sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

VISITA À AZENHA EMBALADOS NUMA GULEIMA - O FILME

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VISITA À AZENHA EMBALADOS NUMA GULEIMA

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De concreto estava planeada uma visita à azenha, situada numa ribeira que bordeja o Souto da Casa, testemunho (i)material de outros tempos, de outras formas de encarar a vida. No entanto, qual cartão de visita de gente que gosta de receber bem, a manhã propiciou-nos novas aprendizagens, temperadas, não só no olhar, mas também no sabor.
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Após um breve lanche no largo onde se situa a Junta de Freguesia, o grupo repartiu-se: enquanto a turma do 2.º ano ficava a aprender a fazer guleimas - pequenos pães, achatados, pincelados com azeite após a cozedura - a turma do 4.º ano deslocou-se para a casa do sapateiro e do carpinteiro, recheada de todas as ferramentas e artefactos inerentes aos dois ofícios. Depois fazia-se a troca.
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Depois de deixarem as guleimas a cozer no forno, o grupo, agora já compacto, trilhou na direção da azenha. Situada numa zona privilegiada, entretanto transformada em zona de lazer, a azenha possui todos os apetrechos de outros tempos, com a engrenagem de rodas e mós ainda em estado apreciável. Mas havia mais: todas as divisões, habitação permanente dos moleiros, estão mobiladas de acordo com a época, desde a cozinha até aos mínguos quartos. Lá fora a água, apesar do quase nulo contributo da chuva, continua a correr em direção a outras paragens...
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Enceta-se o regresso, já com o pensamento na desejada guleima. E, de sorriso estampado no rosto, a D. Lurdes e o sr. Carlos entregam, a cada um, o ansiado acepipe. O estômago, que já começava a dar sinal de si, também entra na onda de sorrisos.
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O ROUXINOL - REFLEXÃO PÓS-LEITURA

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O Rouxinol é uma obra de Hans Christian Andersen.
A obra tem como ensinamento a conjugação dos verbos SER e TER. Mas afinal o que é mais importante? O que somos ou o que temos? 
Quando estamos no poder toda a gente é nossa amiga. Mas quando perdemos o poder desaparecem todos. A essas pessoas eu chamo manteigueiros. Chamo-as assim porque tentam ser suaves como a manteiga e podem até não ser de má qualidade.
Neste texto há um imperador. Neste caso o imperador da China. Certo dia chega um livro às mãos do imperador que fala sobre a cidade dele e do maravilhoso canto dum rouxinol. O imperador era como um deus supremo, e assim que descobriu que havia um rouxinol no seu reino mandou logo chamá-lo ao palácio para cantar para ele. Se não o fizesse todos iam levar açoites na barriga depois da ceia.
Devido ao poder que o imperador tem, não tem respeito nenhum pelo povo. Ora aqui está a questão do TER. O poder que ele tem tornou-se egoísta.
Quase no final do livro o imperador estava doente e começou a rever as ações que fez durante a vida. Umas eram boas e outras eram más. Mesmo perto do fim, o imperador fica melhor pessoa e já começa a interessar-se mais pela questão do SER. É que ele nunca reparara que tinha o palácio cheio de manteigueiros.
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Texto: Joana Augusto - 4.º ano
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HANS CHRISTIAN ANDERSEN

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

PARABÉNS, BRUNA!

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No domingo, dia 18 de fevereiro, eu fiz 9 anos. Convidei muitos amigos.
A festa realizou-se no ATL Colourland. Havia lá insufláveis e pinturas faciais.
As senhoras chamavam-se Marisa, que estava vestida de Evi, e a outra chamava-se Marta e estava vestida de Mal.
Lanchámos, cantámos os parabéns e depois chegou a hora de abrir os presentes. Recebi muitos presentes lindos!
Adorei a minha festa de aniversário.
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Texto: Bruna Amaral - 3.º ano
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...............Bruna és divertida
...............Rabina e traquina
...............Ultima pessoa a acabar os trabalhos
...............Na cabeça tem muitas ideias
...............A Bruna é fixe!
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Acróstico: Maria Rita - 3.º ano
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...............Brinca muito com balões
...............Ri sempre a brincar
...............Usa óculos
...............Nada a derrota
...............Anda muito bem.
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Acróstico: Duarte - 3.º ano
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

O QUE É UMA CIDADE SUSTENTÁVEL?

