segunda-feira, 28 de outubro de 2013

AINDA... NA BIBLIOTECA

E enquanto esperávamos que o autocarro nos viesse buscar para regressarmos à escola, na Biblioteca Eugénio de Andrade ainda houve tempo para algumas leituras... Eles gostam de ler e nós gostamos tanto de os ouvir!
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A BRUXA MIMI E A VARINHA MÁGICA

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Ontem fomos à Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade.
Estava a chover muito, mas lá conseguimos ir. Desta vez entrámos por outra porta e a Carla levou-nos para a sala onde iria acontecer a Hora do Conto.
Era a história da Bruxa Mimi e da sua varinha mágica, mas em vez de ser lida em livro foi apresentada num teatro.
Quem fez o papel de bruxa Mimi foi a Gabriela, o de gato Rogério foi a Dina e a apresentadora era a Angelina.
O teatro foi muito engraçado, principalmente quando o Rogério dizia que a bruxa Mimi só fazia trapalhadas.
Foi muito engraçado e divertido, espero voltar outra vez à Biblioteca!
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Texto: Rita Duarte - 4.º ano
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Ontem, dia 24 de outubro, fomos à Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade assistir à Hora do Conto "Bruxas, aranhas e outras patranhas".
Vimos uma peça de teatro muito interessante sobre a bruxa Mimi e o seu gato Rogério, um gato bem reguila, que tentavam arranjar uma varinha nova porque a Mimi, desastrada como é, colocou por engano a sua varinha na máquina de lavar.
Esta história está escrita num livro chamado "A bruxa Mimi e a varinha mágica", que está na Biblioteca.
Neste teatro quem fazia de Mimi era a Gabriela e quem fazia de Rogério era a Dina, as duas trabalham na Biblioteca.
Este teatro foi muito bem interpretado e muito divertido também. Eu gostei muito!
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Texto: Rita Mesquita - 4.º ano
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BRUXAS BIZARRAS - 2

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Vamos começar a descrever
Uma bruxa de arrepiar.
A bruxa deve ser manhosa
E triangular deve ser a sua cara.
Comprido e loiro é o seu cabelo
Despenteado parece um novelo.
Vamos desenhar o nariz na cabeça
E colocar os pés nas mãos.
A boca, tão pequenina,
parece uma migalhinha.
Tem a pele tão verdinha
Parece mesmo uma melancia.
Para terminar vamos desenhar dois bonés
em cada um dos seus pés
E a nossa bruxa está pronta
Está tal e qual uma velha tonta.
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Texto e ilustração: Daniela Mendes - 2.º ano
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

BRUXAS, ARANHAS E OUTRAS PATRANHAS

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Elas sempre foram talentosas, mas agora estão melhores que nunca. Para o comprovar - se conseguir, pois elas preservam muito a privacidade com o seu público preferencial, as crianças - tente espreitar uma das salas da Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade em hora de expediente. Deslumbrar-se-á, por certo, com a Gabriela, no papel duma cativante Bruxa Mimi, um pouco dada a divertidas confusões, e com o seu gato Rogério, reguila que se farta, muito bem interpretado pela Dina. Na envolvência, de forma discreta, mas eficaz, a Angelina e a Carla fotografam...
Acreditem, o trabalho das meninas da Biblioteca é mesmo digno de se ver.
Amanhã, pela voz dos nossos alunos, daremos mais notícias.
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LENDA DO PESO E DO PESINHO

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Desenho de Rodrigo Marques - 1.º ano
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Conta a lenda que, há muitos anos, um homem vinha do Fundão transportando um saco de algodão às costas.
Chegando à margem esquerda do rio Zêzere, precisou de o atravessar para o outro lado.
Ao atravessar o rio, sem dar pelo facto, molhou o saco de algodão.
Quando chegou à outra margem, a direita, dando conta que o saco estava mais pesado, disse:
- Que peso! E ainda agora era só um pesinho!
A partir daí, a localidade da margem esquerda ficou a chamar-se Pesinho, e a da margem direita ficou a chamar-se Peso.
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Lenda recolhida por Rodrigo Marques - 1.º ano
Fonte: avó do Rodrigo
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BRUXAS BIZARRAS - 1

