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terça-feira, 14 de abril de 2015

GOLFINHO

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Os golfinhos são mamíferos que vivem no mar, mas também existem na água doce, nos rios da América do Sul.
Os golfinhos formam grandes grupos que andam por todo o lado à procura de alimento. Comem lulas e peixes com muita gordura.
Como são mamíferos têm que vir muitas vezes à superfície para respirar. O "nariz" dos golfinhos é no alto da cabeça.
O golfinho tem um filhote de cada vez que nasce no mar e, por isso, tem que nadar imediatamente e também ir à superfície respirar.
Os golfinhos têm um grande sentido de orientação. Para saberem por onde andam, usam os ultrassons, que são uns ruídos muito agudos que as pessoas não conseguem ouvir. Quando esses ultrassons atingem um obstáculo, um cardume de peixes, por exemplo, esses ruídos voltam para trás como um eco e o golfinho sabe exatamente onde ele está.
Diz-se que os golfinhos são muito inteligentes e, por isso, gostam da companhia das pessoas.
Contam-se muitas histórias de golfinhos que salvam pessoas de morrerem afogadas e até de serem atacadas por tubarões.
Os golfinhos gostam muito de nadar à volta dos barcos  e dar grandes saltos enquanto brincam.
Podemos ver os golfinhos no jardim zoológico e nos parques aquáticos. Mas o mais divertido é vê-los em liberdade e observá-los, por exemplo, no estuário do rio Sado!
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Trabalho de Joana Agostinho - 3.º ano
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sexta-feira, 10 de abril de 2015

PICHICIEGO-MENOR

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Pichiciego-menor, o menor tatu do mundo!

O pichiciego-menor mede pouco mais de 10 centímetros e é o menor das espécies de tatu. Tem uma carapaça rosada, que perdeu a sua parte lateral, apoiada sobre duas elevações, uma óssea (próxima dos olhos) e outra muscular (que se estende ao longo da espinha dorsal). Sob a carapaça estão pelos brancos, finos e macios (pelos de "seda"), que cobrem o seu corpo/membros e ajudam a manter a temperatura corporal. Todas as cintas da carapaça se movimentam livremente.
Os pichiciegos-menores são a única espécie de tatu na qual a carapaça dorsal fica quase toda separada do corpo. A cauda tem a forma de uma espátula. Estes tatus não são capazes de levantar a própria cauda, arrastando-a enquanto caminham e utilizando-a como a quinta "pata" de apoio. 
As fêmeas desta espécie possuem duas mamas. Os filhotes assemelham-se a seus pais, mas as suas carapaças só se tornam rígidas quando estes atingem a idade adulta.
O pichiciego-menor é um dos mamíferos mais raros do mundo, sendo encontrado na Argentina (América do Sul). Estes animais vivem em pradarias e planícies arenosas. De hábitos noturnos, permanecem nas suas tocas durante o dia, saindo à noite à procura de alimento. São animais lentos, exceto ao cavar, sendo capazes de se enterrar completamente em questão de segundos, quando ameaçados. Usam a placa posterior da sua carapaça para fechar a entrada da toca onde se encontram, de maneira semelhante a uma rolha, e preferem escavar suas tocas em regiões onde o solo é seco e quente, próximo de formigueiros (sua principal fonte de alimento).
A sua dieta é composta principalmente por formigas, no entanto, são omnívoros, alimentando-se também de larvas, caracóis, insetos, raízes de plantas e outras partes vegetais.
Esta espécie de tatu, também conhecido como "tatu encantador" e "tatu fada rosa" é um animal muito delicado, não conseguindo sobreviver em cativeiro por um período superior a quatro anos.
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Trabalho de Margarida Matos - 3.º ano
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CAVALO-MARINHO

