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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

RODA DOS ALIMENTOS

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Comemorou-se, na última segunda-feira, o Dia Mundial da Alimentação. O prof. Sérgio, que nesse dia assumiu a condução dos trabalhos da turma do 4.º ano, trabalhou com os alunos a Roda dos Alimentos. As imagens falam por si.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

ADIVINHAS SOBRE A ALIMENTAÇÃO

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1 - O que é, que é, um mundo verde, a terra é vermelha e os habitantes são pretos?
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2 - Qual é a coisa, qual é ela, que é amarela e corre muito depressa?
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3 - Verde foi meu nascimento, mas de luto me vesti, para dar luz ao mundo, mil tormentos padeci.
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4 - Tenho coroa, mas não sou rainha, sou muito boa e bem vermelhinha. Quem sou eu?
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5 - Qual é a coisa, qual é ela, que quanto mais quente mais fresco é?
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6 - Qual é a coisa, qual é ela, que tem coroa e é laranja?
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7 - Qual é a coisa, qual é ela, que é amarela por fora e branca por dentro?
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8 - Qual é a coisa, qual é ela, que é amarela por dentro e branca por fora?
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9 - Tem a casca bem guardada, ninguém lhe pode mexer, sozinha ou acompanhada, em novembro nos vem ver?
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10 - É uma senhora muito bonita, e com finos véus se aperta, quem tiver que a desapertar, muitas lágrimas há de chorar. Quem é?
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11 - Qual é a coisa, qual é ela, que antes de ser já o era?
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12 - Redondo, redondinho, como a pedra de um moinho. O que é?
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13 - Qual é a coisa, qual é ela, que tem escamas mas não é peixe e coroa mas não é rei?
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14 - Redondinha, redondão, que nasce por baixo do chão. O que é?
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15 - Casinha amarela, quase vermelha, não tem porta nem telha?
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16 - Uma arquita pequena, de bom parecer, não há carpinteiro que a saiba fazer?
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17 - O que é, que é, entra como ouro e sai como neve?
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18 - O que é, que é, quanto mais alto está, melhor se lhe chega?
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19 - O meu nome é pouco limpo, pelo dono sou cevado, quando tenho uns bons quilos, por ele sou devorado?
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20 - Eu sou uma coisa que desaparece no calor e permanece no frio. Quem sou eu?
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21 - Qual é a coisa, qual é ela, cai no chão e fica amarela?
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22 - Tem barba, mas não é homem, tem dentes, mas não é gente?
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23 - Qual é a coisa, qual é ela, tem cabeça mas não é gente, tem dentes e não é pente?
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24 - Tenho camisa e casaco, sem remendo nem buraco, quando no lume me metem, estoiro como um foguete?
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25 - Tem coroa e não é rei, tem escamas e não é peixe?
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Trabalho da Turma 19 - 3.º ano
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO - O FILME

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DIA DA ALIMENTAÇÃO - O PISCAR DE OLHO DAS ESPETADAS DE FRUTA

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A ideia não era original, mas era sedutora e com promessas de deliciar o palato. E quando assim é...!
Os alunos começaram por levar para a escola uma peça de fruta. Para que as contas não dessem numa verdadeira salada, estipulou-se o seguinte: cada aluno do 1.º ano levava uma maçã, os do 2.º uma pêra, os do 3.º uma banana e, por fim, aos do 4.º foi destinada uma laranja. Para melhor conjugar cores e sabores, a escola comprometeu-se a arranjar uvas e abacaxis, ficando tudo ainda mais colorido com o fornecimento de duas embalagens de morangos por parte de um encarregado de educação. E de ingredientes estávamos conversados, pois queríamos tudo o mais natural possível. Os adereços - paus de espetada, pratos e guardanapos - a escola, mais uma vez, tivera o condão de os forjar.
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Durante o dia, enquanto as diversas atividades decorriam, a Teresa e a Cristina, as nossas diligentes mais que tudo, descascaram, partiram, acondicionaram. Quando a fruta chegou às salas, aos alunos estava reservado o mais fácil: munidos de um prato com pedaços de todas as sete frutas, divertiram-se a fazer a espetada e, por fim, deliciaram-se com aquela mescla de sabores e cores...
Espetada de frutas: doce, saudável e colorida. As costas das nossas auxiliares, todo o dia na labuta, é que não ficaram nada saudáveis. Mas compensa-as o facto de saberem que toda a gente da escola gosta muito delas.
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DIA DA ALIMENTAÇÃO - AÇÚCAR, O INIMIGO INVISÍVEL

