quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PARA TI, PAI!

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Já ontem, ao aprender a palavra pai, o Francisco dissera que já podia escrever ao pai. Mas continuou-se com a aula e a coisa passou.
Hoje, após mais algumas sessões de trabalho, chega o merecido intervalo da tarde. Lá fora, enquanto os alunos extravasam energias, na sala da biblioteca vão-se ponderando alguns assuntos a tratar amanhã, na reunião de pais.
De repente alguém bate à porta. Era o Francisco, com um desenho na mão, acompanhado de um pedido:
- É para o meu pai. Pode colocar no blog?
Todos sabemos que há circunstâncias em que certos pedidos não se podem recusar. E, sabendo nós que a saudade aperta, aqui fica o desenho do Francisco para o pai, lá longe na África do Sul. Carregadinho de saudades...
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FRUTOS DO OUTONO - II

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O marmelo é um fruto de polpa dura, ácido e de pele amarela e aveludada. É uma fruta aromática, de perfume forte e agradável.
Em Portugal é um fruto que não é normalmente consumido cru, mas cozido, geralmente fazendo-se marmelada, geleia, xaropes e licores. Também se consome assado.
O marmelo é uma boa fonte de vitamina C e alguns sais minerais. Além disso, auxilia no bom funcionamento do aparelho digestivo.
O marmeleiro é uma planta de porte médio (3 a 6 metros), de folhas oblongas e caducas, de sistema radicular superficial e fasciculado, com tronco tortuoso e copa arredondada. É uma árvore de muitos galhos, folhas duras e cor verde escura. As flores são grandes e brancas ou rosadas.
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A uva é o fruto da videira. As várias variedades apresentam características diferentes na forma, tamanho, tonalidade, qualidade...
Têm uma forma redonda ou oval, possuem uma polpa coberta por uma pele fina e a cor varia entre o verde, vermelho e roxo escuro.
De acordo com a variedade, a uva pode ser usada para: uva de mesa, fazer vinho e uva passa. Além disso, as uvas podem também ser usadas para produzir sumo, doces e geleia.
O amadurecimento da uva depende da variedade e da zona de cultivo e acontece desde o final do Verão até ao princípio do Inverno. A colheita é feita entre Setembro e Novembro.
Pensa-se ser originária da Ásia.
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Pesquisas realizadas por: Pedro Melfe (em cima) e Inês (em baixo) - 3º ano
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O MEU CORPO - SISTEMA EXCRETOR/URINÁRIO

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O sangue, na sua viagem através do corpo, recolhe impurezas e água que tem de eliminar na forma de urina, de suor e vapor de água.
A pele, através dos poros, elimina o suor produzido nas glândulas sudoríparas.
Nos pulmões, o sangue deixa ficar a água, na forma de vapor, e alguns gases, que são eliminados através da expiração.
Os rins são o órgão principal do aparelho urinário e funcionam como um filtro.
O sangue ao passar pelos rins é filtrado e deixa aí ficar as impurezas. Estas impurezas misturadas com a água formam a urina.
A urina segue pelos ureteres e cai, gota a gota, na bexiga.
Esta, quando está cheia, explusa a urina para o exterior através da uretra.
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Texto colectivo - 3º ano
Ilustração: António - 3º ano
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

FRUTOS DO OUTONO - I

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A variedade de dióspiros mais conhecida em Portugal é a de casca lisa, fina, cor-de-laranja forte ou amarelada-torrada e de polpa muito mole e viscosa que surge na época inicial de Outono.
São, por isso, frutos bastante ricos em hidratos de carbono, (embora de absorção rápida, devendo ser consumidos com moderação), vitamina C, fibras, potássio, magnésio e ferro, promovendo a saúde dos olhos, pele, intestinos, ossos...
Este fruto tem também efeitos antioxidantes e anticancerígenos.
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As castanhas formam-se dentro de um ouriço e caem da árvore - o castanheiro. As primeiras chuvas do Outono servem para engrossar as castanhas, para assim ficarem mais vistosas e saborosas.
Com este fruto podem-se preparar deliciosos petiscos!
A castanha pode comer-se assada, cozida, a acompanhar vários pratos de carne... Também se podem fazer compotas, licores, caldudo (sopa de castanhas). Podem também secar-se para se comerem ao longo do ano, chama-se assim castanha pilada.
As castanhas são frutos típicos do Outono, muito consumidos na festa de São Martinho, em Novembro. Nesta época realizam-se magustos e aí elas são as rainhas da festa! E se ouvirem tau, tau, não se assustem, é só uma castanha a divertir-se... na fogueira!
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Pesquisas realizadas por: António (em cima) e Mélanie (em baixo) - 3ºano
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TRABALHO...

