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sexta-feira, 11 de maio de 2018

VISITA A BOGAS DE CIMA E A JANEIRO DE CIMA

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Os alunos do 2º ano no dia 10 (quinta-feira), realizaram uma visita guiada a Bogas de Cima e Janeiro de Cima. 
A visita estimulou os alunos dado o seu caráter motivador, saída da escola, convivência com uma realidade diferente. Em Bogas de Cima puderam ver a D. Arminda a trabalhar num tear e assistiram a um visionamento de um powerpoint sobre a vida das abelhas. 
Concluindo que as abelhas são insetos que formam sociedades altamente organizadas, que podem chegar até 100 mil indivíduos. Nessas sociedades existem três castas: as operárias, a rainha e o zangão. As abelhas operárias especializadas para a colheita do pólen, sendo delas a responsabilidade de colher o néctar das flores, alimentar as larvas, produzir cera para construção da colmeia, além da conservação, segurança e limpeza da colmeia. O néctar colhido por essas abelhas é transformado em mel. As larvas de operárias e de zangões são alimentadas principalmente com mel, enquanto certas larvas são alimentadas com geleia real e transformam-se em rainhas. Em geral, a primeira rainha que nasce elimina as outras, ficando apenas uma por colmeia. 
No final cada aluno saboreou o mel da região. 
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De seguida rumamos a Janeiro de Cima, em direção ao Parque Fluvial, onde foi o almoço e os alunos se divertiram, brincando. 
Por último fomos à Casa das Tecedeiras, onde alguns alunos trabalharam no tear. 
Foi um dia diferente e agradável e os alunos adquiriram novos conhecimentos.
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Susana Gaspar
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quinta-feira, 19 de abril de 2018

VISITA AO SOUTO DA CASA

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Esta semana , no âmbito do Projeto "Autonomia e Flexibilidade Curricular, os alunos do 1.º ano pegaram na trouxa e foram, em visita de estudo, até ao Souto da Casa. Visitaram a azenha, as casas temáticas de algumas profissões tradicionais e participaram, ainda, na confeção de pão com uma percentagem de farinha de bolota.
Aqui ficam alguns registos.
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Azenha - desenho de Érica Aragão - 1.º ano
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Casa do ferreiro - desenho de Martim Maia - 1.º ano
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Latoeiro - desenho da Alice - 1.º ano
Padaria - desenho de Érica Filipa - 1.º ano
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Tecedeira - desenho de Margarida Cordeiro - 1.º ano
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

POR TERRAS DE LAVACOLHOS, CASTELEJO E SOUTO DA CASA

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No dia 31 de janeiro fizemos uma visita de estudo para ficarmos a conhecer melhor o nosso concelho. Quem nos guiou foi o prof. Pedro Silveira da Câmara Municipal do Fundão.
Iniciámos a nossa visita na Casa do Bombo em Lavacolhos. Ficámos a saber como se constroem os bombos. Tocámos bombos e dançámos ao ritmo da música do bombo e do pífaro.
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Ficámos a conhecer uma figura ilustre de Lavacolhos chamado Carlos Gravito. Ele pintou o painel de azulejos que está na entrada e tem-se preocupado e trabalhado muito para a preservação da tradição dos bombos. Este senhor tem 83 anos e foi ele que trouxe o surf para Portugal.
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Continuámos a nossa visita na Casa da Romaria da Santa Luzia, no Castelejo. Ficámos a saber que é a santa protetora dos olhos. Vimos as flores de Santa Luzia que demoram três horas a fazer. Ficámos a conhecer as tradições ligadas a esta festa.
Seguimos para o Souto da casa onde almoçámos. Depois fomos visitar as casas temáticas: o sapateiro, o carpinteiro e o ferreiro. Aprendemos muito sobre estas profissões tão antigas!
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Fomos terminar a visita ao pé da D. Lurdes e do senhor Carlos. A D. Lurdes fez e ensinou-nos a fazer esquecidos deliciosos! O senhor Carlos aqueceu o forno para cozer os bolos. Depois foi só comer. E que bons que eles estavam!
Foi uma visita muito interessante. Estamos muito agradecidos ao prof. Pedro por nos ter proporcionado esta visita tão interessante e divertida!
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Turma 21 (3.º ano) - Texto coletivo
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terça-feira, 28 de novembro de 2017