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O cavalo-marinho é um peixe ósseo caracterizado por uma cabeça alongada com filamentos que lembram a crina do cavalo.
Os cavalos-marinhos mudam de cor para baralharem a cabeça dos seus predadores.
Medem, no máximo, 15 cm e pesam entre 50 a 100 gramas.
Estes animais nadam com o corpo na vertical, movimentando rapidamente as suas barbatanas.
Alimentam-se de moluscos, vermes, crustáceos e plâncton, que são sugados através do seu focinho tubular.
A reprodução dos cavalos-marinhos ocorre na primavera. Os ovos postos pela fêmea são fertilizados pelo macho que os guarda numa pequena bolsa que tem na base da cauda.
A cauda longa e preênsil permite que ele se agarre às plantas submarinas enquanto se alimenta de crustáceos.
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Trabalho de Miguel Oliveira - 3.º ano
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quarta-feira, 4 de março de 2015

PLANTAS - A DIONEIA

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A dioneia é uma planta carnívora que digere presas animais, normalmente insetos e aracnídeos. A planta é também conhecida como Vénus papa-moscas, em alusão à deusa grega do amor e da fertilidade.
A planta tem a forma de uma pequena roseta com quatro a sete folhas que crescem de um curto caule subterrâneo. 
Cada folha chega a ter cerca de 3 a 7 centímetros, dependendo da época do ano. A folha é dividida em duas regiões: uma plana, responsável pela fotossíntese, e um par de lóbulos unidos pela base (como a concha de uma ostra) que captura as presas animais. A superfície interna dos lóbulos (que formam a armadilha) contém um pigmento vermelho e as suas bordas secretam néctar; tanto o pigmento como o néctar funcionam como iscas que atraem os insetos que servem de alimento à planta. Quando há captura do alimento inicia-se a digestão da presa que durará cerca de 10 dias. Após esse período, a armadilha abre estando pronta a ser reutilizada. Depois da captura de três insetos, a armadilha fica inutilizada, permanecendo aberta, e a planta ocupar-se-á apenas da fotossíntese.
A dioneia é encontrada em pântanos pobres em nitrogénio, no sudeste dos Estados Unidos. O solo pobre em nutrientes obriga a planta a criar armadilhas tão elaboradas para poder sobreviver.
Estas plantas também podem ser cultivadas em casa, num vaso, necessitando de cuidados especiais para vingarem!
Na cultura popular conhecem-se plantas semelhantes, geralmente maiores, capazes de digerir seres humanos e que "deliciam" a ficção das crianças, jovens, adultos e velhinhos!
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Trabalho de Margarida Matos - 3.º ano
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

PLANTAS - O PESSEGUEIRO

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O pessegueiro é uma árvore originária da China.
A história do pessegueiro é quase tão antiga quanto a da agricultura.
O pessegueiro inicialmente tem raízes profundas, as quais depois se desenvolvem lateralmente, tornando-se numerosas, extensas  e pouco profundas. A zona de desenvolvimento das raízes é geralmente muito maior do que a área ocupada pela parte "aérea" da planta.
O pessegueiro é uma árvore de folha caduca. As suas folhas são compridas, estreitas e de coloração verde clara.
As suas flores têm uma coloração rosada ou roxa e começam a aparecer no início de março.
A maior parte das variedades de pessegueiro são auto férteis não necessitando de outras variedades para ter produção. A polinização é feita por insetos (abelhas) ou pelo vento. Algumas variedades de pessegueiro são: Rich Lady, Sweet Dream, Catherina, Big Sun e Tardibelle.
O pessegueiro tem uma vida produtiva que pode chegar aos 15 anos e entra geralmente em produção logo no segundo ano de vida.
O fruto (pêssego) pode ser de forma esférica ou oval e de cor amarela avermelhada ou esverdeada e amarelada. O pêssego pode ter a polpa amarela ou branca. 
O pessegueiro pertence ao grupo das prunóideas (árvores que produzem frutos com caroço).
O pessegueiro é uma árvore que se desenvolve muito bem em solos de textura franco-argilosa, profundos, bem drenados e férteis.
Em termos de poda, os pessegueiros podem ser podados em vaso (3 ou 4 pernadas principais) ou em eixo (apenas uma pernada central).
O pessegueiro é uma planta que necessita ser regada e essa rega deverá ser aumentada a partir do início do engrossamento dos frutos.
As principais doenças dos pessegueiros são: lepra, crivado, oídio e cancro. Estas doenças são combatidas com a aplicação de fungicidas.
As principais pragas ou inimigos que atacam os pessegueiros são: cochonilhas, afídeos ou piolhos, anarsia, mosca da fruta e ácaros. Podem ser combatidos com inseticidas.
Os pessegueiros são sensíveis a geadas tardias e a ventos fortes, os quais causam a morte das flores e a consequente perda total ou parcial da produção.
O pêssego é um fruto rico em vitaminas C, B e A.
A nível de culinária é utilizado em tartes, doces, conservas e licores e é consumido como fruto fresco.
A nível medicinal, as flores e as folhas têm efeitos calmantes.
A China e a Itália são atualmente os maiores produtores de pêssego a nível mundial.
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Pesquisa: Bernardo Martins - 3.º ano
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