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Tem sido dura, mas profícua, a aprendizagem dos nossos caloiros.
O trabalho tem exigido muito deles mas, a pouco e pouco, o ritmo necessário vai sendo assimilado. Claro que a descompressão, através de momentos com duas ou três boas gargalhadas, tem temperado o seu esforço, e assim se vão tentando harmonizar os dias.
Na semana passada foram os ditongos que estiveram na berlinda, desta vez é o fonema p a merecer a sua atenção.
Trabalho, sempre trabalho...
Mas é assim que tem que ser para se alcançar o sucesso.
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domingo, 31 de outubro de 2010

O MEU CORPO - SISTEMA CIRCULATÓRIO

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As substâncias nutritivas e o oxigénio chegam a todas as partes do corpo através do sangue.
O que faz movimentar o sangue é o coração, o órgão principal do aparelho circulatório.
Os órgãos que constituem o aparelho circulatório são o coração e os vasos sanguíneos (artérias, veias e capilares).
O coração funciona como uma bomba que empurra o sangue através dos vasos sanguíneos para todas as partes do corpo. Ao movimento de contracção e dilatação do coração dá-se o nome de pulsação.
As artérias são os vasos sanguíneos que levam o sangue do coração a todas as partes do corpo, onde deixa os nutrientes e o oxigénio.
As veias são os vasos sanguíneos que trazem o sangue das diferentes partes do corpo para o coração, depois de se ter enriquecido de oxigénio (nos pulmões) e de ter sido filtrado das suas impurezas (nos rins).
A esta "viagem" do sangue chama-se circulação.
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Texto colectivo - 3º ano

Ilustrações: Guilherme Pacheco - 3º ano
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sábado, 30 de outubro de 2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O PÃO DA NOSSA ESCOLA

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Ontem, na nossa escola, fizemos o pão que costumamos fazer todos os anos.
Saímos da sala e a D. Ju já tinha a farinha num alguidar. Ela depois fez uma cova na farinha e pôs lá o fermento e sal com água morna para depois amassar.
Primeiro amassou devagar e depois começou a amassar depressa.
Depois de se mexer bem, fomos lavar as mãos para a massa não ficar agarrada às mãos. Então, três a três, fomos fazendo bolinhas.
Deitámos as bolinhas nas patuscas e depois de estarem prontas fizemos mais.
No intervalo da tarde comemos o pão com marmelada e geleia.
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Texto e ilustração: Catarina Angeja - 4.º ano
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REGISTO

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Como se faz o pão?
Como qualquer experiência deve ser acompanhada do respectivo registo, os alunos realizaram esta tarefa relatando o que aprenderam durante a confecção do pão na escola.
Eis um exemplar desse trabalho:
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.Leonor Dinis - 3º ano
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

PÃO

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O pão é um dos alimentos mais importantes da história da humanidade. E, a ter em conta o ditado "casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão", o melhor é precaver-nos e aprendermos a fazer este alimento tão básico na nossa alimentação.
Foi o que fizemos na nossa escola, onde todas as turmas se dedicaram hoje à confecção de pão.
Os ingredientes são por demais conhecidos: farinha, água, fermento e sal. A ciência está em saber tratá-los de forma correcta e nas devidas proporções, que estas coisas não gostam de grandes invenções. Assim, para um universo de quase 100 alunos, e tendo em conta que cada um teria que comer, pelo menos, uma bolinha, utilizámos 2 kg de farinha, 1 litro de água, 120 g de fermento e uma pitada de sal.
Sob a orientação da nossa colega Ivone, que nos veio dar uma ajudinha, todos os alunos participaram na amassadura, actividade que motiva sempre interesse e curiosidade. Após algum tempo a fintar, a massa fica finalmente preparada, e é hora de tender. Nesta fase os alunos são novamente solicitados a participar, dando forma às desejadas bolas. Com maior ou menor jeito, eles lá dão conta do recado. E, trabalho feito, há que levá-las para o forno (utilizámos vários pequenos fornos eléctricos) que o tempo urge.
Com o aroma do pão cozido a alastrar pela sala, passada cerca de meia hora o pão estava pronto. Foi então a vez de eles se banquetearem, comendo o pão com marmelada feita há dois dias. Acreditem, estava tão bom!
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