NA CASA DO BARRO - TELHADO

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Os alunos do 2º ano no dia 27 (segunda-feira), realizaram uma visita guiada ao museu de olaria no Telhado, culminando no ateliê de olaria onde as crianças deram largas à imaginação.
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A visita estimulou os alunos dado o seu caráter motivador, saída da escola, convivência com uma realidade diferente e com colegas de outra escola, (EB1 Vale de Prazeres) e a vertente lúdica onde se empenharam na sua realização. Constituiu uma situação de aprendizagem favorecendo a aquisição de conhecimentos, proporcionando o desenvolvimento de técnicas de trabalho, facilitando a sociabilidade.
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Sem se aperceberem sistematizaram os conteúdos aprendidos na componente de Estudo do Meio “Os sentidos”, audição – ouviram com atenção toda a explicação dada pelo professor Pedro, visão – tudo o que foi observado no museu, olfato – cheiro do barro, tato - moldagem do barro e gosto – saborear o almoço enviado pelos pais e o delicioso prato confecionado pela Dona Margarida, mãe do Duarte.
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Susana Gaspar
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

OS ANTIGOS HABITANTES DA ZONA DO POÇO DO CALDEIRÃO (BARROCA DO ZÊZERE)

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Qualquer trabalho plástico requer motivação, vontade de comunicar algo (conteúdo), para lá da opção da forma. Há que expressar sentimentos, ideias, há que tentar perceber o mundo que nos rodeia. E, para isso, é fundamental conhecer o passado.
Há dias fomos saciar a vontade de mais saber (as crianças são admiravelmente curiosas) tendo como alvo uma figura rupestre, "adormecida" há milhares de anos num rochedo do Zêzere, no Poço do Caldeirão, mesmo defronte à Barroca que abraçou o nome do rio. Bem preparados para a visita, após várias sessões e visionamento de filmes sobre o período paleolítico, miúdos e graúdos ficaram encantados com o que viram. E, ali, em contacto com a gravura, várias interrogações surgiram sobre a necessidade de deixar tal testemunho na rocha.
Imaginar é grátis, não custa mesmo nada, daí o professor, num impulso criativo, escrever algo sobre Tchuma, o autor ficcionado da gravura.
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Tchuma, de pé naquela espécie de promontório, que irrompia cerca de dez braçadas nas águas do rio, olhava em volta. A caça tinha corrido bem aos homens. Alika, juntamente com outras mulheres do grupo, ocupava-se a raspar a gordura das peles com um biface. Lok e Kanut, a um canto, partiam pedras do rio, com precisão, para obterem algumas lascas afiadas. Estavam sempre a precisar delas. A garotada, mais abaixo, iniciava-se na pesca com uma espécie de arpão, uma simples vara com uma pedra afiada atada na ponta, soltando gritos de júbilo quando conseguiam apanhar um peixe. Os dias sorriam-lhes, sem dúvida. Naquele lugar havia muita caça, muita pesca e muitos frutos, poderiam ficar por ali algum tempo.
Tchuma fixou-se nas águas, naquele abismo que, em simultâneo, atraía e atemorizava. Gostava de estar ali, mas sabia que, com o passar dos dias, a caça iria para longe. Embalado no som da água a correr, pôs-se de cócoras e, puxando do buril, começou a picotar a rocha, dando forma à gravura dum cavalo. Talvez, quem sabe, fosse uma forma de, quando partissem, ali continuassem a viver.
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O texto, numa cumplicidade que se pretende saudável, de reciprocidade, foi lido aos alunos, que depois foram convidados a ilustrá-lo. E eles, dando corda à sua enorme capacidade de se integrarem em novos contextos, desenharam, desenharam, dando cor e forma aos nossos antepassados do período da pedra lascada.
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Beatriz Ribeiro - 4.º ano
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Diego Macchi - 4.º ano
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Joana Augusto - 4.º ano
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Lara Faria - 4.º ano
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Rodrigo Antunes - 4.º ano
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

ARQUEÓLOGO POR UM DIA - O FILME

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ARQUEÓLOGO POR UM DIA - NO MUSEU ARQUEOLÓGICO MUNICIPAL JOSÉ MONTEIRO

