segunda-feira, 14 de maio de 2018

VASOS COMUNICANTES

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Como é que a água chega às nossas casas?
Para que isso aconteça, a engenharia serviu-se do princípio dos vasos comunicantes, em que, se colocarmos um líquido em recipientes que comunicam, desloca-se de uns para os outros até ficar ao mesmo nível. 
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Na semana passada, a Matilde incumbiu-se da tarefa de tentar mostrar aos colegas como funcionavam os vasos comunicantes. Para isso utilizou duas garrafas de plástico, uma tesoura, água da torneira e um tubo para encaixar no gargalo das garrafas.
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Após cortar o fundo das garrafas, encaixou o tubo nos dois gargalos, vedando tudo muito bem com fita adesiva. Depois, com a colaboração dos colegas, foi-se deitando água numa das garrafas. O primeiro foi o Francisco...
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...o segundo da fila foi o Diego...
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...depois o Hugo...
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...o Guilherme...
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...o Simão...
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...e, por fim, a Joana Augusto.
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Quando achou que a água já era suficiente para o que pretendia, a Matilde mostrou aos colegas que, nas duas garrafas, ela apresentava o mesmo nível.
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Depois levantou uma das garrafas. A garrafa levantada ficou com menos água e a outra com mais, mas continuavam com o mesmo nível.
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Depois alternou e... o resultado foi o mesmo.
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Conclusão: nos recipientes que comunicam entre si (vasos comunicantes) o nível do líquido fica igual.
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A plateia que, muito interessada, assistiu ao bom desempenho da Matilde.
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sexta-feira, 11 de maio de 2018

VISITA A BOGAS DE CIMA E A JANEIRO DE CIMA

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Os alunos do 2º ano no dia 10 (quinta-feira), realizaram uma visita guiada a Bogas de Cima e Janeiro de Cima. 
A visita estimulou os alunos dado o seu caráter motivador, saída da escola, convivência com uma realidade diferente. Em Bogas de Cima puderam ver a D. Arminda a trabalhar num tear e assistiram a um visionamento de um powerpoint sobre a vida das abelhas. 
Concluindo que as abelhas são insetos que formam sociedades altamente organizadas, que podem chegar até 100 mil indivíduos. Nessas sociedades existem três castas: as operárias, a rainha e o zangão. As abelhas operárias especializadas para a colheita do pólen, sendo delas a responsabilidade de colher o néctar das flores, alimentar as larvas, produzir cera para construção da colmeia, além da conservação, segurança e limpeza da colmeia. O néctar colhido por essas abelhas é transformado em mel. As larvas de operárias e de zangões são alimentadas principalmente com mel, enquanto certas larvas são alimentadas com geleia real e transformam-se em rainhas. Em geral, a primeira rainha que nasce elimina as outras, ficando apenas uma por colmeia. 
No final cada aluno saboreou o mel da região. 
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De seguida rumamos a Janeiro de Cima, em direção ao Parque Fluvial, onde foi o almoço e os alunos se divertiram, brincando. 
Por último fomos à Casa das Tecedeiras, onde alguns alunos trabalharam no tear. 
Foi um dia diferente e agradável e os alunos adquiriram novos conhecimentos.
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Susana Gaspar
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quinta-feira, 10 de maio de 2018