Com base no texto inédito de Paula Melo e Marisa Costa, intitulado "A bruxa", os alunos do 2.º ano reescreveram outros poemas, procurando criar a bruxa mais bizarra de todos os tempos...
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Vamos começar a descrever
Uma bruxa de arrepiar.
A bruxa deve ser forte
E quadrada deve ser a sua saia.
Comprido e vermelho é o seu pescoço
Embaraçado, parece um tremoço.
Vamos desenhar a sua cabeça
E colocar o nariz na sua testa.
A boca, tão pequenina e fofinha,
É redonda como uma bolinha.
Tem o corpo com pelo macio
Parece mesmo um coelhinho.
Agora diz-me lá onde é que colocavas
Três mãos e três verdes pés?
Para terminar vamos desenhar dois casacos
Em cada um dos seus sapatos.
E a nossa bruxa tão cegueta
Está tal e qual uma velha jarreta.
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Texto e ilustração: Tomás Matos - 2.º ano
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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

AINDA A SEMENTEIRA

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Desenho de Mateus Rocha - 1.º ano
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Desenho de João Afonso Félix - 1.º ano
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AMIGOS ESPECIAIS - 2


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Há muito tempo que queria ter um gatinho. Finalmente convenci o meu pai!
Numa linda tarde de julho fui buscá-lo à quinta de uma amiga da minha mamã. Escolhi um gatinho bebé, muito fofo, amarelo com um padrão riscado.
Quando chegou a casa estava doentinho, cheio de pulgas e carraças. Tratei-o até ficar bom!
O meu Faísca é um bichinho brincalhão, amigo, meigo e divertido. Ele é especial e faz-me muita companhia.
O Faísca foi a melhor prenda que tive nos últimos tempos...
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Texto e ilustração: Margarida Matos - 2.º ano
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terça-feira, 22 de outubro de 2013

GATOS E CÃES


Esta semana, os nossos alunos começaram a "brincar" estrategicamente aos cães e aos gatos. Até poderia ser uma brincadeira de recreio ou uma atividade mais física mas, neste caso, trata-se de um divertido jogo matemático que apenas requer alguma "ginástica" mental.
O jogo Gatos e Cães foi criado por Simon Norton na década de 1970. Deve ser jogado num tabuleiro quadrado de 8 por 8 e são necessárias 28 peças gato e 28 peças cão (podem ser círculos ou tampas de duas cores diferentes, por exemplo). As regras são muito simples e para as conhecerem aqui deixamos um vídeo bastante elucidativo. 


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Neste primeiro contacto com o jogo, podemos dizer que eles se divertiram! Jogando lado a lado e numa de "ora jogas tu, ora jogo eu"  apenas se tinham de preocupar com o gato ou o cão do adversário. É caso para dizer "Cuidado com o cão!" ou então "Atenção, aqui há gato!".
Experimentem e divirtam-se!
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VISITA AO MUSEU - FRASES SOLTAS

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Primeiro entrámos numa sala onde havia algumas pedras e, por trás, estavam gravuras com a evolução do homem.
Fábio Reis
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O guia disse-nos que os homens antigos faziam desenhos nas rochas. Eu acho que eles faziam aqueles desenhos para dizerem como era a sua vida e como viviam.
Mariana Carrondo
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No museu disseram-nos várias coisas. Por exemplo, antes de o homem conseguir cultivar era caçador-recoletor.
Rita Mesquita
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O homem andava de um lado para o outro, comia raízes, frutos silvestres, caçava e pescava. Ele afiava pedras para fazer machados e armas.
Thomaz Sousa
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 Nós vimos ferramentas do tempo em que o homem era caçador-recoletor, como machados de pedra e umas pedras que eram trabalhadas para tirar as peles aos animais que caçavam. Depois utilizavam as peles para fazer roupas.
Francisco Araújo
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O guia explicou-nos que, quando o homem descobriu a agricultura e a domesticação dos animais, passou a ser sedentário.
Madalena Filipe
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O senhor mostrou-nos uma mó manual que servia para moer cereais e depois fazer papas e outras coisas.
Rita Duarte
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Entretanto fomos para uma sala dedicada aos Romanos. Vimos moedas, telhas, canalizações, mosaicos e outras coisas.
José Pedro Tadeia
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Os Romanos já tinham canalizações, mosaicos e uma espécie de frigorífico, que era uma talha onde guardavam a comida.
João Matias
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Vimos a epigrafia, que é a escrita numa coisa dura. Vimos estelas, marcos miliários e outras pedras gravadas.
Duarte Rocha
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Aprendi que os Romanos tinham quatro tipos de casas.
Miguel Pires
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No final vimos duas pedras grandes que representavam dois guerreiros.
Laura Adriano
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Eu gostei muito de ir ao Museu Municipal José Monteiro.
André Antunes
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