terça-feira, 6 de outubro de 2009

NO OUTONO...


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No magusto
ficamos todos farruscos.
Os ursos
hibernam na caverna.
Caruma,
castanhas,
para fazermos o magusto.
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Encontrei uma folha amarela.
É tão bela!
Olha um marmelo
Vamos já fazer a marmelada!
Folhas no chão
de várias cores...
Faz frio e vento
temos que nos agasalhar!
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Poema: Catarina Jerónimo - 3.º ano
Ilustração: João Pedro - 4.º ano
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A MENINA QUE DETESTAVA LIVROS

- Eu detesto livros!
Era assim que falava Mina, sempre que alguém lhe falava de livros...
Querer entrar na casa de Mina, querer abrir o livro A Menina que destestava livros, de Manjusha Pawagi, tem que ser o desejo de todos os apaixonados da leitura e também de todos os que têm um pouco de Mina dentro de si e que dizem não gostar de ler.
Espreitando um pouco pela janela, podemos contar-vos que há coisas muito estranhas na casa de Mina... Se ela DETESTAVA ler, porque havia tantos livros empilhados e espalhados por todos os cantos da casa, mesmo nos lugares onde geralmente não há livros? E porque é que o seu gato Max se sentava sempre em cima dos livros? No final da história, irá Mina passar a gostar de ler?
Ah! Querem saber o que realmente aconteceu, não é? Peguem no livro e comecem já a ler!!!

Foi o que fizeram os alunos do 2º ano que, animados, passaram a tarde na casa de Mina e desvendaram todos esses mistérios.

No final da história, o Óscar (que pouca gente ainda conhece e que será brevemente aqui apresentado) desafiou os alunos a participarem na história com uma dramatização. Utilizando fantoches e argumentos mágicos, tinham de ajudar Mina a convencer o gato Max do prazer de ler e de viajar nos livros.
Quem sabe se não seria num desses livros que Max iria conhecer uma gatinha que lhe desse a volta aos bigodes!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A BIBLIOTECA VEIO À ESCOLA

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As pessoas da Biblioteca Eugénio de Andrade são nossas amigas.
Hoje vieram à escola e quando chegaram cumprimentaram-nos.
A Dina deu-nos algumas informações sobre a biblioteca e a Angelina e a Gabriela contaram uma história cada uma.
A Gabriela foi a primeira a contar a história, e a dela chamava-se "O Grufalão", que era um bicho com uma língua preta, olhos grandes e as costas estavam cheias de espinhos.
Depois a Angelina contou a história "A Formiga Horripilante". Era uma formiga feia que tinha os olhos tortos e nas costas tinha pêlos, mas que descobriu que isso lhe podia dar muito jeito.
Eu gostei muito das duas histórias.
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Texto: Filipa Correia - 4.º ano
Ilustrações: Beatriz Esteves e Carlos António - 4.º ano
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

OBRIGADO!

As instituições, para que funcionem bem, não podem agir como se fossem ilhas, têm que cultivar uma abertura e uma transparência perante o seu público alvo que, ao fim e ao cabo, só as beneficia.
Vem isto a propósito de uma pequena conversa tida, ontem de manhã, entre professores e auxiliar da escola, sobre a necessidade de se adquirir uma raquete de sinalização e um colete reflector para a pessoa que acompanha os alunos, aquando da sua ida para o local onde têm aulas de Educação Física. Não sei como nem porquê, o assunto chegou aos ouvidos de uma encarregada de educação que, à hora do almoço, estava na escola a oferecer-nos a raquete e o colete de que carecíamos.
Palavras para quê, o gesto diz tudo... Obrigado, Ana Paula!
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CONVERSA DE OSSOS


Era uma vez um esqueleto, em que uns ossos eram amigos e outros não.
Um dia, a coluna vertebral disse assim para os outros ossos, queixando-se:
- Que sofrimento, este miúdo está sempre torto!
O frontal respondeu:
- E eu?! Recebo cabeçadas de uma bola todos os dias!!!
Os músculos disseram:
- Vocês estão para aí a queixar-se, mas nós é que trabalhamos mais. Estamos mesmo a precisar de umas férias!
As costelas não se conseguiram calar, por isso disseram:
- Então e nós? Cada vez que ele cai de frente a nós é que nos dói!
Falaram então os maxilares:
- Porque é que estão sempre a discutir? Porque é que não somos amigos?
Os outros concordaram, pois estavam fartos de andar sempre às turras.
A partir daí ficaram sempre amigos, só discutiam às vezes.
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Texto: Inês Barroso - 4.º ano
Ilustração: João Pedro Salvado - 4.º ano
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terça-feira, 29 de setembro de 2009

