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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

ADIVINHA QUANTO EU GOSTO DE TI... NO OUTONO

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- SOU O MONSTRO DA CAIXA! AQUI VOU EU!
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À primeira vista, os nossos caloiros até poderiam ter ficado assustados, pois uma caixa falante não se encontra todos os dias! Depois, no jogo do faz de conta, onde as portas se abrem com a tão natural espontaneidade das crianças, seguiram os passos da Pequena Lebre Castanha e de sua mãe, a Grande Lebre Castanha, e imaginaram, em pleno outono, mil e uma brincadeiras em família.
Para além da ternura e do amor, pintados nesta história, o vento de outono, sorrateiramente, trouxe-lhes mais alguns ditongos, mais algumas aprendizagens...
Eis um exemplo da ficha de leitura realizada com base nesta história, onde mais do que tentar medir o amor, o melhor é vivê-lo. 
Se, lá por casa, eles vos pedirem uma caixa... divirtam-se! :)
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Trabalho de Ana Lara Tavares - 1.º ano
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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

OUTONO

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O verão persiste em fazer-nos companhia mas, na verdade, o outono, ainda que bastante tímido, chegou no passado dia vinte e dois. Nesse dia, os nossos caloiros despediram-se do verão e receberam o outono recordando algumas das suas características: falaram das vindimas, do tempo mais fresco, de algumas aves que têm de partir, dos frutos saborosos, da mudança de cor e da queda das folhas de algumas árvores... 
Apetrechados de saberes, hoje, no contexto das cores da natureza, assim expressaram o seu olhar de outono, onde predominam os amarelos, castanhos, laranjas... 
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Trabalhos plásticos: Myroslava Ternova (em cima) e Duarte Nogueira (em baixo) - 1.º ano
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

PAISAGEM COM GARDUNHA AO FUNDO

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As últimas semanas têm sido bem chovidas, a armazenar promessas de primavera florida e verão de fartura.
Na Gardunha, tela policromática em constante renovação, os tons outonais dos castinçais já estão no ponto, e as cerejeiras juntam-se, cada vez mais, ao irrecusável convite. É o esplendor do outono. 
Vai bela, a Gardunha, com muito que contar...
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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

ADIVINHA QUANTO EU GOSTO DE TI... NO OUTONO

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O nosso projeto "Um Livro, Um Tesouro" deu as boas-vindas aos alunos do 2.º ano com duas histórias da coleção "Adivinha quanto eu gosto de ti" de Sam McBratney. Na contracapa do livro pode ler-se que "... o amor não é coisa fácil de medir.", como descobrem a Pequena Lebre Castanha e a Grande Lebre Castanha e como também os alunos constataram. Bem, mas mais importante do que medi-lo será certamente vivê-lo e, neste contexto, estas duas simpáticas lebres têm muito para nos contar ao longo das quatro estações do ano. 
Como estamos no outono, fomos descobrir como elas vivem esse gostar, na história "Adivinha quanto eu gosto de ti no outono", brincando ao "monstro da caixa".
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O "monstro" até pode andar por aí, pelos campos, mas certo é que, à sala do 2.º ano, o vento apenas trouxe a caixa embrulhada em folhas de outono e alguns segredos para desvendar! E para os descobrir, os alunos foram apanhando as folhas e lendo as diversas mensagens outonais que cada uma escondia.
Seguidamente, foi a vez dos alunos mostrarem ao outono que havia mil e uma razões para se gostar dele. E mostraram-lhe como é uma estação bonita, descrevendo-a, e até "vestindo" as suas cores, como exemplificam os trabalhos que se seguem.
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Diego Macchi - 2.º ano
Já estamos no outono!
Nesta estação do ano está frio, chove e há vento. No outono vestimos roupas mais quentes para nos aquecermos.
Algumas árvores perdem as folhas. 
Tudo fica mais bonito: há folhas amarelas, vermelhas, roxas, castanhas, cor-de-laranja.
Por causa do frio e da falta de comida, alguns animais, como as andorinhas e as cegonhas, vão para países mais quentes.
Nesta estação do ano há muitos trabalhos no campo e muitas festas, como o Halloween, o magusto, o Dia Mundial da Alimentação...
O outono traz-nos deliciosos frutos e aromas.
Eu gosto do outono porque há muitas folhas coloridas.
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Texto: Beatriz Ribeiro - 2.º ano
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Lara Faria - 2.º ano