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No âmbito do projeto "Sons da Gardunha", veio hoje à nossa escola a Dr.ª Ana Cunha, arquiteta da Câmara Municipal do Fundão, para falar do que é uma cidade sustentável. A sua presença foi atempadamente preparada com um "Guião de entrevista ao arquiteto", a que se juntaram outras questões que surgiram vindas de casa.
Foi uma hora fantástica. As questões foram sendo colocadas pelos pequenos entrevistadores e a arquiteta, sempre disponível e com uma amabilidade fantástica, não deixou ninguém sem resposta, procurando saciar as nossas curiosidades.
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Os nossos alunos estiveram à altura da situação e, com um comportamento irrepreensível, assimilaram e registaram todas as respostas que foram conseguindo captar. O ambiente e o aproveitamento dos recursos que este nos proporciona era o ponto principal.
Ficaram a conhecer novos projetos que poderão nascer em breve na nossa cidade, uma cidade que pretende ser amiga do ambiente. Afinal de contas tem à sua mercê uma maravilhosa serra que é a rainha da nossa terra.
E as questões? Eram tantas e o tempo foi tão curto…!

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No final, satisfeitos com o resultado, a fotografia de grupo para a posteridade
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Sérgio Martins
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TREINOS DE SUPERTMATIK (CÁLCULO MENTAL)

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Aproximam-se os campeonatos de SuperTmatik e os alunos, sempre que podem, aproveitam para treinar o seu cálculo mental.
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Esta semana foi a turma do 2.º ano que entrou na lufa-lufa. E eles gostam tanto que, por vezes, é necessário moderar o seu entusiasmo. Mas aprendem, ó se aprendem!
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

PROJETO OYAS - AQUAE VITAE

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A água, já o aqui dissemos várias vezes, é um bem cada vez mais precioso. Daí que todas as iniciativas tendentes a utilizá-la de forma racional devam merecer o apreço de todos.
A turma do 3.º ano, juntamente com a Escola do Telhado, irá estar integrada, durante este ano, no Projeto OYAS - AQUAE VITAE, concorrente ao Prémio Ilídio Pinho.
Os objetivos do projeto são, basicamente, os seguintes:
- Conhecer diversos tipos de solo (barro), experimentando as suas propriedades;
- Reconhecer a importância da água como recurso natural, mas que não é ilimitado;
- Conhecer sistemas de rega tradicionais e modernos em uso na região;
- Aferir da eficácia dos vasos de barro num sistema da rega, experimentando diversas formas de conceção (tipo de barro, cozedura, etc.);
- Instalar o sistema na horta e jardim das escolas, do município e freguesias;
- Divulgar e procurar dinamizar o processo, através da reativação da indústria artesanal.
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Para ter mais informação acerca da utilização das oyas, dê uma espreitadela neste filme que, apesar de estar falado em francês em francês, tem a particularidade de as imagens serem  bastante explícitas.


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Para além da questão da água, este projeto tem ainda a grande preocupação, a todos os tipos louvável, de reativar a atividade oleira no Telhado, com grandes tradições na matéria. 
Em breve daremos mais informações, que o assunto bem merece.
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

EU FUI AO ZOO

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Eu fui ao Zoo
Vi um leão
Rugiu tão alto
Que até tremeu o chão.
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Eu fui ao Zoo
Vi uma girafa
Tinha tanta sede
Que tentou beber da garrafa.
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Eu fui ao Zoo
Vi um elefante
Tem a memória tão boa
Que não precisa de memofante.
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Eu fui ao Zoo
Vi um tigre
Estava tão triste
Só queria ficar livre.
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Poema - Diego Macchi - 4.º ano
Ilustração: Nádia Pereira - 4.º ano
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A MATEMÁTICA NA ARQUITETURA PAISAGÍSTICA

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O dia começou à volta dos perímetros, conceito já anteriormente desenvolvido e satisfatoriamente consolidado. Mas há que insistir, insistir sempre, só assim o "gravar como" se aciona, rejeitando a condição de "memória RAM".
Às tantas um problema/desafio surge no sempiterno quadro. Os alunos, refletindo e operando, deitam mãos à obra. Analisadas as respostas, maioritariamente adequadas, surge então a proposta: construir uma maqueta com o jardim da biblioteca. 
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Para isso havia que dar os seguintes passos: reproduzir, com rigor, numa escala de 1/100, os canteiros numa folha de papel; decorar e recortar os canteiros; instalar os seis canteiros numa folha quadrangular (o jardim); criar alguma envolvência.
Eles gostaram do desafio e, a pouco e pouco, as coisas foram acontecendo.
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No final do tempo estipulado nem todos os trabalhos ficaram concluídos, mas o que se conseguiu foi frutuoso, com os objetivos a serem amplamente cumpridos: mediram, decoraram, recortaram, conjeturaram tendo em conta o espaço, colaram...
Sem se darem conta, foram desenvolvendo conceitos e competências. Há tantas formas de despoletar o "guardar como"...!
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