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quinta-feira, 3 de maio de 2018

SE A MONTANHA NÃO VAI A MAOMÉ, VAI MAOMÉ À MONTANHA

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Para os alunos que frequentam o 4.º ano, a aventura, entremeada de trabalho árduo e múltiplos sorrisos, começou há quase quatro anos. Para nós parece pouco, para eles é uma eternidade. É assim a vida. Mas tudo tem o seu tempo. Aproxima-se o final do ano e começam-se a desenhar novos cenários no percurso académico dos alunos, com os pais atentos à decisão do caminho a seguir. 
Um dos mais viáveis, deveras atraente, é ingressar no ensino articulado, em que os alunos cumprem a sua escolaridade obrigatória enquanto, em simultâneo, aprendem música, tendo oportunidade de se dedicar a um instrumento musical. É uma mais valia, sem dúvida.
Nos últimos tempos, a Academia de Música e Dança do Fundão, como parte interessada, tem-se desdobrado em contactos com as escolas, a fim de motivar os alunos para um tipo de educação em que o ritmo, a harmonia e a melodia sejam parte importante, complementando da melhor forma aprendizagens mais técnicas. Não admira, pois, que vários instrumentistas tentem seduzir os alunos no seu habitat natural, a sala de aula. Se a montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha.
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Já por cá tinham passado alguns instrumentos de corda, de que demos notícia aqui, agora coube a vez aos instrumentos de sopro. Os primeiros a franquear as portas foram, nas semana passada, a flauta transversal e o clarinete...
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...que hoje foram devidamente complementados pelo fagote...
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...pelo trompete...
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...pela trompa...
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...e pelo trombone.
Cada instrumento deu-se a conhecer, da melhor forma, com a colaboração de competentes professores, criando situações de deslumbramento. Era o que o "pessoal" da Academia queria: despertar nos alunos a apetência para introduzir nas suas vidas uma forma mais equilibrada e mais harmoniosa de estar.
Ainda bem que Maomé saiu da sua zona de conforto e se deslocou à montanha.
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terça-feira, 20 de março de 2018

ACADEMIA DE MÚSICA - MIMINHOS A ENCANTAR A MANHÃ

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Já sabíamos que vinham, mas quando as coisas acontecem ganham logo outra configuração, dando cor e harmonia aos momentos que se vivem.
São professores na Academia de Música e Dança do Fundão, e vieram até nós para motivar os alunos finalistas para a aprendizagem da música, traduzível na inscrição, no próximo ano, no Ensino Articulado. Para além dos sorrisos, que fazem parte da sua bagagem, traziam consigo a nobre arte de bem tocar os instrumentos de corda, tocando com talento e profissionalismo.
O tempo passou, sem se dar conta,  movido a encantamento, transportando os alunos para patamares de que só eles saberão falar.
Se foi bom? Não, foi muuuuiiito bom!
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terça-feira, 27 de setembro de 2016

A VISITA DO FAGOTE E DO CLARINETE

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Eram cerca de dez horas. Na sala do 3.º ano procedia-se ao escrutínio para a eleição do delegado de turma quando, de repente, quebrando a expetativa do resultado final, alguém bate à porta.  Eram dois professores da Academia de Música do Fundão, que traziam na bagagem, em jeito de novidade, dois instrumentos musicais: o fagote e o clarinete.
A curiosidade, bem patente nos rostos, tomou conta dos alunos. E mais se acentuou quando os dois visitantes começaram, à vez, a tocar os instrumentos, com as notas, piscando o olho à sensibilidade de cada um, a prendê-los numa teia melodiosa, sedutora, anulando-lhes toda e qualquer defesa.
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Meia manhã estava ganha para os visitantes, pois ainda teriam que se deslocar à sala do 4.º ano. Oxalá haja correspondência no próximo passo, quando as famílias dos alunos, parte fundamental da questão, receberem um convite para se deslocarem à Academia, onde os seus educandos poderão beneficiar, de forma totalmente gratuita, duma sessão mais aprofundada com os dois instrumentos de sopro: o fagote e o clarinete.
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

OS HORIZONTES VÃO-SE ABRINDO...

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Os alunos do 4.º ano já sentem a meta à vista e, de forma natural, as atenções começam a virar-se para o futuro. Nesse contexto, e tendo em conta o possível ingresso no ensino articulado, alguns elementos da Academia de Música e Dança do Fundão estiveram na nossa escola. Para sugerir, para seduzir. E, como seria de esperar, encheram da melhor forma os olhos e os ouvidos de todos.
Para nós, quase cumprida que está mais uma missão, resta-nos aguardar pela próxima leva. Para eles, com uma confiança no futuro que só as crianças têm, os horizontes vão-se abrindo. E, inevitavelmente, há algo de nós que parte com eles...
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