quinta-feira, 20 de março de 2014

PARABÉNS, EDUARDO!

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Hoje, dia 20 de março de 2014, eu faço 8 anos e estou muito feliz!
O meu grande desejo é ser futebolista e já jogo na equipa do Clube Académico do Fundão. Eu gosto muito de jogar futebol e agora comecei também a jogar ping pong.
O meu animal preferido é o touro.
Para mim, o meu prato favorito é ketchup com batata frita, arroz, ovo estrelado e carne, no entanto, o prato que eu mais detesto é peixe com batata e brócolos.
A minha cor preferida é o azul.
Os meus melhores amigos são o Dinis e o Afonso.
Hoje trouxe para a escola um bolo de aniversário para partilhar com os meus colegas e também trouxe uma prenda para lhes oferecer.
Espero ter um bom dia de anos!
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Texto: Eduardo Lopes - 2.º ano
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O Eduardo é o meu melhor amigo. É o maior amigo do mundo!
Ele é muito bom jogador de futebol e anda comigo no Clube Académico do Fundão.
Ele é muito fofinho, porque é rechonchudo e faz piadas.
Ele tem memória de elefante e é esperto como uma raposa.
Ele gosta de comer ketchup com batata frita, arroz, ovo estrelado e carne, mas não gosta de brócolos com batata e peixe.
A letra do Eduardo é parecida à de mil escritores mega profissionais!
Ele costuma trazer para a escola o seu grande amigo Piloto que passa o dia connosco e é muito sossegado (estou a falar do seu peluche!).
A cor preferida do Eduardo é o azul.
Um dia, quando o Eduardo foi à minha casa e estávamos a jogar às escondidas ele pensava que a porta da varanda estava aberta e depois PUM!!! Ouviram esta pancada? Foi tão forte como um touro, que é o animal preferido do Eduardo.
Adoro-te, amigo, para toda a vida!
Muitos parabéns!
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Texto: Afonso Carrasco - 2.º ano
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quarta-feira, 19 de março de 2014

O DIA DO PAI E A SEMANA DA LEITURA

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POR QUE RAZÃO SE APAGA A VELA?

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A experimentação é uma atividade pedagógica de grande importância, pois conduz o aluno para caminhos fundamentais como a formulação de hipóteses e a respetiva comprovação. Em suma: a pouco e pouco, vai introduzindo no seu percurso escolar o espírito científico.
Desta vez a sessão foi entregue ao Francisco Araújo, que tinha como missão demonstrar a razão por que se apaga uma vela. Para isso, socorreu-se do seguinte material:
- três velas
- dois frascos de vidro transparente de diferentes tamanhos
- um cronómetro
- fósforos
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O Francisco, embora receoso com os fósforos...
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...começou por acender as velas.
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A seguir, cuidadosamente...
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...colocou os frascos invertidos sobre duas velas.
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Depois pegou no cronómetro...
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...e mediu o tempo que cada vela dentro do frasco...
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...levava para se apagar.
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Os colegas puderam verificar que, enquanto a vela do exterior se mantinha acesa, as que tinham sido tapadas com os frascos apagaram-se ao fim de algum tempo. Primeiro a do frasco pequeno, depois a vela do frasco maior.
A conclusão afigurou-se óbvia: a vela apaga-se quando se consome o oxigénio do ar.
Boa, Francisco!
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IMAGENS DO 10.º CAMPEONATO DE JOGOS MATEMÁTICOS

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Tal como aqui foi noticiado, na passada sexta-feira, dia 14 de março, realizou-se no Fundão o 10.º Campeonato de Jogos Matemáticos, com cerca de 1700 participantes, em representação de 350 instituições de todos os quadrantes do país. 
No rol dos participantes constavam os nomes de Bruno Luz, Guilherme Passarinho e Eduardo Lopes, que representaram condignamente a nossa escola. Basta dizer que, para passarem à fase final, careciam de quatro vitórias, e dois dos nossos alunos - o Guilherme e o Eduardo - conseguiram três, ficando-se o Bruno pelas duas.
Foi uma bela participação, sem dúvida, que os enriqueceu sobremaneira. Parabéns aos três!
Aqui ficam algumas fotos - tiradas pelo prof. Daniel, a quem agradecemos - de algumas fases da competição.
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FELIZ DIA DO PAI!