VISITA À TWINTEX

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No dia 4 de maio fomos à Twintex.
Lá vimos e ouvimos que produzem cerca de 55% da energia necessária, o telhado está coberto de painéis fotovoltaicos e solares.
A Twintex tem por volta de 400 trabalhadores. As roupas de lá vão só para outros países, e depois desses países é que vêm novamente para Portugal.
A fábrica situa-se em Aldeia de Joanes. Já ganhou 2 prémios. É uma das fábricas mais amigas do ambiente.
Esta fábrica só faz roupas com tecidos muito caros. Anda quase sempre em obras para se modernizar.
Eu acho que esta fábrica é muito fixe, porque é uma fábrica muito organizada!
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Texto: Tomás Neto - 3.º ano
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No dia 4 de maio fomos fazer uma visita de estudo à Twintex. 
A Twintex é uma fábrica amiga do ambiente porque usa painéis fotovoltaicos para recolher energia solar. Essa energia é transformada em energia elétrica, usada para o funcionamento da fábrica.
A fábrica também tem um reservatório onde armazenam a água da chuva, para ser utilizada como vapor de água nos ferros de engomar e noutras utilidades domésticas.
Ainda aprendi que antes o fumo que saía da caldeira era negro, porque usavam gasóleo e resíduos poluentes. Agora já não polui tanto e é muito mais claro, devido a utilizar gás natural.
Adorei esta visita, porque aprendi que esta fábrica se preocupa em não poluir o ambiente.
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Texto: Mafalda Diogo - 3.º ano
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VISITA À TWINTEX E AOS FONTANÁRIOS

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Alice Tinalhas - 1.º ano
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Martim - 1.º ano
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Érica Aragão - 1.º ano
Rodrigo Monsanto - 1.º ano
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Agostinho Faria - 1.º ano
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quarta-feira, 9 de maio de 2018

VISITA À TWINTEX E AOS FONTANÁRIOS DE ALDEIA DE JOANES

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Uma escola, para se manter viva, tem que estar ligada à corrente. É assim que, para além dos projetos de mote próprio, procuramos, com um olhar circundante, aproveitar tudo o que de bom nos é oferecido. É o caso do Projeto "Água é Vida", promovido pelo Gabinete Qualidade de Vida, da Câmara Municipal do Fundão, coordenado por Susana Nascimento, que procura alertar as nossas crianças para a problemática da água. Nesse contexto, planificou-se uma visita em que se procurou conciliar o tradicional com a modernização, ou seja, dar a conhecer as formas de antanho da exploração da água - fontanários - ao mesmo que, na visita à Twintex, se apontava a novos rumos, a novas formas de aproveitamento dum recurso tão fundamental.
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Ontem calhou a vez às turmas do 1.º e do 3.º ano. Na próxima segunda-feira, se tudo decorrer a contento, caberás às turmas do 2.º e do 4.º ano entrar na liça. À sua espera terão, tal como ontem tiveram os colegas, a história dos vários fontanários da aldeia, viagem aos passado que os ajudará a construir um passado que, bem vistas as coisas, não é assim tão longínquo.
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Mas não é só de passado que se constrói uma perspetiva de vida. O futuro conjuga-se no presente, bem visível nas instalações da Twintex, moderna fábrica onde a visão dos seus gestores contempla, para além de vertentes mais económicas, o aproveitamento da energia solar e das águas da chuva na sua laboração.
Surpreendidos? Os nossos pequenos jornalistas, muito em breve, darão notícias.
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PARABÉNS, SIMÃO!

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Hoje o Simão faz 10 anos.
Ele é alto, magro e tem o cabelo e os olhos castanhos.
O Simão é alegre, simpático, generoso e outros adjetivos que ocupavam esta folha e mais seis se os escrevesse.
No recreio ele gosta de jogar futebol e de saltar à corda.
A disciplina preferida dele é matemática, mas também é fã de música, tanto que anda a aprender saxofone.
O Simão é um amigo super leal e super prestável. Se eu precisasse de ajuda sabia que ele me ia ajudar.
Parabéns, Simão!
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Texto: Joana Martins - 4.º ano
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Eu chamo-me Simão e faço hoje 10 anos.
O meu cabelo e os meus olhos são castanhos.
Gosto do verão e de andar de sapatilhas, de calções e t-shirt. No verão eu gosto de ir à piscina.
A minha música favorita é "Quero um salgado". Gosto de arroz com atum, toco saxofone e gosto de ver no Cartoon Network "O Incrível Mundo de Gumball".
Eu acho que o mundo é um lugar grande e espetacular.
Eu tenho 13 ou 14 gatos e três cães. O meu gato preferido chama-se Rufas. No meu terreno também há peixes, sapos, rãs e girinos.
Parabéns para mim!
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Texto: Simão Santos - 4.º ano
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terça-feira, 8 de maio de 2018