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

PEDAÇOS DE OUTONO

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No dia 21 de junho de 2015 houve uma árvore que teve o seu milésimo filho!
Esse filho passou a chamar-se Folhote. Foi uma grande alegria para a árvore!
Os meses foram passando e o Folhote foi crescendo.
No dia 23 de setembro, o Folhote caiu dos ramos da sua mãe e, desesperado, começou a gritar:
- Segura-me com as tuas raízes, mãe!
E a mãe respondeu:
- Não posso, tens de seguir a tua vida, filhinho!
Passados alguns dias, o Folhote foi começando a esquecer o que aconteceu. O vento continuou a levar o Folhote. Do Porto, passou por Castelo Branco... 
Até que um dia, o Folhote parou na Escola de Aldeia de Joanes. Esteve lá algum tempo e, a 30 de setembro, um menino chamado Eduardo apanhou-o e colou-o numa folha de papel. 
O Eduardo guardou a folha de papel no dossiê e, a partir desse dia, o Folhote viveu feliz para sempre, e até podia falar com outras folhas, só que de papel.
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Texto: Eduardo Lopes - 4.º ano
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Era dia 23 de setembro e eu estava na escola a desenhar uma folha de outono. Tentava fazer os primeiros traços e dei comigo a perguntar-me como iria desenhar uma folha de outono... Chamei a professora e perguntei-lhe:
- Professora, como se desenha uma folha de outono?
- É simples! Olha, vou mostrar-te...
E então lá me mostrou como desenhar uma folha...
Depois, olhei para a janela e sussurrei para a minha amiga Laura:
- Laura, no intervalo, queres brincar comigo?
- É claro que sim! - exclamou a Laura.
Estava quase a terminar o meu bonito desenho quando, ao meu lado, vi uma folha leve a voar, soprada pelo vento. 
- Onde vais? Leva-me contigo!
- Não posso! - disse a folha.
- Porquê?
- Porque não sei para onde vou, não sei das horas de partir e de chegar, e podia ser perigoso!
- Ohhhh! Então, até breve!
- Adeus! - sussurrou a folha.
Depois disto, olhei de novo para a janela e vi o vento que soprava, soprava...
- Vento, porque levas as folhas para longe das suas casas?
- Porque é a vida das folhas e é o meu dever! - lamentou o vento.
Tocou para o intervalo e contei tudo à Laura.
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Texto: Sara Marques - 4.º ano
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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

FOLHAS DE OUTONO

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Tantas folhas, tantas, tantas!
E nós a querer jogar
Ó Teresa, traga a vassoura
O nosso campo já doura
Temos que as pôr no lugar.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

LENGALENGA

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Castanhinha, castanhinha
Cozidinha ou assadinha
Como eu e a vizinha
A vizinha mora na aldeia
Numa casa com uma teia
A teia é de aranha
Da cor da castanha
A castanha caiu do ouriço
E acertou num chouriço
O chouriço é de Mirandela
Que é a terra da Manuela.
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A romã tem uma coroa
Uma coroa de rainha
Quem lha deu foi a madrinha
No dia do batizado
Dentro de um peru assado
O peru comeu o figo
Da figueira do Rodrigo
O Rodrigo comeu uma uva
A sua mãe é viúva
A viúva comeu uma noz
Na Figueira da Foz.
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Trabalho coletivo - 4.º ano
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