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O último dia do mês de outubro representou, para os alunos do 4.º ano, um mergulho na história do qual, todos o desejamos, eles jamais se irão esquecer.
Se, na parte da manhã, cirandaram por terras do xisto, onde puderam comprovar, in loco, o testemunho de gravuras rupestres, a tarde foi dedicada ao Museu Arqueológico José Monteiro, onde está alojada uma preciosa fonte documental que os habitantes da região teimam em não dar o devido valor. Infelizmente.
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Sempre conduzidos pelo Pedro Silveira, um exemplar profissional que leva a sua função a peito, fomos recebidos no Museu pela Marina, nossa cicerone na visita ao precioso espólio: artefactos, recolhidos na região, que cobrem o Paleolítico (pedra lascada, nomadismo), Neolítico (pedra polida, sedentarismo), Idade dos Metais (cobre, bronze e ferro) e, sobretudo, uma grande quantidade de artefactos da presença romana no nosso território. Mas não só.
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A visita, bem conduzida, prendia a atenção dos alunos. Alguns, contudo, quase pareciam não ouvir, tal era o fascínio pelo observar das peças. Ali, na observação direta, as aulas teóricas começavam a ganhar contornos, a imaginação disparava para cenários próprios de cada um...
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Alguns termos técnicos iam surgindo, com a necessária explicação. E aos ouvidos iam ecoando as sílabas, bem entoadas, de palavras como artefacto, estela, fíbula, ara votiva, antromorfo, zoomorfo, "frigorífico dos romanos", epigrafia...

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A atenção estava tão presente que, por vezes, quase se confundia com alheamento. Mas não. Eles, num processo muito próprio, interiorizavam enquanto projetavam, em simultâneo, cenários interiores, qual tentativa de construção dum enorme puzzle.
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No final da visita, já no auditório, fez-se presente o Diretor do Museu, Pedro Salvado, que pugnou, socorrendo-se de palavras quentes e acolhedoras, pela sua dama: a arqueologia. Mas eles quase não precisavam disso, pois quando se sentaram nas cadeiras já estavam conquistados. Da preleção, contudo, resultou um desafio deveras importante: os alunos participarem, ainda este ano letivo, em escavações aqueológicas durante um dia. Aí, sim, seria o corolário da atividade "Arqueólogo por um dia".
Escusado será dizer que, por aclamação, todos os alunos aceitaram o desafio, a concretizar, muito provavelmente, na próxima primavera.
Foi bom andar por ali, foi bom sentir que há gente que pugna, dignamente, pelo cultivo da memória colectiva, fundamental para uma boa programação do futuro.
Entretanto, de que está à espera? Pegue nos seus filhos e vá até ao Museu Arqueológico. Vai ver que vale mesmo a pena.
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terça-feira, 31 de outubro de 2017

