e dentes, mas que não se esquiva a piscar o olho ao futuro.
Pela nossa parte foi um privilégio poder contar com a sua colaboração. Para eles o nosso grande bem-hajam.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

NOVOS EQUIPAMENTOS - 2

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Anunciámos, há dias, que à escola tinham chegado novos equipamentos, entre eles um projector. Na altura nada dissemos, mas já estavam encomendadas duas telas de projecção, chegadas entretanto ao nosso convívio. São grandes (1,80 m x 1,80 m) e já foram estreadas numa das salas com a projecção da história "Carlota Barbosa, a Bruxa Medrosa".
Claro está que os alunos adoraram o novo material - parecia que estavam no cinema - e fruiram-no da melhor maneira.
Por fim, e se calhar o mais importante, houve aqui dedo dos pais/encarregados de educação na vinda de mais este material. O nosso obrigado a estas pessoas que tanto vivem a escola dos seus filhos!
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