PLANTAS - O CATO

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Os alunos do 3.º ano iniciaram o estudo dos seres vivos do ambiente próximo (plantas e animais). 
Numa perspetiva mais ampla, e de forma a desenvolver hábitos de pesquisa e o interesse pelo conhecimento, cada aluno escolheu uma planta que gostaria de conhecer melhor. 
Hoje foi dia de apresentação dos trabalhos e surgiu uma interessante variedade de escolhas: malmequer, camélia, tulipa, rosa, salsa, pessegueiro, cerejeira, algodoeiro, bonsai, e até uma planta carnívora, a dioneia.
A Alexandra e o Miguel trouxeram amostras do cato e falaram das suas características. Aqui deixamos as informações recolhidas. 
Seguir-se-ão outras pesquisas que publicaremos em outros posts. 
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Os catos são plantas espinhentas que crescem tanto como árvores, arbustos ou forrações.
Praticamente todos os catos contém uma seiva amarga, algumas vezes leitosa, em seu interior.
Em muitas espécies, as folhas são grandemente ou inteiramente reduzidas, modificadas em espinhos reunidos em ponto saliente, que constitui a aréola, de onde se originam ramos folhas, flores...
As flores são grandes e abrem tanto durante o dia como à noite, dependendo da espécie. O seu formato varia medindo de 2 milímetros a 30 centímetros. A maioria apresenta sépalas numerosas, de cinco a cinquenta, de formas variáveis do exterior para o interior da flor.
Os catos com caules verdes, suculentos e espessados são capazes de realizar a fotossíntese e armazenar água. 
A maioria dos catos tem raízes muito rasas que podem estender-se perto da superfície do solo para coletar água.
O fruto apresenta-se numa espécie de baga ou cápsula carnosa com cerca de 3000 sementes.
A expetativa de vida de um cato raramente é superior a 300 anos e há catos que vivem somente 25 anos.
Alguns catos, além de plantas de jardim, cultivados em vasos ou, nalguns países, utilizados como cercas, produzem frutas comestíveis, como o figo da índia.
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Pesquisa - Alexandra Abrantes e Miguel Oliveira - 3.º ano
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sexta-feira, 7 de março de 2014

O FACOCHERO

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Ilustração da Camila - 3.º ano
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O facochero é um animal da família do javali. Vive em África (sul do Saara), nas savanas áridas.
É um animal vertebrado e pertence à classe dos mamíferos. Tem o corpo coberto de pelo, a cabeça grande, focinho longo, olhos no alto da cabeça e dois pares de presas. Pesa entre 50 Kg a 100 Kg. Desloca-se a correr e a andar, usando os seus quatro membros.
Alimenta-se de raízes, bolbos e tubérculos, por isso é um animal herbívoro.
Tem o hábito de se esfregar na lama para se refrescar e proteger de picadas de insetos.
Vive em pequenos núcleos familiares.
O facochero é um animal vivíparo porque nasce do ventre da mãe. A gestação demora 175 dias e podem nascer várias crias.
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Texto: Juliana - 3.º ano
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