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quinta-feira, 12 de abril de 2018

TEATRO ESTE - VER PARA BEM FAZER

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Há um mundo em constante mutação, de subtilezas várias, em que o mero cidadão se sente num labirinto. Há uma vontade de comunicar, de intervir, de interagir. Há o ver e o fazer.
Partindo do princípio de que não somos compartimentos estanques, e que a interação dá a conhecer diversas formas de ver e de sentir, o grupo ESTE está a desenvolver, no presente ano letivo, um projeto que designou de "VER-FAZER", procurando que a sua relação com o público mais jovem vá para lá da simples fruição. É preciso descobrir, emitir opinião, é necessário envolvermo-nos naquilo a que designamos por vida...
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Esta semana as quatro turmas da nossa escola estiveram na Moagem, onde se depararam com o produto final daquilo que o Tiago Poiares e o Roberto Querido, durante alguns meses, andaram a "ouvir" nas suas andanças pelas escolas, e a que, posteriormente, deram vida. 
Qualidade, rigor e talento em prol da mensagem, reforçada na conversa final, impregnada de pedagogia, que os dois atores tiveram com o seu público.
Ver para bem fazer, fazer bem para bem ver.
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quarta-feira, 11 de abril de 2018

FOMOS AO TEATRO

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As quatro turmas da escola têm andado inseridas no Projeto Ver-Fazer, desenvolvido pela ESTE, que teima em lutar pelo teatro como capacidade de expressão.
Ontem e hoje foi o culminar do projeto, com os alunos a verificarem, in loco, o produto final, com o Tiago e o Roberto, dois grandes profissionais, amantes da sua arte, a interpretarem o papel de dois pastores, e não só, que encarnam algumas vicissitudes do que ainda resta duma certa forma de vida no interior.
Aqui fica o registo dos alunos do 1.º ano.
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Agostinho Faria - 1.º ano
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Núria Faria - 1.º ano
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Rodrigo Monsanto - 1.º ano
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Érica Aragão - 1.º ano
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

PROJETO VER - FAZER

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Tinham comunicado que estariam na escola às 10 horas e foram pontualíssimos. Chegaram descontraídos, com um olhar de quem acredita no que faz, prontos para passar a sua mensagem. Eram o Tiago e o Roberto, da Companhia de Teatro Este, que têm andado pelas escolas a desenvolver o Projeto Ver-Fazer.
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Com ideias e métodos bem definidos, começaram por dispor a sala do modo mais conveniente. Depois... bem, depois as palavras e os gestos começaram a insinuar-se, a produzir efeito, levando os alunos para o cenário que mais lhes interessava. 
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Criaram uma curta situação cénica, improvisando, prendendo os alunos a cada fala, a cada pormenor, inserindo-os por completo no enredo. Depois, já com a plateia na mão, questionaram sobre o que os alunos viram, sondaram a sua perceção, desafiaram-nos a ousar sugerir novas situações, diferentes posturas dos atores...  
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Os alunos aceitaram o repto e começaram a sugerir novas situações, diferentes características das personagens. Era o que Tiago e o Roberto queriam. Continuaram a ouvir, a incentivar, até que se conseguiu o suficiente lastro para nova representação, sempre com base na improvisação.
Os alunos, no final, aplaudiram de forma espontânea. Queriam mais, mas agora só na Moagem, local onde irá decorrer a segunda sessão.
A coisa promete, ó se promete!
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

TEATRO

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No dia 2 de fevereiro veio cá a Companhia de Teatro ESTE.
Eles ensinaram-nos a cumprimentar em russo e até fizemos dois jogos. Num nós andávamos pelo salão, mas como se fôssemos robôs. Não podíamos fazer curvas, só podíamos fazer meia pirueta e continuar em frente. O outro jogo era assim: o Tomás era o inspetor e virava-se para a parede. Os outros faziam uma roda e largavam as mãos. E o senhor da companhia de teatro escolheu a Joana para ser o imperador. E começaram a fazer gestos e passado um bocado o senhor do teatro chamou o Tomás. O Tomás tinha três oportunidades, para descobrir quem era o imperador. Ele só precisou de duas tentativas para descobrir e disse que era a Joana. Depois fizemos todos três filas e de seguida começou o teatro. Isso passava-se em S. Petersburgo, a capital da Rússia naquela altura. Hoje em dia a capital da Rússia é Moscovo. O teatro começou com um rapaz a jogar com um funcionário no casino. E o rapaz ganhou uma vez. E o funcionário do casino ganhou uma vez. E de seguida o casino fechou. E o rapaz foi para casa muito tarde.
No dia seguinte o governador recebeu uma carta sobre um inspetor. E o governador mandou o carteiro ler todas as cartas mandadas por ele. E onde estava esse inspetor. O carteiro disse-lhe que ele estava num hotel há uma ou duas semanas.
O governador foi passear e encontrou um homem e o homem começou a falar que era próximo do imperador. O governador parou a tempo e pensou que o rapaz era o inspetor. E o governador ofereceu-lhe uma volta pela cidade. E o rapaz aceitou. E a cada instituição que viam o governador dava um empréstimo para o inspetor não fazer queixa dele.
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No dia seguinte o inspetor cruzou-se com a esposa do governador. A Ana. E o inspetor e a Ana começaram a dançar.
- Mãe!!! - grita a filha Maria. E eles inventaram uma desculpa e disseram que o inspetor ia casar com ela. E o governador ficou muito feliz, que assim podia investigar o rapaz. Mas antes do casamento ele fugiu. E o correio descobriu através de uma carta que afinal ele não era o inspetor, o amigo é que era o tal inspetor muito procurado pelo governador.
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Texto: Mafalda Correia - 4.º ano
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