OS OSSOS DO CORPO HUMANO

O esqueleto é um conjunto de ossos devidamente ordenados.
O esqueleto tem a função de suporte, porque suporta os órgãos e tecidos e dá forma ao nosso corpo, de movimento e de reserva de cálcio e sais minerais.
O esqueleto humano tem 206 ossos, o maior é o fémur.
Os ossos precisam de cálcio, por isso devemos beber muito leite.
No tronco temos a coluna vertebral, vértebras, esterno e costelas, que também formam a caixa torácica. O osso do braço é o úmero, os do antebraço são o rádio e o cúbito e na mão temos o carpo, metacarpo e as falanges. Na coxa temos o fémur, na perna a tíbia e o perónio e no pé o tarso, metatarso e falanges.
À volta dos ossos há centenas de músculos.
As articulações servem para ligar os ossos.
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Texto: Pedro Soares - 4.º ano
Ilustração: Micaela Amaral - 4.º ano

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

OUTONO

Ilustração de Tânia Mendes - 3.º ano
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Andorinhas que voais
para países quentes encontrar
deixando seus ninhos nos beirais
para no próximo ano poderem voltar.
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Dos ouriços caem castanhas,
para os meninos apanhar
que boas elas são
para no dia do magusto assar.
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É tempo de vindimar
pensando no dia de S. Martinho
é preciso o vinho preparar
para provar um copinho.
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O sol sente-se cansado,
passou o Verão todo a trabalhar
agora os dias estão mais acinzentados
chegou o tempo de descansar.
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As folhas ficam mais velhas
castanhas, vermelhas e amarelas
foi o sol que as envelheceu
deixando-as ainda mais belas!
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Trabalho colectivo - 3.º ano
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

OS NOVOS CALOIROS

Mais um ano lectivo teve início.
Mais uma vez se renovou a escola.
Cá estão, então, 21 alunos novos, cheios de vontade de aprender, ansiosos por descobrir coisas novas.
Uns saem, outros entram.
É bom vê-los crescer.
Estão agora a adaptar-se, tudo é novo!
Mais uma vez deposito neste grupo, tal como depositei noutros, uma expectativa redobrada.
Que seja um bom ano para todos, são os meus votos!
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A professora dos caloiros, Graça Abrantes
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

PSHIUUU, FAÇAM POUCO BARULHO...

Iniciou-se ontem, prolongando-se até amanhã, a aplicação das Fichas de Avaliação Diagnóstica em todas as turmas da escola. Quem, durante estes três dias, passar por estas bandas, vai estranhar o silêncio instalado, só alegremente desfeito nos intervalos. É que os nossos pequenotes estão concentradíssimos na resolução das dificuldades colocadas pelas fichas das diferentes áreas curriculares. Portanto, já sabe, se passar por aqui, tente não fazer muito barulho.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

QUANDO PENSO NA ESCOLA...

...................................Ilustração de António Correia - 2.º ano
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Procurar que a escola seja um ambiente de aprendizagem e partilha de sentimentos e emoções, onde o conhecimento deve acompanhar o crescimento pessoal e social, é tarefa na qual todos os intervenientes neste processo de educação têm cada vez mais um papel essencial.
Nesse sentido, cabe-nos proporcionar aos alunos diversos momentos de especial reflexão sobre a importância da escola. Assim, a turma do 2ºano imitou, por breves instantes, "O Pensador", esculpindo uma chuva de pensamentos sobre a escola.
Como referimos anteriormente, partilhar ideias e pensamentos é um bom caminho para o crescimento de cada um. Acreditando que tal assim suceda, eis a escultura que alunos e professora construiram, tendo como pano de fundo os aspectos pessoal e social.
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Obtida a "escultura", os alunos foram depois desafiados a elaborar uma poesia com as palavras de que dispunham. Com a devida orientação da professora, eis o resultado do seu esforço:
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É bom ler
escrever e estudar.
É bom ir à escola
e os livros e lápis
na sacola arrumar.
É bom ouvir a música das folhas do caderno
e dizer adeus aos pássaros
que fogem do Inverno.
É bom ter amigos
e no recreio brincar,
saltar à corda, fazer corridas e jogar.
É bom poder sorrir
e novas palavras descobrir.
É bom ir à escola,
poder sonhar
ser rei ou rainha
e ouvir contar
histórias de encantar.
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Júlia Bento
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