quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A VISITA DE ESTUDO VISTA PELO TIAGO

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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

CARNAVAL NA ESCOLA - O FILME

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O dia, como sempre nestas coisas, prometia ser intenso. Para o exterior era apenas um em que a miudagem iria mascarada, a seu bel-prazer, para se divertir à brava. No interior sabia-se que, pelo contrário, seria um dia em que, mais do que nunca, as atenções requeriam ser redobradas. É que eles, no encarnar das personagens que vestem, saltam, pulam, arremessam, riem, fazem de conta, ultrapassando, por vezes, as marcas. E há que estar atento.
No cômputo geral a coisa correu bem. Juntaram-se as quatro turmas, acoplaram-se as duas turmas do Jardim de Infância, com muitos irmãos, primos e conhecidos de permeio, e o faz-de-conta aconteceu, naturalmente. Para que as pessoas se entendam nada melhor que estabelecer pontes entre as ilhas.
No final, a cereja no topo do bolo: houve teatro, houve aplausos, houve canções convidativas ao dar de mãos. As ilhas juntaram-se, assim se formam continentes. Que mais desejar?
O nosso Carnaval foi bom, ó se foi!
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AC
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Ó MEU DEUS, HÁ GERMES POR TODO O LADO!

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A vida, para quem a quer sentir, é mesmo assim: exige compromisso, determinação e, acima de tudo, crença. E quem melhor do que as crianças para isso?
Já aqui tínhamos relatado que os alunos do 4.º ano andavam a ensaiar a peça "Ó meu Deus, há germes por todo o lado", da autoria da Joana Augusto - que voos se desenham em ti, Joana? - para representar esta sexta-feira, dia dedicado ao Carnaval. Pois bem, chegada a hora, e já com a plateia bem repleta - além dos alunos da nossa escola, também os pequenotes do Jardim de Infância estiveram presentes, num total de cerca de 130 pessoas - na antecâmara os atores aguardavam pela sua hora.
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Finalmente entraram em cena, após apresentação do Francisco. Não estavam nervosos, não estranharam o numeroso público. Começa a ficar habituada ao palco, esta malta, o que é muito bom sinal. O seu futuro desempenho social agradece.
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Eles prosseguem na sua performance e, logo à partida, os sinais são bons: a assistência não se dispersa, num respeitoso silêncio, procurando não perder pitada do menu que lhes está a ser servido.
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Quem observa, sem se dar conta, vai entrando num exercício de saber quem é o Obcecado, a Corajosa, o Chato, a Sentimental, o Sensível... As coisas, a cada momento, começam a ganhar forma.
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A proximidade da assistência não atemoriza os atores. Sentem-se à vontade, representam o seu papel, ganham auto-estima. 
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A autora da peça é também a narradora. E, de megafone em punho, a Joana vai ligando as diversas pontas da peça.
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Os colegas são bons, correspondem ao que lhes é solicitado, acrescentando sempre algo de produção própria. A coisa continua a correr bem.
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A peça aproxima-se do fim. O Obcecado é confrontado com a visão dos outros, comprometendo-se, no futuro, a enquadrar-se melhor na realidade alheia. 
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Mensagem deixada, expetativa dobrada. Que pensaria a assistência?
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Pois bem, a reação parece ter sido unânime: a audiência gostou, aplaudiu e... o ego da Joana e dos nossos pequenos atores encheu-se de forma plena. Parabéns para todos!
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PARABÉNS, CAROLINA!

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Apareceu hoje, na escola, toda à anos 20: saltos altos, vestido largo ornado com compridos colares, casaco de peles, uma fita na cabeça que servia de suporte a uma flor vermelha. É Carnaval, entenda-se, e cada um tende a representar um papel perante os outros. Vinha bem, a Carolina, com o mérito de conseguir equilibrar-se, com alguma naturalidade, na altura daqueles enooormes saltos.
A Carolina, para quem a conhece bem, chegou mais sorridente do que o habitual. Pudera, fazia anos, e, se essas coisas mexem sempre com qualquer um, muito mais mexem com uma criança.
A Carolina é espevitada, espontânea, com a sensibilidade à flor da pele. Gosta de cultivar amizades, de cantar, de se mexer, é o protótipo da pessoa que vê sempre o copo meio cheio. Empolga-se, quando o motivo a seduz, barafusta, quando não é do seu agrado. Mas é solidária, amiga do seu amigo, sempre pronta a acudir a qualquer labareda. É uma excelente pessoa, a Carolina!
A Carolina, a decana da turma, completou hoje 11 anos. Parabéns!
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PARABÉNS, TIAGO!