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Comemora-se hoje, em todo o mundo, o Dia Mundial da Alimentação. E se, nalguns pontos do planeta, a alimentação ainda é uma questão de sobrevivência, facto que envergonha a apregoada solidariedade dos países mais desenvolvidos, noutros a questão coloca-se acerca da melhor forma, através daquilo que comemos, de cuidar do corpo e da mente.
Numa sociedade apressada, em que a ditadura do tempo vergasta quase todas as pessoas, a produção de alimentos tornou-se uma indústria prioritária, com estratégias de sedução do mais fino quilate, em que a solução por um produto saboroso e pronto a consumir, e se possível barato, vai de encontro às necessidades da maioria das pessoas. E é aqui que se vislumbra o ditado "gato escondido com rabo de fora", pois a maioria dos produtos, a fim de melhor se conservar e apresentar aos consumidores com um ar sedutor, usa e abusa de algumas substâncias prejudiciais ao nosso organismo, entre as quais o açúcar. 
Foi neste contexto que hoje, para comemorar a apregoada data, recebemos na nossa escola Sónia Martins, que nos veio falar da quase ubiquidade do açúcar naquilo que consumimos.
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A nossa convidada, num registo muito próprio, em que a serenidade se alia à convicção, começou por explorar o conhecimento mais óbvio que a sua audiência tinha do açúcar: o sabor dos bolos, dos bombons, das sobremesas, dos gelados... Depois, sempre no mesmo registo, falou-se do efeito energético do açúcar - aqui os alunos, devidamente orientados, "exteriorizaram" o comportamento típico duma pessoa com muita energia acumulada - das suas implicações na forma de estar, no funcionamento do organismo. E surgem, naturalmente, diferentes conceitos: os açúcares rápidos/simples e os lentos/complexos, mais propícios à concentração.
Depois, e tendo em conta que muito do que somos tem a ver com o que metemos na boca, falou-se dos açúcares escondidos, ou seja, das enormes quantidades de açúcar que consumimos sem nos darmos conta. E os exemplos - bem sistematizados no jogo "Encontra o açúcar escondido", em que os alunos tinham que identificar açúcar na composição duma série de alimentos, muito comuns, colocados em duas mesas - sucederam-se, com surpresa para muitos: existe açúcar nos enlatados, nas caixas de cereais, no pão de forma, no ketchup, nas tostas, nas batatas fritas, nas embalagens de produtos de charcutaria, enfim, o açúcar é utilizado, em grande escala, para conservar, alindar e melhorar o gosto dos alimentos.
Aqui chegados, alguns alunos começaram a ficar preocupados, mas depressa se lhes explicou que um pouco de açúcar não faz mal a ninguém, antes pelo contrário, o que faz mal são os excessos.
No final, entre perguntas e respostas, uma certeza ficou: eles vão começar a olhar, com outra atenção, para os rótulos dos alimentos. É que termos como sacarose, lactose, dextrose e outros (há imensos sinónimos da palavra açúcar utilizados nas embalagens) não auguram nada de bom para a nossa saúde.
Satisfeitos com o resultado, resta-nos agradecer a Sónia Martins pela disponibilidade e pela pertinência das suas palavras, quais sementes à espera do melhor momento para germinar.
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

FRUTOS

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Turma do 2.º ano - trabalho coletivo
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