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Um maravilhoso dia para todos os pais, bem ancorados na ternura dos filhos!
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terça-feira, 18 de março de 2014

O BEIJO DA PALAVRINHA - ABC DO MAR - 2

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E a inspiração continua em ondas e azuis poéticos! :)

Madalena Filipe - 4.º ano

ABC DO MAR
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Água vais encontrar no mar e a
Brisa vais sentir, a sorrir, e verás o
Cavalo-marinho a nadar, as
Dunas, montanhas a espreitar, as
Estrelas-do-mar a sonhar na
Frescura, sem amargura, companheira dos
Golfinhos ao sol a saltar e no
Horizonte vê-se o farol que ilumina a
Ilha onde vivem peixinhos animados mas o
Jaquinzinho, coitadinho, tropeçou na
Lapa enquanto sentia a
Maresia e eu lá fui a
Nadar, com o cabelo molhado, pelas
Ondas e observar o
Peixe que me olha e cora mas depressa foge da
Quilha gasta de uma barco perdido atracado na
Rocha junto da costa onde luz a
Sardinha douradinha perseguida pelo
Tubarão mauzão amigo do
Urso-marinho que é muito fofinho e se afasta nas
Vagas ao ver o pobrezinho do
Xarroco ... no prato do
Zeca Zonzo!
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Poesia: Madalena Filipe e Rita Mesquita - 4.º ano
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VIII CAMPEONATO INTERNACIONAL SUPERTMATIK - CÁLCULO MENTAL

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Após o excelente empenho dos alunos no 10.º Campeonato de Jogos Matemáticos, segue-se a participação das turmas dos 2.º e 4.º anos no VIII Campeonato Internacional SuperTmatik (Cálculo Mental). Fomentar o interesse pela prática do cálculo mental, desenvolver destrezas numéricas e de cálculo com o reforço da componente lúdica na aprendizagem da matemática são alguns dos objetivos desta iniciativa.
As eliminatórias a disputar entre alunos da mesma turma para apuramento dos campeões e vice-campeões decorrerão já na próxima semana. Não há tempo a perder, vamos lá treinar e calcular!
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OBRIGADO!

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Gestos sentidos, olhos brilhantes
Impacto em toque profundo
Para todos os que me mimaram
Um abraço do tamanho do mundo.
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segunda-feira, 17 de março de 2014

O BEIJO DA PALAVRINHA - ABC DO MAR - 1

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Ultimamente, os alunos do 4.º ano debruçaram-se sobre a história "O Beijo da Palavrinha" de Mia Couto.
A protagonista, Maria Poeirinha, vivia com a sua pobre família numa aldeia do interior. Nenhum deles tinha nunca visto o mar, uma falta que o Tio Jaime Litorânio achava grave, pois ver o mar, segundo ele, faz-nos conhecer horizontes e ter esperança. Maria Poeirinha adoeceu e não lhe era possível viajar até à costa e assim curar-se... A menina não chega a ver o oceano, mas ainda é beijada pela palavra "mar", quando o irmão, Zeca Zonzo, a escreve num caderno para a ajudar a ficar boa.
Esta bela história é ilustrada com as cores do sol e do mar e tem um final menos alegre, mas muito mágico...
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Depois da exploração desta história, os alunos do 4.º ano viajaram num oceano de palavras e elaboraram o ABC do Mar.