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Eu sou o Tiago, fiz 9 anos no dia 6 de fevereiro. Sou aluno da Escola de Aldeia de Joanes e ando no 3.º ano. Também tenho aulas na UEE, na Escola Serra da Gardunha.
Gosto dos meus amigos, da Leonor Barroso, do Tomás Dias Neto e de todos.
Andar na escola é muito bom, já sei ler histórias de encantar. Adoro jogar e pintar no computador.
Gosto de viajar no táxi mas adoro vir no carro da mãezinha.
Adoro fazer anos e estou feliz! Já tive dois bolos, um na UEE e outro na escola, e vou ter o 3.º bolo em casa com a família.
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Tiago Monsanto - 3.º ano
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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

ENSAIOS

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Com o singular nome de "Ó meu Deus, há germes por todos os lados!", a peça que a turma do 4.º ano tem andado a ensaiar, da autoria da Joana Augusto, está quase nos trinques. Vamos lá a ver como é que eles se portam amanhã.
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

POR TERRAS DE LAVACOLHOS, CASTELEJO E SOUTO DA CASA

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No dia 31 de janeiro fizemos uma visita de estudo para ficarmos a conhecer melhor o nosso concelho. Quem nos guiou foi o prof. Pedro Silveira da Câmara Municipal do Fundão.
Iniciámos a nossa visita na Casa do Bombo em Lavacolhos. Ficámos a saber como se constroem os bombos. Tocámos bombos e dançámos ao ritmo da música do bombo e do pífaro.
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Ficámos a conhecer uma figura ilustre de Lavacolhos chamado Carlos Gravito. Ele pintou o painel de azulejos que está na entrada e tem-se preocupado e trabalhado muito para a preservação da tradição dos bombos. Este senhor tem 83 anos e foi ele que trouxe o surf para Portugal.
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Continuámos a nossa visita na Casa da Romaria da Santa Luzia, no Castelejo. Ficámos a saber que é a santa protetora dos olhos. Vimos as flores de Santa Luzia que demoram três horas a fazer. Ficámos a conhecer as tradições ligadas a esta festa.
Seguimos para o Souto da casa onde almoçámos. Depois fomos visitar as casas temáticas: o sapateiro, o carpinteiro e o ferreiro. Aprendemos muito sobre estas profissões tão antigas!
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Fomos terminar a visita ao pé da D. Lurdes e do senhor Carlos. A D. Lurdes fez e ensinou-nos a fazer esquecidos deliciosos! O senhor Carlos aqueceu o forno para cozer os bolos. Depois foi só comer. E que bons que eles estavam!
Foi uma visita muito interessante. Estamos muito agradecidos ao prof. Pedro por nos ter proporcionado esta visita tão interessante e divertida!
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Turma 21 (3.º ano) - Texto coletivo
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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

PARABÉNS, MARTIM!

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....................Muito brincalhão
....................Amoroso e amigo de todos
....................Risonho
....................Trabalhador e empenhado
....................Imita o Cristiano Ronaldo
....................Muito ele gosta de ser árbitro...
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Acróstico coletivo - Turma 20 (2.º ano)
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

MORREU O PROF. OSÓRIO

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Não nasceu em Aldeia de Joanes, mas sentia a terra como sua. Professor de Educação Física, durante muitos anos, na Escola Secundária do Fundão, aproveitou o tempo de reforma para se dedicar, de corpo e alma, à Associação Desportiva, Cultural e Recreativa de Aldeia de Joanes. Para além de estar envolvido na construção das novas instalações, que albergam duas das quatro turmas da escola, procurou apetrechar esta instituição com valências viradas para um outro respirar do mundo, com novas exigências: um ATL, um ginásio, uma sala de estudo, aulas de dança, de ioga... E ele por ali andava, quase a tempo inteiro, zelando pela menina dos seus olhos.
Nos últimos tempos a infelicidade bateu-lhe à porta. A doença, de forma irreversível, começou a conviver com ele, sugando-lhe as forças a cada dia que passava. Teve que se afastar da Associação.
Não se rendeu. Lutou sempre até ao fim, pleno de dignidade, apesar do atroz sofrimento. E este fim de semana, finalmente, a alma do prof. Osório libertou-se.
O prof. Osório era um homem bom. Paz à sua alma.
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

CASTING

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Em meados do último período, e sabendo-se das suas capacidades, a Joana Augusto foi desafiada a escrever uma pequena peça para ser representada na Festa de Natal. Ela aceitou o repto, a coisa correu bem e... a nossa autora parece ter-lhe tomado o gosto. É que esta semana perguntou se podia escrever uma peça para ser representada no Carnaval. Obtida a anuência, ficou marcado para hoje um casting para seleção dos atores.
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Os testes foram-se sucedendo, tendo em vista as diversas personagens, com vários candidatos para cada papel.
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A Joana dizia o que pretendia, punha cada colega a improvisar, observava o desempenho de cada um e, no final, fazia a escolha.
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Ah, as personagens são muito sugestivas: a Corajosa, o (a) Sensível, o (a) Sentimental, a Professora, o Chato, o Obcecado, a Convencida e o Ofensivo. 
A próxima semana será de ensaios e, de hoje a oito dias, a peça subirá à cena. Apetece ver o que sairá dali, não acham?
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Os selecionados no casting
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