RIO AVE, O MAIS POLUÍDO DE PORTUGAL

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O Ave é um rio português que nasce na Serra da Cabreira, concelho de Vieira do Minho, a cerca de 1200 metros de altitude.
Percorre cerca de 94 Km até desaguar no Oceano Atlântico, a sul de Vila do Conde, sendo assim um rio muito curto de extensão. O rio banha, sucessivamente, os concelhos de Vieira do Minho, Póvoa do Lanhoso, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso, Trofa e Vila do Conde.
Recebe cerca de 140 esgotos por tratar de empresas, sendo o rio mais poluído de Portugal.
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Pesquisa de José Miguel Martins - 4.º ano
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segunda-feira, 7 de maio de 2018

PARABÉNS, FRANCISCO!

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Parabéns ao Francisco Casimiro do 2º ano, que fez hoje 8 anos, dia 7 de maio. A turma cantou-lhe os parabéns desejando-lhe um Feliz Aniversário.
Foi elaborado um acróstico em grupo, com o seu nome:
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...............Fabuloso
...............Rápido
...............Amigo de todos os colegas
...............Novo amigo do António João
...............Carinhoso
...............Inteligente
...............Sincero
...............Calmo
...............Obediente
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Susana Gaspar
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CAIU UM METEORITO NO PLANETA TERRA

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Os alunos do 3.º ano andaram a trabalhar os conceitos básicos de uma notícia. Aquando da passagem à prática, e tendo em conta que a queda de meteoritos esteve na ordem do dia em diversos serviços noticiosos, do resultado do seu trabalho saiu isto...
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No dia 28 de abril, um meteorito caiu no planeta Terra, em Portugal, perto do Fundão, uma cidade do distrito de Castelo Branco.
Dois meteoritos chocaram e um veio na direção do planeta Terra e provocou uma explosão. Quando viram a luz que vinha do espaço e ouviram o barulho, as pessoas foram ver o que se passava.
Chamaram os bombeiros, porque a explosão deu origem a um incêndio.
Felizmente não houve feridos e o incêndio foi apagado rapidamente.
Naquele lugar ficou uma enorme cratera que vai ser utilizada para guardar a água da chuva.
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Texto: João Pedro - 3.º ano
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sexta-feira, 4 de maio de 2018

ESCOLA DE ALDEIA DE JOANES: UMA IDEIA, UM RUMO...

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O percurso da escola vai-se mantendo, fiel às convicções dos seus profissionais, muito para lá da efemeridade de certos conceitos.
Dê as voltas que o mundo der, influenciado por cíclicas modas, há uma coisa em que nós acreditamos, e daí não arredamos pé: a importância do trabalho, puro e duro. Claro que é preciso motivar - e nós motivamos - claro que, em determinados contextos, é preciso brincar - e nós brincamos - claro que é necessário concretizar - e nós concretizamos - mas, num mundo com poucas certezas, de uma coisa estamos convictos: para se progredir, como pessoa, é preciso saber enfrentar as contrariedades, incutir determinação, ajudar a descobrir a recompensa pós-esforço, cultivar um são ambiente, lançar sementes para um mundo melhor... É esse o tipo de educação em que acreditamos e, sem trabalho, quase sempre anónimo, numa desejável cumplicidade entre os diversos atores da escola, não se vai lá.
Os anos passam, os alunos vão crescendo, de vez em quando é preciso reformular, mas a trave mestra da filosofia da escola mantém-se: trabalho, muito trabalho, sempre com os afetos a tiracolo. Eles são primordiais para que se conjugue, da melhor forma, a harmonia das coisas. Por mais translações que se registem no calendário, estamos convencidos que é este o caminho.
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