ARQUEÓLOGO POR UM DIA - NA BARROCA DO ZÊZERE

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A visita estava atempadamente agendada. Mas, pela programação e planificação que envolveu, suscitava espetativas superlativas, tanto nos alunos como nos acompanhantes.
Hoje, finalmente, chegou o grande dia. E lá fomos, plenos de animação, guiados pelo Pedro Silveira, Coordenador da Rede de Visitas Educativas da Câmara Municipal do Fundão, em busca das gravuras rupestres do Poço do Caldeirão, na Barroca do Zêzere.
A aldeia, integrada na rede "Aldeias do Xisto", não nos podia receber melhor: ruas cuidadas, limpas, que dão gosto calcorrear; casas e espaços reabilitados, impregnando o local duma aura muito própria e acolhedora; pessoas de olhar franco e amistoso, conferindo autenticidade ao ar que se respirava.
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A prudência dizia-nos que, antes de iniciarmos a visita, havia que reconfortar o estômago. E foi isso que fizemos. Depois, já refeitos, orientámos a nossa direção para o rio, pois era aí que se centrava o nosso centro de interesse. E, ao chegarmos à sua beira, o impacto foi tremendo: aguardava-nos uma paisagem maravilhosa, em plena harmonia: as águas corriam livremente, transpondo um açude, devidamente enquadradas pelo verde dos pinheiros e o azul do céu. Digno de se ver!
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Após o êxtase da paisagem, devidamente gravado na mente de cada um, atravessámos uma ponte pedonal e, chegados à outra margem, virámos à esquerda (o local está devidamente sinalizado), tomando o rumo do Poço do Caldeirão: 500 agradáveis metros, percorridos em terra batida e num passadiço metálico edificado para o efeito.
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O Poço do Caldeirão era já ali. O Pedro, que seguia à frente, orientou o pelotão em direção a umas enormes rochas situadas em pleno leito do rio. E, de repente, surgiu ao olhar de todos a gravura dum cavalo que, vá lá saber-se o porquê, alguém, há milhares de anos atrás, resolveu reproduzir numa rocha. Porque o teria feito? Ideias há muitas, mas ninguém tem a certeza. Apenas podemos especular.
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Estivemos por ali algum tempo. Algumas perguntas surgiram, espontâneas, a vontade de saber a isso impelia. E, com toda a certeza, muitos cenários surgiram no imaginário de cada um, projetando-se no passado como algo de muito presente.
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De regresso à Barroca, agora por ruas onde o xisto atingia o seu esplendor, sempre com a explicação atenta e oportuna do Pedro, este conduziu-nos para a loja da D. Laurinda, dona da mercearia do lugar, onde cada membro da expedição foi contemplado com um esquecido, bolo tradicional da nossa região.
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De seguida, com o estômago a sorrir, dirigimo-nos para o Cento Interpretativo de Arte Rupestre do Poço do Caldeirão, situado num solar recuperado, a Casa Grande, onde se consolidou o que se tinha visto e ouvido: paleolítico (pedra lascada) e neolítico (pedra polida), nómada e sedentário, a atração da água, artefactos característicos de cada período... 
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A visita decorria, agregadora, plena de interesses muitos. Sem nos darmos conta, contudo, também o tempo, inexorável, assistia ao deslocar dos ponteiros. Teve pena de nós, pela certa, ao ver tanto interesse e entusiasmo, e não nos avisou. Resultado: chegámos meia hora atrasados à escola. Mas valeu a pena, ó se valeu! Barroca do Zêzere, pela multiplicidade de interesses, merece bem uma visita.
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P.S. No período da tarde fomos visitar o Museu Municipal José Monteiro, outro período alto do nosso dia, que merece bem outro post. Fica para o próximo dia.
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

ARQUEÓLOGO POR UM DIA - PREPARAÇÃO DA ATIVIDADE

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Educar, como todos sabemos, não se pode resumir aos conhecimentos debitados dentro de quatro paredes. Lá fora o mundo fervilha, pleno de oportunidades, e o universo educativo tem que ter isso em conta. Queremos, e devemos, preparar os alunos para a vida, não para viverem dentro de uma redoma.
A Câmara Municipal do Fundão começou a promover, de há alguns anos para cá, uma série de visitas a alguns dos pontos mais interessantes do concelho, que designou por "Rede de Visitas Educativas". Aproveitando a deixa, e tendo em conta que, neste momento, os alunos do 4.º ano começaram a "mergulhar" no estudo das raízes históricas, locais e nacionais, inscreveram-se na atividade "Arqueólogo por um dia", onde vão procurar aprofundar o conhecimento da história e do modo de vida dos povos.
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A atividade, muito apelativa, irá desenrolar-se na próxima terça-feira, dia 31, e contempla as seguintes vertentes:
- Visita ao Centro de Interpretação de Arte Rupestre na Barroca do Zêzere;
- Visita ao Museu Arqueológico José Alves Monteiro;
- Ateliê no Museu Arqueológico José Alves Monteiro.
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O segredo do êxito, para além do trabalho, tem muito a ver com planificação atempada. Foi com esse espírito que Pedro Silveira, coordenador da Rede de Visitas, esteve hoje na nossa escola, a fim de fornecer as dicas necessárias para que a atividade "Arqueólogo por um dia" dê o seu contributo para que, nos alunos, se abram com acuidade os horizontes do conhecimento.
No final, a constatação em duas vertentes: o Pedro verificou que os alunos não estranharam os conteúdos; por seu lado, os alunos aprenderam que, para lá da cortina, há sempre mais e mais para descobrir...
Para terça-feira, dia de consolidação in loco, a coisa promete. Obrigado, Pedro.
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