Francisco Paulo - 4.º ano
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Seguidamente, recorrendo às palavras que escreveram sobre o mar, elaboraram uma poesia onde a habilidade escrita, a musicalidade, o ritmo e a sensibilidade de cada um projetaram no papel a sua criatividade poética.
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.ABC DO MAR
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Água do mar salgada e maravilhosa
Barcos a navegam com destino à
Costa onde tudo começa e por onde entra o
Denso e misterioso oceano onde habita a
Estrela-do-mar companheira da
Foca que nada alegremente e sorri à
Gaivota que voa, voa e desaparece no
Horizonte onde se perde o azul que guarda a
Ilha onde vive o nosso
Jaime que acredita que o mar é solução para todos os males e onde a
Lontra mergulha na forte
Maré onde os peixes se divertem a
Nadar, que boa sensação é o baloiçar das
Ondas onde as pessoas parecem
Peixes escondidos na
Quilha de um barco desgastado e sem
Remos para remar e alcançar o
Sol doirado e quente que aquece o
Tubarão, a fera do mar, à espreita do
Urso que vê o mar congelar para a
Vida continuar e ir pescar o
Xarroco amigo do
Zeca que ajudou Maria Poeirinha a ver o mar.
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Poesia: Francisco Paulo e Mariana Carrondo - 4.º ano
 
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OS OLHOS GRANDES DA PRINCESA PEQUENINA - 1

Era uma vez uma princesa muito, muito pequenina.
Um dia descobriu que, apesar de ter os olhos enormes e muito bonitos, não conseguia chorar.
- Como assim? - perguntou-lhe um dia a sua avó.
- Assim mesmo - respondeu a princesa. - Não sei chorar. Não tenho lágrimas. Eu sei que as pessoas quando choram têm lágrimas. Até sei que as lágrimas são salgadas.
- Não te preocupes, minha querida. Um dia vai acontecer.

(Excerto da obra "Os Olhos Grandes da Princesa Pequenina" de Ondjaki)
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Vejamos como alguns alunos do 2.º ano imaginaram esse dia...

Margarida Matos - 2.º ano
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Um dia, a princesa foi passear pelo jardim do palácio. Viu um gato a fugir e ela assustou-se. Começou a correr e a gritar e a avó perguntou-lhe o que se tinha passado. A princesa respondeu que tinha visto um animal a fugir e que tinha tido medo. Por mais assustada que estivesse, a princesa não deitou uma lágrima.
Para acalmar a princesa, a avó convidou-a a ir com ela até à cozinha para a ajudar a fazer o jantar.
Quando a avó começou a descascar as cebolas, a princesa começou a... chorar! E quantas mais cebolas a avó descascava, mais lágrimas corriam pela cara abaixo da princesa. Então, a avó olhou para ela e disse, sorrindo:
- Tens a cara toda molhada!
- Então quer dizer...
- Quer dizer que são lágrimas!- respondeu a avó à princesa pequenina.
E as duas lá continuaram a fazer o jantar chorando de alegria!
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Texto: Ana Sofia Franco - 2.º ano
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Daniela Mendes - 2.º ano
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Um dia, a princesa foi passear até à ribeira. Estava um dia bonito!
Depois foi ao café comer um gelado de chocolate e baunilha.
A princesa olhou para o seu relógio e já eram 17 horas.
- Tenho de ir já para o palácio! - exclamou a princesa.
Pelo caminho encontrou uns miúdos muito maus! Eles fizeram troça dela, disseram-lhe que era feia, gorda... Chegaram-lhe  mesmo a bater e a princesa ficou tão triste, tão triste, tão triste que desatou num choro compulsivo.
A tristeza era profunda, mas não conseguia deixar de pensar que finalmente experimentara chorar. Era uma experiência nova! Mas, neste caso, nada agradável!
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Texto: Dinis Santos - 2.º ano
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"As emoções são coisas estranhas que sentimos em alguns momentos da vida. Estão sempre dentro de nós mas só por vezes aparecem."
(Ondjaki)
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